jcd em
BLASFÉMIAS há cerca de 6 horas (
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Neutralidade informativa expectável.
No Público:
Condoleezza foi recebida por José Sócrates e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, na entrada principal da residência oficial do primeiro-ministro ao fim da tarde, onde, em atitude provocatória, alguns dos jornalistas apresentavam crachás pró-Obama com o slogan “Yes, we can” - estrategicamente escondidos debaixo das lapelas.
[...]
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DOTeCOMe...o Blog há 3 dias (
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Com a Rússia não se brinca e com os cidadãos também não
"Com a Rússia não se brinca nem se ameaça: negoceia-se. Eis uma regra que os dirigentes europeus deveriam ter sempre presente e, nomeadamente, nos tempos que correm. Para não se deixarem levar pela onda de propaganda, soprada pela Administração Bush, nem pelas provocações do perigoso Presidente da Geórgia, Saakashvili.Tem toda a razão o nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, quando, numa entrevista concedida ao Expresso, teve a coragem de criticar o modo como os Estados Unidos e a União Europeia têm tratado a Rússia, nos últimos anos. Durante a presidência portuguesa, Portugal bateu-se - e bem - para normalizar as relações entre a União e a Rússia, nomeadamente na Cimeira que promoveram. Mas, depois, a instalação dos mísseis na Polónia e na República Checa, o imprudente relacionamento criado pela NATO com os países limítrofes da Rússia, da Ucrânia, do Cáucaso e do Mar Cáspio, a independência do Kosovo, aplaudida pelos Estados Unidos e por boa parte dos países europeus, foram demasiadas provocações. Bernard Kouchner ameaçou aplicar sanções contra a Rússia. Quais e como?... A Rússia reagiu com brutalidade. Medvedev avisou: "Se a Europa quiser uma deterioração das relações, vai tê-la naturalmente." Numa escalada preocupante, o Ministério da Defesa russo confirmou o êxito dos testes de um míssil balístico intercontinental, capaz de suplantar as tecnologias de defesa "inimigas". Entretanto, a Rússia reconheceu a independência da Abcásia e da Ossétia do Sul. Como sempre, Putin, mais directo, acusou os Estados Unidos de terem empurrado a Geórgia para o conflito para beneficiar McCain, nas próximas eleições presidenciais, visto McCain ter apelado à expulsão da Rússia do G8. Que insensatez... Espero que o Conselho Europeu que está reunido, quando escrevo estas linhas, saiba moderar uma situação que pode tornar-se desastrosa..."(Mário Soares, DN 02.09.2008) Nesta matéria sou surpreendido por uma rara concordância com Mário Soares (e Chavez, vejam lá). Gostava de saber como reagiria o "Ocidente" se os russos desatassem a incitar o Irão a atacar Israel ou se instalassem mísseis "defensivos" no México ou no Canadá.Com a Rússia não se brinca e com os cidadãos também não.
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cronicasdorochedo há 3 dias (
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Como um castelo de cartas...
Em entrevista ao Expresso, Luís Amado veio confirmar aquilo que já todos sabíamos, mas o governo sempre recusou assumir: a UE meteu o pé na argola ao reconhecer a independência do Kosovo.
O ministro dos negócios estrangeiros foi ainda mais longe na entrevista, ao afirmar que “…esta é a primeira crise de uma sucessão de outras crises com que vamos ter de lidar na próxima década.”
O inefável José Lello, diz o DN, também
“ está muito preocupado” com o reconhecimento pela Rússia da independência da Ossétia do Sul e da Abecásia, por “violar resoluções do Conselho de Segurança da ONU”. Pena é que Lello, presidente da assembleia geral da NATO, não tenha tomado idêntica posição face ao Kosovo…
Agora é capaz de ser um bocado tarde para chorar sobre o leite derramado. Estes “Aprendizes de Feiticeiros”, no trono dos seus etéreos pedestais, são incapazes de tomar as atitudes aconselháveis na altura própria e depois vêm lamentar-se por ter ateado fogos desnecessários.
Ontem, tal como se esperava, a UE meteu o rabinho entre as pernas e depois de muitas ameaças à Rússia – que devem ter provocado enormes gargalhadas no Kremlin- veio dizer que ia continuar vigilante.
A Europa meteu-se num beco sem saída, porque tardou a perceber que Saakhashvilli se armou em vítima, tentando forçar a entrada na NATO com um golpe suicida, quando afinal é o principal culpado desta crise.
A Europa deve estar vigilante, mas não é em relação à Rússia… é em relação a esses autocratas que chegaram ao poder nos países de Leste, arvorando-se em democratas que na realidade não são. A maioria dos dirigentes daqueles países ( veja-se só o caso da Polónia) apenas está interessada na Europa, para que esta a proteja da Rússia.
A UE continua de compreensão lenta, reagindo como uma velha esclerosada. Por isso só agora começa a compreender que o alargamento a 27 foi um rotundo disparate, para onde se deixou arrastar, por ser gulosa. E só agora percebe as consequências do reconhecimento do Kosovo.
Pensar que seria possível isolar Moscovo foi um erro de palmatória. O recuo foi, por isso, a única estratégia possível. Sem honra nem glória mas, vá lá, com a ponderação que se exigia.
Lá mais para Oriente, não falta quem tenha acabado de ganhar mais uma aposta no futuro. Mas isso, parece-me que a Europa também ainda não percebeu...
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Notas Verbais há 6 dias (
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Ossétia, Kosovo. Luís Amado, expressivo...
Até que enfim! Luís Amado diz o que já devia ter sido dito sobre os (kos)ovos de Colombo, e sobre essas ideias peregrinas de estagiários da opinião a propósito da Rússia.
No Expresso, claro, que é o último comboio a tomar para se chegar sobre a hora à estação de destino.xxx
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Notas Verbais há 7 dias (
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Jogo olímpico
Se o Camões está assim tão bom, porque é que António Braga (primeiro) e Luís Amado (mais recentemente) insistiram na premência da «refundação» desse jogo olímpico?xxx
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Kontratempos há 17 dias (
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AS AMEAÇAS DAS ESTEPES. A Rússia ameaça a NATO. A Rússia ameaça a
AS AMEAÇAS DAS ESTEPES. A Rússia ameaça a NATO. A Rússia ameaça a Ucrânia. A Rússia ameaça as relações com os EUA. A Rússia ameaçou cortar os fornecimentos energéticos a parte da Europa. A Rússia utiliza o cínico argumento do «humanitarismo armado» para canibalizar a Geórgia e ameaça quem ataque as suas, imagine-se, «forças de paz». A Rússia ameaça, sem mais: são assim, desde a consolidação da ordem de Putin, quase todas as notícias que chegam do antigo centro do bloco comunista. É certo que o precedente do Kosovo, o aventureirismo do presidente Georgiano, a tibieza europeia e a «democratização» iraquiana propulsionaram as mais recentes ameaças russas, mas exige-se mais da comunidade internacional na reacção a essa conjugação de força bruta, sobretudo por parte de quem viveu durante décadas sob a ameaça soviética na Europa ocidental e quem de facto experienciou a sua barbárie na Europa de Leste.
A Rússia passou directamente do totalitarismo comunista para o totalitarismo das máfias, da corrupção, do autoritarismo de Estado e de clientelas do antigo PCUS que rapidamente foram absorvidas pela «abertura» pós-soviética. Todos os sinistros membros do aparelho repressivo comunista fortaleceram o seu poder nos escombros da URSS à sombra da recuperação da simbólica imperial da Rússia -- um país-continente que nunca existiu sem ela --, da exploração dos seus imensos recursos naturais, da hostilização das suas antigas «democracias populares» e da dependência energética europeia. Aos poucos, isso tem vindo a desenhar um lento mas sólido guião de uma Rússia militarizada que necessita tanto das mundivisões da Guerra Fria quanto o resto do mundo não precisa delas.
A Rússia tem restaurado o seu papel na cena política internacional optando invariavelmente pela duplicidade, pela ameaça, pela máscara, navegando em águas turvas e turvando-as para nelas navegar. É assim na ONU, nos dossiers nucleares iraniano e norte-coreano, no alargamento da UE, na expansão da NATO, na relação com a China, em tudo. E a tudo isso, até agora, a Europa e a NATO foram incapazes de assumir aquilo que Luís Amado definiu como uma posição de força sem agressividade, que já não seria pouco. A curto prazo, como se viu nas últimas semanas, passará por aí a capacidade de afirmar (ou não) a sustentabilidade de uma União Europeia tal como a conhecemos. Ou, melhor dizendo, com os países que conhecemos. Sem fantasmas, mas com uma mínima ideia colectiva do que pretendemos no horizonte de uma comunidade alargada de democracia e segurança.
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NOTAS SOLTAS, IDEIAS TONTAS há 42 dias (
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Língua "Plesa"
Marcos Santos - 25.07.2008
Lisboa (Portugal) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou hoje (25), por volta das 9h30 (5h30 em Brasília) ao Centro Cultural do Belém, em Lisboa (Portugal), para participar, durante todo o dia, da 7ª Conferencia de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Ele foi recebido pelo primeiro-ministro de Portugal José Sócrates, pelo presidente do país, Cavaco Silva, e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado.
Depois de posar para uma foto oficial, os chefes de Estado do Brasil, de Portugal e de outros países que falam a língua portuguesa devem participar de um debate político, fechado à imprensa, para analisar temas como paz, segurança, energia e alimentos.
À tarde, os chefes de Estado discutem a unificação ortográfica da língua portuguesa.
Fonte Agência Brasil
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Notas Verbais há 44 dias (
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Da minha língua, vê-se 30 milhões de euros...
O ministro Luís Amado já disse que a presidência portuguesa da CPLP centrar-se-á no objectivo «essencial» do concerto dos oito - a promoção da língua portuguesa. E logo a seguir, observou o ministro que tal objectivo «foi descurado» nos 12 anos de vida do mesmo concerto. Ora, para curar, foi criado um «Fundo para a Promoção e Valorização da Língua Portuguesa», com uma verba inicial de 30 milhões de euros, mas aberto a contribuições de outros países (Espanha e França não deverão ser...)
Até agora, da língua apenas se tem visto o mar, mas como, para além disso ou mesmo sem isso, se começa a ver 30 milhões de euros, é bem possível que por aí surjam curadores do objectivo.xxx
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Notas Verbais há 57 dias (
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Braço direito de Amado. É o mesmo
Mas só porque, por aí, se garantiu que João Cravinho é "o braço direito" de Luís Amado, até o MNE argentino tentou hoje observar discretamente se o ministro tinha mudado alguma coisa das falanges à clavícula. Mas não! O projecto do braço pode ter outra versão, mas está lá tudo na mesma e tudo menos Cravinho! Para que não restem dúvidas, republica-se o braço direito do ministro, tal como Benita Ferrero-Waldner, a comissária europeia responsável pelas Relações Externas e pela Política Europeia de Vizinhança, o conheceu em Mafra, em Outubro do ano passado, tal como NV deram oportunamente conta.xxx
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Notas Verbais há 58 dias (
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Incorrecções por aí... Amado a «nomear» embaixadores?
Mas o que é isto? De ânimo leve se escreve por aí que na «orgânicda do MNE», Luís Amado «coordena política externa e nomeia embaixadores». Que coordena a política externa assim é, embora também a formule e execute. Mas quanto a nomear embaixadores, não é segredo de estado que essa é uma competência do Presidente da República nas relações internacionais - a de «Nomear os embaixadores e os enviados extraordinários, sob proposta do Governo, e acreditar os representantes diplomáticos estrangeiros» - e que tem sido sempre assim, não foi Manuel Lobo Antunes que terá modificado isso ontem, antes de falar à Lusa.
Podemos dizer tudo de Amado, mas que ele não nomeou um único embaixador, lá isso é verdade. E a quem disser que ele fez essa patifaria, o ministro aconselhará a leitura da Constituição. No mínimo.xxx
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Notas Verbais há 62 dias (
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Especiaria da Índia. E com "notícia" já!
SITE RENOVADO A embaixada de Portugal em Nova Delhi, com novo site, em novo endereço, com o embaixador Luis Castro Mendes a dizer o essencial e o convincente em quatro parágrafos sem caminhos marítimos - vai directo ao assunto. Dizem-nos que se trata da primeira fase estreada ontem mesmo, outra virá, aguardemos. Mas para primeira fase, o site passa com nota superior à média da matemática nacional, porque tem notícia do previsível e não notícia com gáspeas gastas, musgosa, oficialenta. E notícia é a visita de Luís Amado a Nova Delhi e a Goa, nos próximos dias 7 a 9, também com o essencial (o convincente ou não, é para depois).
É claro que isto dá trabalho mas vale a pena para chegar a bom porto até porque, para a Índia, pelo caminhos marítimos apenas se semeia ventos e se colhe tempestades.
Aqui fica o registo (o link na coluna ao lado, já está actualizado)
ficando também a sugestão de uma olhadela → AQUI xxx
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Notas Verbais há 62 dias (
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ARGUMENTÁRIO DN ■ Estatuto? Qual?
NO ADRO Claro que não há novo estatudo dos diplomatas, há projecto e projecto que tem vindo a ser discutido e alterado - ainda a procissão vai no adro. Excessivo, portanto, o título «Novo estatuto dos diplomatas/ com artigos insconstitucionais».
AMADO NISTO FAZ BEM E se Luís Amado não se pronuncia, faz bem - ainda não há projecto final passível de decisão política. Qual é o problema no plano político? O documento é polémico de há muito, não é desde ontem, ou de há escassos dias.
TRANSPARÊNCIA, COMO? Haja Câmara de Recurso Arbitral para dirimir diferendos de promoções, nomeações e colocações, ou não haja câmara, o problema de há muito nas Necessidades tem um nome: transparência. Há muitos telhados de vidro, pelo que muita gente (com ex-ministros e diplomatas pelo meio) apenas falam ou atiram pedras, tarde e más horas, por interpostas pessoas, não ousando dar a cara. Como resolver o problema da transparência na carreira, é o debate que devia estar na ordem do dia, nas Necessidades. Não está, pelos telhados de vidro, tanto que sobre isso a própria Associação Sindical dos Diplomatas não ousa tomar posição pública, inequívoca e atempada, parece que preferindo a discreta defesa corporativa de interesses sócio-profissionais que esticam a corda. E não esquecendo que o MNE é um ministério com funções de soberania.
O DN fica-se pela rama,
retem-se em considerandos sobre um artigo de projecto.
A questão é mais funda e, sem dúvida, grave.xxx
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Notas Verbais há 64 dias (
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)
Teixeira dos Santos em Maputo. Excesso de zelo...
CLARO COMO A ÁGUA É mesmo claro que o anúncio do ministro das Finanças, em Maputo, de que Portugal prepara para "muito em breve" o cancelamento da dívida de São Tomé e Príncipe, e que idênticas medidas poderão ser alargadas a outros países da CPLP, isto no final da cerimónia de cancelamento da dívida de Moçambique (249,5 milhões de euros), era coisa para Teixeira dos Santos «coordenar» com Luís Amado…
É verdade que Sócrates refere que «ninguém sabe do que se passa nos conselhos de ministros» que assim deixou de ser a cada das nicas de outrora, mas fora do conselho de ministros é que não há lugar para dois ministros de Negócios Estrangeiros. Se assim for, será então melhor que novamente se passe a saber o que acontece dentro do conselho - sempre evita inconveniências.xxx
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Notas Verbais há 64 dias (
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)
DIPLOMACIA PARLAMENTAR ■ Audição do MNE. E daí?
ORELHAS P'LOS PÉS Na Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, ontem ocorreu a
audição parlamentar Nº 35-CNECP (pós RAR)-X, nos termos do nº. 2 do artigo 104º do Regimento da Assembleia da República, sendo ouvido o ministro de estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado.
Do que foi perguntado, nada que de há muito já não se tenha ouvido, e do que foi respondido nada que de há muito mais tempo não conste no caderno de argumentário com respostas a perguntas previstas. Tudo à volta dos pretextos que o Tratado dá. Pelo que se sabe da reunião, seria melhor dizer que a audição foi para o ministro ouvir uns quantos deputados com vagar e não o contrário...xxx
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Notas Verbais há 65 dias (
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)
Parabéns ■ Até onde chega a cronologia...
Mestre não é o que lava os pés aos discípulos, mas o que exige a estes que andem sempre com os pés lavados.- Manuel CII Paleólogo©
Pedro Direito Monteiro, secretário de embaixada,
nos serviços das Organizações Políticas InternacionaisOLHA QUEM FOI (e é) MINISTRO Após 15 meses de Freitas do Amaral nas Necessidades, tomava posse, neste dia, há escassos dois anos, Luís Filipe Marques Amado (5.º ministro pós-NV)Natural de Porto de Mós, Luís Amado reentrou em 2006 nas Necessidades como ministro (na Casa, antes, fora secretário de estado dos Estrangeiros, com Jaime Gama) e ao quarto dia já tinha provado que reentrou por si. É o ministro mais regular do XVII governo, com um raciocínio frio e cortante contraposto ao olhar afectivo daquela espécie reconhecível no segundo dos painéis de S. Vicente - o que, em diplomacia, produz o mesmos efeitos que um hipnotizador que sabe.xxx
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Notas Verbais há 65 dias (
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Convenção para Migrantes... O que é isso para Portugal?
COISA PARA POBRES Adelino Rodrigues, em nome da Associação de Reencontro dos Emigrantes, escreve ao MNE Luís Amado apelando a que Portugal ratifique a Convenção Internacional sobre a Protecção de todos os Trabalhadores Migrantes e Membros das suas Famílias (ONU, 1990, entrada em vigor em 2003, agora com 37 estados partes).
Na verdade, Portugal, imitando outros países de vocação universalista, nem sequer assinou a convenção. Aliás, não aceder a esta convenção parece ser ponto de honra da «política externa» europeia… ou tal convenção não pareça ser coisa para países pobrezinhos. Até porque Portugal já não tem emigrantes, tem
diasporistas.
A seguir, dá-se conta dos estados partes da convenção, por ordem alfabética, com países lusófonos em destaque:
Albânia, Argélia, Argentina, Azerbaijão, Bangladesh, Belize, Benim, Bolívia, Bósnia-herzegovina, Burkina Faso, Cambodja, Cabo-Verde, Chile, Colômbia, Comores, Egipto, El Salvador, Equador, Filipinas, Gabão, Ghana, Guatemala, Guiné, Guiné-Bissau, Guiana, Honduras, Indonésia, Kirguistão, Lesoto, Libéria, Líbia, Mali, Marrocos, Mauritânia, México, Montenegro, Nicarágua, Uganda, Paraguai, Perú, São Tomé e Príncipe, Senegal, Sérvia, Seychelles, Serra Leoa, Síria, Sri Lanka, Tajiquistão, Timor-Leste, Togo, Turquia, Uruguaixxx
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Notas Verbais há 68 dias (
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Nuno Brito toma posse. Bramão Ramos sai com honra
Nuno Brito vai tomar posse como director-geral de Política Externa,
cargo-chave nas Necessidades.
Mas é hora de uma palavrinha sobre Bramão Ramos.JUSTO Pois será justo reconhecer publicamente o trabalho do director político cessante, Vasco Bramão Ramos. Afinal de contas, foi ele quem arcou com a responsabilidade da presidência portuguesa da UE de 2007, quem a preparou em cima da hora, em circunstâncias muito difíceis - difíces porque herdou um vazio, nada ou pouco estava preparado.
Foi Vasco Bramão Ramos que orientou a presidência nos serviços dependentes, nas embaixadas, missões e múltiplas reuniões em teve de participar. Fez um trabalho notável, de grande competência, com brilho, motivando os funcionários, com sacrificio da sua vida pessoal, sem que, no fim de contas, tenha tido o expectável reconhecimento e gratidão do poder político. Gostaríamos de ter ouvido de José Sócrates e de Luís Amado, mais, melhor e a horas. Vasco Bramão Ramos é o protótipo do diplomata discreto, avesso à mediatização do ego para se enfronhar no trabalho - sabemos isso de há muito, pelo que não é favor nenhum dedicar-se-lhe estas palavras.
Chega ao fim mais uma etapa das Necessidades, ou talvez será mais apropriado dizer-se que começa «uma nova página», para bastantes diplomatas com algum sabor amargo, mais como a etapa terminou do que pela nova página que é virada. Até porque o maior partido da oposição tem um novo quadro ou figurino, como se queira, e, pelo menos no MNE, não se pode queixar de não ser considerado pelo partido do poder, como publicamente Ferreira Leite se queixou, e seria melhor que não se tivesse queixado.
Fica este registo. E é quanto basta, por ora.xxx
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Notas Verbais há 70 dias (
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Amado e Moratinos. Encontro no Funchal
ROTINA Para o já habitual encontro intercalar entre cimeiras luso-espanholas, Luís Amado e Miguel Moratinos escolheram desta vez o Funchal (amanhã, 28). Naturalmente para balanço das decisões tomadas na cimeira de Braga (Janeiro) e acertos nas questões "externas" da UE - relações com o Magreb, União do Mediterrâneo, Processo de Paz no Médio Oriente, Balcãs Ocidentais, relações UE-África e o problema do Zimbabué que não é pequeno e pode vir a ser maior.
Nota à margem: Amado no Funchal não precisrá de cicerone.xxx
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Notas Verbais há 72 dias (
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Luís Amado, debate em Londres. Europa e Portugal
Luís Amado, amanhã (26), em Londres, participa num debate sobre “O futuro da integração europeia e a política externa portuguesa”, no Centro Português de Estudos, presidido por António Borges.xxx
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O país do Burro há 74 dias (
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)
Democracia para fora
«O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, afirmou, esta segunda-feira, que a desistência do dirigente da oposição no Zimbabué, Morgan Tsvangirai, da corrida à segunda volta das presidenciais "é mais do que justificada". 'Temos de trabalhar no âmbito da ONU, da UE e de organizações regionais para garantir que o processo político se venha a normalizar', afirmou Luís Amado, em declarações à margem da conferência 'Portugal, União Europeia e Estados Unidos - Novas Perspectivas num contexto de Globalização', que decorre em Lisboa.» (CM)
Sinceramente, não estou bem a ver com que crédito e com que autoridade Luís Amado ou a União Europeia intervirão neste processo. Por duas razões principais: a primeira, pela recepção que lhe deram em Dezembro passado em Portugal. Já nessa altura era conhecida a faceta de ditador assassino de Robert Mugabe. A UE ignorou-a, assumiu o encontro como normal e recebeu-o como amigo ou, pelo menos, como parceiro. Sendo Robert Mugabe o mesmo de então, não se entende muito bem o que mudou para que a UE ofereça uma ajuda que, aliás, não lhe foi pedida por ninguém.
A segunda prende-se com o desrespeito sistemático pelo resultado de eleições que a UE tem mostrado nos últimos tempos, nomeadamente as reacções deploráveis a resultados adversos na aprovação de um tratado que as elites querem mas que os cidadãos não querem. Primeiro, as rejeições da França e da Holanda ao Tratado Constitucional, em 2005, e a reacção ardilosa das alterações mínimas que se lhe introduziram para ser apresentado em 2007 como Tratado de Lisboa, com a garantia de sua ratificação pela via parlamentar em 26 Estados-membro, longe das urnas e dos cidadãos. No único em que houve referendo, na Irlanda, em 12 de Junho último, ganhou novamente o não e, de novo, assistimos ao espectáculo deplorável de ver toda uma classe política a propor soluções de sentido contrário ao que foi expresso pelos irlandeses. Neste momento, a UE está muito longe de estar em condições de dar lições de democracia seja a quem for, muito menos a amigos.
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Notícias Nacionais RTP há cerca de 14 horas (
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)
EUA: Rice destaca "relações profundas" com Portugal em visita a embaixada norte-americana em Lisboa
"Portugal é um país com o qual temos relações profundas, que sempre gostei de visitar e passar algum tempo com o meu amigo Luís Amado e com o governo de Portugal, porque temos discussões sérias sobre ...
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Publico.pt Última Hora há 1 dia (
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)
Condolleeza Rice em Lisboa hoje e amanhã para encontros com Sócrates e Luís Amado
Diplomacia
A secretária de Estado norte-americana, Condolleeza Rice, vai estar hoje e amanhã em Lisboa para encontros com o primeiro-ministro, José Sócrates, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
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Publico.pt Última Hora há 1 dia (
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)
Condoleezza Rice em Lisboa hoje e amanhã para encontros com Sócrates e Luís Amado
Diplomacia
A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, vai estar hoje e amanhã em Lisboa para encontros com o primeiro-ministro, José Sócrates, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
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TSF Online há 1 dia (
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)
Condoleezza Rice chega esta quinta-feira a Lisboa
A secretária de Estado norte-americana, Condoleeza Rice, chega esta quinta-feira a Lisboa onde permanece até sexta-feira para encontros com o primeiro-ministro, José Sócrates, e com o seu homólogo, Luís Amado.
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Publico.pt Última Hora há 2 dias (
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)
Condoleezza Rice em Portugal com relações Europa-Rússia na agenda
Encontro previsto para o final da semana
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, disse hoje que o seu encontro com a secretária de Estado norte-americana, no final da semana, será em "encontro de rotina" em que serão abordados pontos da agenda internacional, como as relações da Europa com a Rússia.
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Expresso há 6 dias (
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)
"É um erro recriar na 'ameaça russa' a 'ameaça soviética'"
O ministro dos Negócios Estrangeiros critica os Estados Unidos e a União Europeia pela forma como têm lidado com a Rússia nos últimos anos. Luís Amado lembra que Portugal avisou para as consequências graves do reconhecimento da independência do Kosovo.
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Expresso há 13 dias (
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)
"Política externa da União Europeia é mal assumida pelos Estados-membros"
Depois do Conselho extraordinário da NATO que teve lugar terça-feira, em Bruxelas, o ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado falou ao Expresso sobre a presente tensão existente entre a Aliança Atlântica e a Rússia.
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Em
Expresso há 17 dias (
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)
Nato deve tomar posição "firme mas sem agressividade"
O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, defende que a NATO deve assumir hoje uma posição "firme mas sem agressividade" sobre a crise entre a Rússia e a Geórgia.
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Publico.pt Última Hora há 17 dias (
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)
Luís Amado defende que NATO tenha posição "firme" sem "agressividade"
Cáucaso
O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, defendeu hoje, em Bruxelas, que a NATO deve definir uma posição "firme" sem "agressividade" sobre a crise entre a Rússia e a Geórgia.
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Publico.pt Última Hora há 17 dias (
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)
Cáucaso: Luís Amado defende uma posição da NATO "firme" e sem "agressividade"
Bruxelas
O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, defendeu hoje, em Bruxelas, que a NATO deve definir uma posição "firme" sem "agressividade" sobre a crise entre a Rússia e a Geórgia.
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Notícias Nacionais RTP há 23 dias (
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)
Geórgia/Ossétia: Luís Amado adverte que se deve evitar a repetição dos erros cometidos nos Balcãs
A Europa deve, "para já, garantir o fim das hostilidades [russas e georgianas] e trabalhar do ponto de vista político e diplomático para que haja um cessar-fogo sustentável", disse Luís Amado à chegad...
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Diário Económico há 39 dias (
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)
Portugal tem de equilibrar balança com países fornecedores de petróleo
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, defendeu hoje que Portugal tem que equilibrar a balança com todos os países que lhe fornecem petróleo, dando como exemplo o caso da Venezuela.
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Em
Publico.pt Última Hora há 44 dias (
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)
Luís Amado visita o Iraque em Outubro
Ministro acredita existirem condições para "retomar relações" diplomáticas
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, confirmou hoje3 que vai visitar o Iraque em Outubro, acreditando estarem reunidas condições para Portugal "retomar as relações" diplomáticas com aquele país.
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Publico.pt Última Hora há 45 dias (
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)
MNE português diz que detenção de Karadzic revela empenho de Belgrado na aproximação à UE
Balcãs
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, considerou hoje em Bruxelas que a detenção do antigo líder dos sérvios da Bósnia, Radovan Karadzic, revela o empenho do novo governo da Sérvia na aproximação à União Europeia.
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PortugalDiário - Última Hora há 45 dias (
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)
MNE revela importância da captura Karadzic
Detenção de Karadzic revela empenho de Belgrado na aproximação à União Europeia, refere o ministro Luís Amado
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Notícias Nacionais RTP há 51 dias (
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)
Governo aprova acordo entre Portugal e Angola para protecção recíproca de investimentos
Segundo o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, o acordo para a protecção de investimentos entre Portugal e Angola "já existe com outros países em que da parte portuguesa há rela...
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Expresso há 54 dias (
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)
"Sarkozy começou bem como Presidente da UE"
"O Presidente Sarkozy começou bem o seu mandato de Presidente da UE porque pôs a capacidade e o peso da França ao serviço da Europa com o lançamento da 'União Para o Mediterrâneo', disse ao Expresso, em Paris, Luís Amado.
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Em
Diário Económico há 60 dias (
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)
Dez empresas portuguesas estão na Índia para explorar "grande potencial" de investimento
Uma dezena de empresas portuguesas está na Índia para explorar "o grande potencial" de investimento e comércio neste país, sobretudo na área dos aeroportos e infra-estruturas, no âmbito da visita oficial do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Luís Amado, afirmou hoje fonte oficial do ministério, citada pela Lusa.
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PortugalDiário - Última Hora há 66 dias (
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Governo diz que reconhecimento da independência do Kosovo é inevitável
Ministro Luís Amado aponta, porém, que caso configura «uma entorse com o sistema jurídico internacional»
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Notícias Nacionais RTP há 66 dias (
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Kosovo: Mais cedo ou mais tarde não há alternativa ao reconhecimento - MNE
Luís Amado, que falava na comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros, repetiu que o momento para esse anúncio terá sempre em conta um plano interno, em que o objectivo é procurar "o mais amplo con...
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