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On this day in History - Sep. 6
Please eat a slice of cake and today don't think in politics. Portuguese thank you
Death of Pavaroti one year ago, José Sócrates birthday (1957) and Princess Diana funeral, eleven years ago, are only three facts happened on Sep. 6. Know (almost) everything what happened On this day in History
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Neutralidade informativa expectável.
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Simils cum similibus
«Com o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de finais de 2005 e a sentença do Tribunal Cível de Lisboa, de que fui notificado no início deste semana, o PS, o seu Grupo Parlamentar e eu próprio entendemos que estavam ultrapassados os motivos para o impedimento. Foi isso que comuniquei na carta que escrevi ao presidente da Assembleia da República [Jaime Gama]», justificou o ex-ministro do segundo Governo de António Guterres.
De facto, o acórdão do TRL, ( com um valente voto de vencido, é bom que se sublinhe), evitou o julgamento crime.
A sentença do tribunal cível de Lisboa, da juiza Amélia, agora, permite a retoma.
E no entanto, segundo declaração do próprio ,«Em 2005, comuniquei que me sentia impedido de exercer o mandato parlamentar, na sequência de um compromisso publicamente assumido com o secretário-geral do partido, José Sócrates, e por mim próprio. Não exerci nenhuma função política até que o processo [Casa Pia] estivesse concluído».
Portanto, o processo Casa Pia, para este efeito, já está concluído.
Apesar de um recurso já anunciado; de uma sentença não transitada e portanto sujeita a revogação, o assunto fica já arrumado em termos políticos. Com o apoio expresso de um partido político no poder; de um grupo parlamentar conforme e com uma carta enviada ao presidente de parlamento, com problemas graves de imagem, pelos mesmos motivos,. "Estão ultrapassados os motivos para o impedimento". E pronto.
Não é apenas a vontade de um ex-deputado em regressar. É a vontade, em bloco, de um partido político e de um grupo parlamentar empenhado.
Estão muito bem, uns para os outros. Só se estranha é que não tenham aproveitado mais cedo. Afinal de contas, a sentença cível ainda pode vir a ser revogada. E depois? Continuarão, mesmo assim, "ultrapassados os motivos para o impedimento"?
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Diz que é uma espécie de eleições
Hoje é dia de votação em Angola. Há quem lhe chame eleições, apesar dos contornos sórdidos de uma encenação montada para vender ao mundo uma bebedeira colectiva de democracia. Entende-se. Todos sabemos que em Angola pode enriquecer-se rapidamente. Tal como sabemos também que esse enriquecimento está dependente de não se cair em desgraça aos olhos de um regime que se adonou dos recursos do país e não gosta de ouvir falar nos seus atropelos aos direitos humanos, a regras elementares presentes em qualquer democracia ou da pilhagem que resulta de hábitos instituídos de sua cleptomania congénita.
Por isso, tornam-se detalhes insignificantes o facto da Comissão Nacional de Eleições angolana ser composta maioritariamente (7 em 10) por elementos indicados pelo regime e de ser a Comissão Interministerial para a Preparação das Eleições (CIPE), ligada ao Ministério da Administração do Território, e não a CNE, que está em posse do ficheiro informático central de registo eleitoral, a partir do qual foi processada a informação e elaboradas as listas dos eleitores em cadernos eleitorais.
Pelo mesmo motivo, muito pouco se disse sobre a forma como decorreu a campanha eleitoral, com dinheiros públicos e meios de comunicação estatais descaradamente colocados ao serviço do MPLA e com o impedimento dos órgãos de informação privados de emitirem nas províncias. E nem mesmo o visto de entrada no país negado aos jornalistas da SIC, do Expresso, da Visão, do Público e da Renascença teve o condão de despertar críticas mais contundentes à fantochada que decorrerá durante o dia de hoje: se se portarem bem desta vez, numa próxima oportunidade a designar, já poderão sentar-se à mesma mesa com os restantes convivas. Quem sabe numa cerimónia de aclamação dos irmãos Metralha como heróis nacionais, com José Sócrates a presidir à comissão de festas, honraria conferida quer como prémio pelo silêncio das autoridades portuguesas à negação de vistos de entrada em Angola a cidadãos nacionais, quer como prémio pessoal atribuído pelos rasgados elogios daquele serviçal em ocasiões passadas (ler aqui) e pelas negociatas que permitiu /ler aqui). Seria uma cerimónia alegre e muito bonita, como as “eleições” de hoje. "Está tudo bem". Ou perto disso. (actualizado)
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Publicidade (Quase) Institucional …
… Ou Tipo Televendas
Tem problemas intestinais? Sente dores de barriga, cólicas ... Aquela sensação de mal-estar permanente? Fica muitos dias sem evacuar? Sabia que apresenta os sintomas típicos de uma situação de Prisão de Ventre, também conhecida por Obstipação ou Constipação Intestinal? E sabia que nós temos a solução?! … Não! Não vendemos mesinhas, chás, caramelos, saquetas, comprimidos, supositórios, clisteres ou qualquer outro produto químico ou natural que tenha efeito laxante! Nem tão pouco lhe vamos dizer o que deve ou não deve comer, nem o que deve ou não deve fazer em termos de exercício físico ou psicológico. A terapia que lhe aconselhamos tem resultados, mais que comprovados! Comprovadíssimos!... E sem contra-indicações ou efeitos secundários negativos … Pois bem! Se sofre de obstipação … siga o exemplo deste homem e dos seus pares! Adira a um partido político! Entre na vida Política! E vai ver que um sorriso de orelha a orelha dará cor ao seu rosto! E os seus olhos brilharão como nunca! E Porquê? … Porquê? … Porque se entrar na vida política ... Ficará tal como os que já lá estão … ... E nunca mais parará de fazer merda!(recolher)
É a crise, é a crise
Dantes os Primeiros-Ministros inauguravam grandes obras, Hospitais centrais, grandes pontes, barragens, autoestradas... Agora, à falta de melhor José Sócrates até já inaugura Farmácias, privadas. No futuro, se as obras continuarem a escassear, ainda vai acabar a inaugurar discotecas.
Quanto levará Sócrates para abrilhantar a inauguração de uma discoteca privada? Levará mais que a Cláudia Vieira?
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Verdade conveniente
No entanto, se essa é uma verdade para todos aqueles que têm duvidado e alertado para o papel intervencionista do Estado no ensino (ele presta, ele autoriza, ele licencia, ele homologa, ele habilita, ele financia), já parece estranho que um primeiro-ministro socialista que se tem recusado a reduzir um milímetro que seja do papel do Estado se sinta legitimado para, de uma assentada, e com uma arrogância dispensável, negar o fundamento de todas as suas políticas sem mais explicações.
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Grandes esperanças
Se bem percebo o texto de João Miguel Tavares sobre os cães que ladram enquanto a imparável caravana de Barack Obama passa, um comentador de política não pode ser só cepticismo; deve preservar sempre um sopro de benefício da dúvida que o permita entusiasmar-se com o eventual aparecimento de um tipo mais ou menos fora do comum. Não discordo e até vou mais longe: um comentador de política, se quiser manter um nível apreciável de imparcialidade analística (e, já agora, se não quiser forçar demasiado os naturais instintos humanos), deve exercer a sua função com 50% de cinismo e 50% de ilusão.
O problema é que, do que tenho visto, muitos dos que se deixam enamorar por Obama fazem-no apenas pelos discursos do candidato (e, claro, por este não ser português; alguém imagina o mesmo comentariado a tecer semelhantes loas a um político cá da terrinha?). Ora, longe de mim insinuar que Obama é um político oco. O seu passado e os seus textos pressupõem algo com mais patine intelectual que um qualquer José Sócrates. E longe de mim também desmerecer a importância das dimensões estética, emocional e lúdica da política (logo eu, um churchilliano militante). Sem verve e inspiração, não há debate político que se suporte. No entanto, desde logo, a escrita dos discursos não é nada de verdadeiramente excepional (por exemplo, quantas frases historicamente simbólicas - daquelas que, numa síntese lapidar, definem para a posteridade o momento em que são proferidas - podemos neles encontrar?). Depois, com a excepção do progressismo estatista para consumo interno, a retórica da mudança não é muito mais que um logro. Aos admiradores estrangeiros (nomeadamente aos europeus), presumo que interesse essencialmente a política externa. Mas aí o que devemos constatar é que, não só os EUA deixarão alguma vez de pensar apenas nos seus interesses e, nessa medida, não existem propriamente cortes muito profundos na tradição da política externa americana, como, em consonância, Obama tem vindo a limar de tal maneira as arestas das suas posições iniciais que se tem aproximado bastante das polticas do segundo mandato de Bush.
As esperanças dos obamistas europeus parecem-me claramente exageradas. E isso, sim, entusiasma o meu cinismo.
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O tempo da facilidade acabou
Sócrates lembra que Estado só coloca os professores de que necessita
«Muitos gostariam que o Estado contratasse mesmo que não precisasse deles, mas não é essa a nossa visão. O tempo da facilidade acabou», disse José Sócrates.
[...]
«Isso está fora de causa», acrescentou, lamentando que o início do ano escolar «seja vivido» com a discussão, «que não é novidade», do número de professores não colocados pelo ministério da Educação.
Estas declarações de Sócrates causaram algum desconforto (Pacheco Pereira, Carlos Botelho), mas não estou a ver que outra coisa é que Sócrates poderia ter dito, se não a verdade. Todos os anos há 40 mil desempregados que querem ser professores. A comunicação social confunde-os com professores que ficam no desemprego. Já se sabe há muito que os quadros estão fechados. Na verdade, os quadros têm excesso de professores. Muitas destas pessoas andam em negação há anos. Os sindicatos aproveitam a oportunidade para fazer propaganda. Perante isto, e como ninguém parece perceber a realidade, o Primeiro Ministro tem obrigação de ser duro, caso contrário dentro de alguns anos em vez de 40 mil serão 80 mil.
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CÂMARA DE FARO APROVA DISTINÇÕES MUNICIPAIS
O Município de Faro decidiu igualmente distinguir com a Medalha de Mérito, Grau Ouro, a Junta Diocesana de Faro – Protecção à Rapariga, o Colégio Algarve, a Casa do Povo de Conceição de Faro, a Associação de Atletismo do Algarve e o Restaurante “Roque”, e atribuir a Medalha de Valor Desportivo, Grau Ouro, a Mário José da Encarnação.
A entrega das distinções aprovadas terá lugar no próximo dia 7 de Setembro, Dia da Cidade de Faro, em cerimónia pública que decorrerá no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com início às 09h00.
Recorde-se que o Município de Faro havia aprovado no passado dia 5 de Agosto atribuir a Medalha de Ouro da Cidade ao Eng. José Sócrates, Primeiro-Ministro de Portugal, pela decisão de criar o ensino de medicina em Faro e avançar com a construção do Hospital Central do Algarve.
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PJ, dá conferência de
PJ, dá conferência de imprensa
e apresenta trabalho feito em Olhão.
a poucos dias do início das aulas
José Sócrates
- Lembra que o Estado só coloca os professores de que necessita.
- não quer apenas tapar os buracos em requalificação de escolas.
- assume Educação como prioridade de investimento.
Alunos , pais e professores podem aceder ao site da escola no
OLHÃO NA NET
Guia de sítios sobre Olhão na NET
Esc. Dr. Francisco Fernandes Lopes
Esc. Dr. Alberto Iria
Esc. José Carlos da Maia
Esc. João da Rosa
Esc. Dr. João Lúcio
Esc. Prof. Paula Nogueira
O post de um professor colocado este ano em Olhão.
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Mais que merecida!
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PS Media Group (II)
Em 2005, José Sócrates dizia que o PS queria «proibir a participação do Estado na comunicação social para além do serviço público». Seja essa participação «directa ou indirecta».
Em 2008, Pina Moura está na Media Capital/Prisa e a PT vai concorrer ao 5.º canal.
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Paulo Pedroso: a primeira vitória do Processo Casa Pia
Podia ter dado apenas uma resposta formal tipo " não me meto em decisões de juízes" (como deu) mas Sócrates (o Primeiro- Ministro) não resistiu a acrescentar que "imaginam como recebi a notícia", mesmo correndo o risco, como aconteceu algumas horas depois, o Ministério Público ter anunciado que vai contestar a decisão do Cível.
Para quem achava que não havia Justiça em Portugal a prova contrária aí está. Paulo Pedroso tem de certeza toda a razão do Mundo, na mesma medida em que temos de acreditar na Justiça (temos alternativa?) e pode sentir-se hoje um cidadão de primeira. Mesmo antes das vítimas da Casa Pia terem sido justiçadas, antes dos acusados no Processo terem sido julgados, Pedroso vê o Estado dar-lhe razão.
Não podemos ficar revoltados porque o Estado cumpriu. Hélas!! Mas podemos pensar no que sentirão aqueles cidadãos que andaram uma vida a pedir justiça contra o Estado e nunca tiveram uma palavra de conforto, um tostão de misericórdia. As vítimas da hemodiálise de Évora, as vítimas do sangue contaminado no reinado de Leonor Beleza, os espoliados da Caixa Económica Faelense, os pais das crianças mortas no Aquaparque, os contribuintes penhorados sem razão pelas finanças, as vítimas da estrada que o foram por má sinalização, falta de socorro...acho que o rol de cidadãos humilhados e ignorados pela justiça e pelo Estado não tem fim.
O cidadão Paulo Pedroso é pois um sortudo. E se hoje aparece na pele do cidadão exemplar, na vítima da justiça e da imprensa, no passado acabou por utilizar a Assembleia da República para se apresentar ao país, em directo pela TV, depois de ter sido libertado da cela da Penitenciária. Ninguém de boa memória poderá esquecer esse fim de tarde de circo. Se Pedroso fosse um funcionário público, um quadro de empresa, um vulgar cidadão, não teria usado o local de trabalho para fazer um regresso apoteótico. Portanto: Pedroso não é um cidadão qualquer e por muito cínicos que queiramos ser a verdade é que a justiça não é assim tão célere para todos.
Prevemos que se os arguidos do Processo Casa Pia ganharem vão também eles pedir uma choruda indemnização ao Estado. Está na cara. Com um bocado de azar, ou sorte, ainda metem atrás das grades os putos queixinhas que andaram a espalhar a mentira, a calúnia e a desgraça em cidadãos de bem. E nem o novo código penal, que se estivesse em vigor quando Pedroso foi preso este nunca o teria sido, poderá salvar a pele desses miúdos malcriados.Soraia Chaves,Fotojornalismo,politica, sexo, personalidades,web, online
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Quem com ferros mata
No dia em que Barack Obama ia ser aclamado como candidato democrata às eleições presidenciais americanas, John McCain fez publicar nas televisões um anúncio — pago do seu bolso — dirigido a Obama e no qual dizia mais ou menos isto: amanhã continuamos a nossa guerra, mas hoje, um dia histórico (duplo sentido para o aniversário do discurso de Martin Luther King), quero felicitá-lo pela sua conquista.
Nos EUA as eleições são renhidas e os truques, trapaças e buscas de escândalos alimentam as candidaturas. McCain ganhou pontos, mas mais que ganhar pontos deu um tom à campanha.
Foi mais que um golpe de publicidade, foi um sinal de respeito.
Retribuído.
Obama recusou o aparente brinde da filha da vice-presidente que é menor, solteira e está grávida. Um rebuçado que tem vindo a ser insistentemente embrulhado pelos media engajados, apesar de ser uma mensagem que nenhum político americano aprove actualmente e não tenha despertado nenhum interesse particular das “audiências”. Na sua resposta veemente e sentida, Obama esteve ao lado de McCain — esta é a verdade a reter do episódio.
Ora. A transposição do exemplo para a política nacional é inevitável.
Nas últimas eleições nos grandes partidos é avaliável o grau de sensatez de cada organização. José Sócrates ganhou o PS em condições de extraordinária competitividade, com 3 candidatos de luxo. No PS as lutas intestinas não foram propriamente poços de virtude, nem isso se espera, mas tiveram o mesmo tipo de tom e correcção que McCain Obama imprimiram à campanha em curso.
Já o PSD… justos céus, o que se passa nas hostes laranjas?
O PSD sempre foi um clima mais agreste (eu podia usar palavras piores) para os seus candidatos a líderes que o seu grande rival.
Mas este século tem-se superado a si próprio.
Desde Durão Barroso, que chegou ao poder em circunstâncias normais (Marcelo Rebelo de Sousa perdeu eleições), a escadaria para o poder tem estado, digamos, particularmente escorregadia.
Durão negou a sucessão a Manuela Ferreira Leite (ele lá sabia porquê).
Depois, Marques Mendes — um homem pacífico, educado e trabalhador, ideal para fazer de Fernando Nogueira II — foi apeado a meio do percurso pelos “índios” populistas que lhe fizeram a vida negra, forçando o partido a uma escolha destempada.
Passe o trocadilho, o poder popular era, como sempre foi e será, uma ilusão. O chefe da tribo vencedora acabou ele próprio vítima de um golpe à bomba que visava estilhaçar o exército popular e “restituir a credibilidade” à nação social-democrata — e, aproveite-se, a Linha à São Caetano. As bombas incendiaram e puniram Luis Filipe Menezes com a mesma justeza com que este apeara o seu antecessor, não fosse o ligeiro detalhe de esse não ter feito mal a ninguém.
Esta semana a líder — que a esta hora já deve lamentar ter-se deixado envolver nisto — ficou sozinha com o bombista arquitecto do atentado a Menezes. Marcelo Rebelo de Sousa retirou o seu cardeal apoio a Manuela Ferreira Leite.
José Pacheco Pereira não o fará. Tal como com Cavaco, take one, se apostou em Manuela, vai com Manuela até ao fim do filme — ainda que possa sair antes do genérico final se houver argumento para nova fita abrilhantada pela estrela do Norte.
Mas Marcelo Rebelo de Sousa deixou-lhe a batuta fervente nas mãos. Muito claramente, na televisão, delegou nele a responsabilidade da estratégia. O que levanta uma curiosa interrogação. Como a água e o azeite, o PSD profundo e Pacheco Pereira não se misturam, não têm nada a ver — nem querem; até que ponto poderá Manuela justificar a presença de um corpúsculo estranho.
Bem, eu tenho uma resposta para isto que passa por Cavaco, de quem Pacheco é uma vez mais homem de mão. Quanto vale o cavaquismo no PSD — é uma pergunta com resposta: 1/3. A questão por responder é: os outros 2/3 fazem o quê?
Marcelo sempre correu a maratona.
Manuela não tem culpa. Os outros peões ainda menos. Alguns deles, dizem-me, são bastante bons. O problema é que no tabuleiro faltam torres, cavalos e bispos.
Vejam a coisa pelo lado positivo. Pela primeira vez, vejo falar-se por aí na criação de um novo partido ao centro e ninguém desata a rir. Até já foram criados dois — mas não é desses que estou a falar. É de um que rasgue de vez o manto podre da social democracia à portuguesa, um termo incaracterístico que já não significa nada nem designa nenhuma corrente.
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Separação, mas só num sentido
Acabei de ouvir, durante meia hora, o juíz Rui Rangel a comentar, um pouco a despropósito, a legislação deste governo que afecta o funcionamento da justiça. Concordo com algumas das críticas e com outras nem tanto. Mas no fim o senhor juíz deixou-me baralhado. Comentando o comentário feito por José Sócrates à sentença sobre Paulo Pedroso (em que este se limitou a insinuar a sua satisfação pessoal), disse que o primeiro-ministro não o deveria ter feito. A bem da “separação de poderes”. Se percebi, a separação de poderes impede um titular do poder executivo de mostar satisfação, a título pessoal, por uma decisões do poder judicial que por acaso até afecta o poder político. Mas a mesma separação de poderes não impede que um titular do poder judicial critique, de forma bastante violenta e clara, as decisões do poder legislativo e executivo que por acaso afectam o poder judcial. É isto, não é?
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LENDOVENDOOUVINDO ÁTOMOS E BITSde 2 de Setembro de 2008As palavras co
VENDO
OUVINDO
ÁTOMOS E BITS
de 2 de Setembro de 2008
As palavras com que o Primeiro-ministro José Sócrates se dirigiu aos 40000 candidatos à docência que ficaram de fora no concurso dos professores roçam o insulto e a grosseria. É verdade que o Ministério da Educação não deve contratar quem não precisa. É verdade que a maioria dos candidatos não se podem intitular de "professores", embora muitos o sejam, muitos já tenham dado aulas, muitos já andem há anos a tapar os buracos das colocações sem as garantias mínimas em termos de segurança social. Mas é também verdade que eles são parte da nossa mão de obra qualificada, eles são exactamente as pessoas a quem José Sócrates prometeu dar emprego. É insuportável o modo como ele os tratou.
*
O que eu acho inqualificavel, e' que muitos destes professores continuem ano apos ano a tentar um colocacao que e' basicamente impossivel. Ja' ha' muito tempo que alguns desses "professores" deveriam estar a fazer outra coisa mais util com as suas vidas. Talvez tentar outra carreira, mas o problema em Portugal e' que toda a gente quer ser funcionaria publica e ter a comoda almofada do Estado. Se foi recusado 1,2, 3, 4 vezes, porque e' que concorre outra vez? Qual e' o proposito? Masoquismo?
De uma vez por todas: De-se as escolas a total liberdade de contratar e despedir professores. Acabe-se com esta insanidade de colocacoes, listas, etc.
Manuela Ferreira Leite vai ser criticada pela mesma coisa, se e quando for primeira-ministra. Nao e' culpa dos governos, e' culpa de um sistema imbecil.
(Carlos Carvalho)
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A catadura
Às primeiras horas da manhã, a decisão tomada pelo tribunal era já conhecida dos principais media e foi já notícia nas televisões, comentada até pelo advogado do autor da acção.
Em poucas palavras, na Sic, à hora do almoço, o advogado Celso Cruzeiro, de um PS profundo, vindo da oposição em companhia de Jorge Sampaio e Ferro Rodrigues, manifestou claramente a opinião de que o processo Casa Pia, constituiu uma urdidura, repetindo a expressão já usada por Ana Gomes, outra militante desse PS das profundezas do Largo do Rato.
Urdidura cujos autores não nomeou, tendo apenas insinuado que do processo saem pistas para se conhecerem.
Aquela Ana Gomes, no blog onde escreve, já por duas ou três vezes , afirmou por escrito que o caso, desde o início, foi tratado na sede do partido, como uma questão de estado de sítio. Por causa dos “horrores do golpe Casa Pia”, escreveu literalmente. E adiantou nomes suspeitos da urdidura. Um deles, naturalmente, tem por nome Paulo. Mas há mais e até do próprio partido, como a mesma não se coibiu de esclarecer e comunicar.
José Sócrates, hoje mesmo, escusou-se a comentar o caso, comentando num sorriso aberto e contraditório que todos deveriam adivinhar como se sente, porque acompanhou o caso desde o início.
Não é arriscado, por isso mesmo, dizer que o caso da Casa Pia, se transformou, para o PS e desde o início, num caso político, de combate político, com regras usadas nesse combate e métodos tradicionais desse combate.
Todos os militantes de um PS que acolheu o preso preventivo nas escadarias da AR, entendem o caso como um “golpe contra a direcção do PS de Ferro Rodrigues- Paulo Pedroso”. Poder judicial, separação de poderes, igualdade de cidadãos perante a lei, pudor, reserva, decência democrática, tudo isso fica para trás, neste vórtice de luta de fundo pelo poder político imediato. As regras que valem e passam a contar, são as utilizadas na luta política mais típica, onde a verdade vale o que valer o interesse e a mentira é arma de arremesso.
Há um nome neste PS que não alinha nesta treta de golpe: Rui Pereira. Já o declarou, diversas vezes, que não acredita em cabalas contra o PS, no caso Casa Pia.
Vai ser ele o próximo sacrificado deste governo, enquanto esta pouca-vergonha perdura, a cavalgar a tese bem montada da urdidura.
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Uma louca visão sobre Rui Cruz
O Jorge do LoucaMente.net aceitou o meu desafio e escreveu um guest post aqui no blog. Decidiu escrever sobre mim, e estou a pensar substituir ou usar partes de ambos os meus abouts. Comentários são bem vindos.
Quem é Rui Cruz?
Eu não sei quem é o Rui Cruz, mas posso especular. Rui é uma palavra que é um nome e que em português antigo quer dizer Rui. Como se vê a evolução da palavra não foi muita. Curiosamente, nos seus 21 anos de vida (ele considera vida engatar miúdas de 12 no chat) também não evoluiu muito.
O apelido Cruz indica obviamente que este rapaz transporta uma cruz: o seu talento (ou loucura, ainda não percebi bem). O apelido Cruz pode também significar parentesco com Carlos Cruz , o que confirmaria o interesse por raparigas de 12 anos. Até o dia de hoje não há provas de ADN que liguem os dois elementos pois Carlos não quer ser ligado a alguém “tão deturpado” e tão mediático de modo a evitar escândalos.
Rui Cruz é apesar de tudo já uma presença assídua e controversa na blogosfera e sociedade portuguesas tendo mesmo sido reconhecido pelas figuras mais notáveis de Portugal. O próprio José Sócrates afirmou: “Espero um dia ter a inteligência de Rui Cruz”. No mundo dos blogs, duas referências portuguesas denotaram a presença de Rui. Marco Santos elogiou os seus bitaites e Paulo Querido certamente o admira.
Rui Cruz fala diversas línguas e dialectos, alguns dos quais só ele compreende.
Para além das características supra-citadas Rui Cruz é também um homem com poderes “especiais”, tendo separado a água do bidet ao meio (i.e. esvaziou metade do bidet para um balde quando este ficou entupido).
Rui Cruz é também um homem de fé, acreditando que o Sporting vai ganhar o campeonato nacional. Muitos acreditam que esta fé está relacionada com o estrabismo que o faz não ver as coisas como as outras pessoas vêem.
Ele cultiva também a sua veia cultural e vê assiduamente filmes selectos estrangeiros holandeses e belgas (i.e. pornografia) e apura o seu paladar com rebuçados de mentol e vinho (de pacote).
Com todos estes atributos não admira que Rui Cruz faça sucesso entre mulheres, transexuais e hermafroditas.
Rui Cruz – Um miúdo homem, um grande maluco blogger, e um ícone dos bordeis blogs.
Espero que com este “about” tenham ficado a saber quem é Rui Cruz, pois eu não sei.
PS: Ameaças de morte deverão ser dirigidas ao autor do blog com o Assunto “Urgente”.
2 Comentários | Artigo original: Uma louca visão sobre Rui Cruz
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Desagradável
A mim, que não gosto de mentiras, muito menos de ver o meu nome associado à difusão de informações falsas, resta-me ter o cuidado de seleccionar melhor os bloggers que vou republicando, desmentir o texto de ontem em letras bem gordas e desculpar-me junto dos meus leitores. Quanto ao blog, apesar do seu autor ter sido burro, não lhe vou mudar o nome para “o país do Filipe”. Ficamos assim.
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15% da população activa que não concluiu secundário inscrita no programa Novas Oportunidades
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Novas Oportunidades: 15 por cento da população activa que não concluiu secundário já se inscreveu no programa - Sócrates
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«Farmácias hospitalares são vitória sobre interesses corporativos»
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Farmácias hospitalares «são vitória sobre interesses corporativos», diz Sócrates
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Saúde: "Farmácias hospitalares são vitória sobre interesses corporativos" - José Sócrates
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Educação: Governo diz ter feito o maior alargamento de sempre na Acção Social Escolar
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Educação/Ano Lectivo: Manuais e refeições gratuitas e passe para combater abandono e insucesso escolar
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Condolleeza Rice em Lisboa hoje e amanhã para encontros com Sócrates e Luís Amado
A secretária de Estado norte-americana, Condolleeza Rice, vai estar hoje e amanhã em Lisboa para encontros com o primeiro-ministro, José Sócrates, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
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Condoleezza Rice em Lisboa hoje e amanhã para encontros com Sócrates e Luís Amado
A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, vai estar hoje e amanhã em Lisboa para encontros com o primeiro-ministro, José Sócrates, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
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Condoleezza Rice chega esta quinta-feira a Lisboa
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Sócrates justifica 400 milhões na modernização tecnológica de escolas
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Novabase, um caso de sucesso tecnológico
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Educação: as promessas do Governo
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Fenprof discorda de Sócrates sobre colocação de professores
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Primeiro-ministro garante que Educação é a prioridade das políticas de investimento público
O primeiro-ministro, José Sócrates, assegurou que a Educação é a área "prioritária das políticas de investimento público". O chefe de Governo falava após uma visita a três escolas emblemáticas de Lisboa que vão receber obras de requalificação, sendo que até 2015, o Executivo esperam que fiquem concluídas os trabalhos de modernização nas 332 escolas do país.
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Estado contrata apenas os professores que necessita
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Sócrates não quer apenas tapar buracos em requalificação de escolas
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Sócrates lembra que Estado só coloca os professores de que necessita
O primeiro-ministro, José Sócrates, criticou hoje a polémica sobre o número de professores excluídos dos concursos do Ministério da Educação, afirmando que "o tempo da facilidade acabou".
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Sócrates sublinha que o Estado só irá colocar os professores que forem necessários
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«Justiça pode tardar, mas não falha», diz Pedroso
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