CAA em
BLASFÉMIAS há cerca de 12 horas (
ver fonte 
)
Pigs in muck
Porcos no estrume. É deste modo tão terno que o Financial Times se refere a Espanha, Grécia, Itália e… Portugal. Com uma justificação pseudo-técnica-económica-linguística-de-pacotilha (essencialmente, juntam as iniciais de cada país) que ainda ofende mais.
Sim, a mesma publicação onde o inapagável Manuel Pinho costuma esbanjar avultadas quantias do erário público em publicidade de retorno mais [...]
(recolher)
MatosB em
atuleirus há 4 dias (
ver fonte 
)
um país de distraídos - II
Os líbios estão interessados na Banca Portuguesa; e nos portos portugueses; e nos sectores da energia e do turismo.
Há grande entendimento entre Manuel Pinho e Muammar Khadafi!
(Diário Económico, n.º 4457).
Provavelmente, vamos então assistir a muito mais turismo líbio no Algarve; e enquanto vão e vêm de férias, devem depositar dinheiro nos Bancos participados - "parecendo que não facilita...".
Espero que não seja branquamento; e que os turistas, sejam só isso.
(recolher)
helenafmatos em
BLASFÉMIAS há 9 dias (
ver fonte 
)
O aquecimento global migrou?*
“Os verões espanhóis transformar-se-ão em tsunamis de calor, a costa norte vai tornar-se mediterrânica, o sul dará lugar a um deserto (…) Em resumo, a Espanha africanizar-se-á” – Este retrato desolador do que será a Espanha dentro de algumas décadas foi feito a José Luís Zapatero, no final do ano passado, por um grupo de peritos. Por cá começámos 2008 com avisos sobre o Verão que nos aguardava e que, afiançava-se nos jornais e televisões, “seria o mais quente dos últimos 25 anos”. Na verdade nem sequer tem sido um Verão suficientemente quente para que se lhe possa chamar Verão.
A questão das alterações de clima ou se se preferir do aquecimento global ocupou, nos últimos anos, um espaço de fé que a descrença e o abandono das igrejas deixara vazio. (Jornais como o PÚBLICO usam mesmo o termo céptico para classificar Martin Durkin que pôs em causa os dados apresentados por Al Gore no filme Uma Verdade Inconveniente.)
Desde os maremotos passando pelos furacões ao comércio de bolos no Algarve tudo mas tudo foi explicado e imputado às alterações de clima. Em Portugal, à semelhança do sucedido noutros países, os investigadores do clima foram quase postos à margem da discussão pois a cautela das suas declarações não se compadecia com as certezas universais que dia a dia se arreigavam neste assunto. No início de 2008, declarações como as que João Corte-Real, professor catedrático de meteorologia da Universidade de Évora, fez ao “Expresso” ainda iam em absoluta contra-corrente mediática: “Acho que não vai haver qualquer catástrofe, e se estivermos, de facto, a viver uma alteração climática à escala planetária, que vai certamente bulir com os nossos hábitos e com muitas das nossas actividades, saberemos encontrar soluções para enfrentar essa situação. Falar em catástrofe não é científico, não é humano, é uma forma primitiva de apresentar as questões.”
Contudo de Fevereiro até agora o assunto foi esmorecendo. Certamente que o facto de o Verão ter sido decepcionantemente fresco contribuiu para tal. Mas convenhamos que a China também deu o seu contributo decisivo. Desde que a China ultrapassou os EUA como maior emissor mundial de CO2 que a questão da responsabilidade dos países nas alterações de clima perdeu parte do seu interesse mediático. Mas seja como for e porque razão for a verdade é que o aquecimento global está a perder a sua força enquanto motivo do apocalipse previamente anunciado. Entretanto muita coisa mudou. A energia nuclear, por exemplo, tornou-se “amiga do ambiente”, “limpa” e, claro, eficaz no “combate ao aquecimento global”. Em Portugal a construção duma central (ou mais do que uma pois, como Al Gore explicou a Manuel Pinho aquando da sua visita ao nosso país, não faz sentido construir apenas uma central) é reivindicada por associações empresariais. Dos partidos chegam também vozes de apoio a esta opção. Dos resíduos gerados pelo nuclear não se fala. Afinal a mesma histeria que levou a que num passado não muito distante se exigisse o fecho de todas as centrais, sobretudo as mais seguras de todas, ou seja as europeias e norte-americanas, leva agora a que, em nome das alterações climáticas, se subestimem esses mesmos riscos.
Quem sabe para o próximo ano o Verão é quente e aí começamos a perceber o que queria dizer o professor Corte-Real quando nos tentou explicar que o clima “não é uma constante, é por natureza variável, e o planeta Terra já foi sujeito a alterações climáticas no passado, para climas mais quentes e mais frios (…) Temos de nos adaptar ao tempo que enfrentamos e tomar medidas eficazes. Só que estas medidas podem ser dispendiosas e os governos, como os fenómenos não acontecem todos os anos, vão esquecendo essas medidas ou têm dificuldades financeiras e, portanto, vão adiando a solução.” Nunca nada de mais acertado se disse sobre este assunto.
*PÚBLICO
(recolher)
Em
Café Desconcerto há 11 dias (
ver fonte 
)
Como diria a outra: há coisas incríveis, não há?
- Cristiano Ronaldo terá gasto qualquer coisa como 220 mil euros... numa matrícula! Ainda por cima para ter o raio da placa a dizer CR7?! Gente foleira tem, realmente, uma grande pobreza de espírito... Não é nada narcisista o rapaz! Essa «punheta» mental não podia ser mais baratinha?!
- Phelps «foi a banhos» com Manuel Pinho, ministro da Economia. Epá, alguém explicou ao nadador quem era aquele senhor?! Continuo a achar que o rapaz pensou que o ministro era apenas mais um «fã». Quando deu por ela já as fotos estavam nos jornais. Só isso pode justificar tal acontecimento. Bem, isso ou os (supostos) 3 mil euros gastos em álcool na noite algarvia.
(recolher)
JoaoMiranda em
BLASFÉMIAS há 11 dias (
ver fonte 
)
Encontro fortuito
“Estrelas” em terras algarvias
Nos últimos dias duas “estrelas” quase se cruzaram em terras algarvias: o nadador norte-americano e campeão olímpico, Michael Phelps, que até sábado esteve hospedado no Hilton de Vilamoura para umas curtas férias, e a diva do cinema francês Catherine Deneuve que veio apadrinhar o programa Allgarve 2008. O ministro da Economia, Manuel Pinho, esteve com os dois.
Michael Phelps veio descansar para o Algarve, numa estadia curta já que chegou a Vilamoura na quinta-feira e ficou apenas até sábado. O campeão olímpico esteve na companhia do irmão e de alguns amigos, divertiu-se na noite algarvia e, no sábado, antes de partir, passou cerca de uma hora na piscina do hotel tendo por companhia o ministro da Economia, Manuel Pinho. Segundo o governante, este terá sido um “encontro fortuito”.
À comunicação social, Phelps afirmou ter gostado do Algarve e deixou a promessa de voltar. “Escolhi Portugal porque é um lugar descontraído. Gostei de cá estar, da hospitalidade dos portugueses e vou voltar de certeza”, garantiu.
Catherine Deneuve foi paga para cá estar. Michael Phelps está a precisar de um novo agente.
Michael Phelps veio cá porque Portugal é um lugar descontraído. Como é que ele sabia?
O encontro entre Manuel Pinto e Michael Phelps foi “fortuito”. Aposto que Michael Phelps foi o primeiro a meter conversa logo que reconheceu Manuel Pinto a nadar na piscina do hotel.
A presença o fotógrafo também foi fortuita.
(recolher)
Em
Circo Voador há 12 dias (
ver fonte 
)
O tubarão da piscina não conseguiu fugir a Manuel Pinho
Ninguém merece isto! Muito menos um campeão olímpico que conquistou oito medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Michael Phelps é o "tubarão da piscina" mas nem isso lhe valeu para fugir a Manuel Pinho. Ele bem tentou mas não foi a tempo, era preciso ser ainda mais rápido.
Assim teve de levar com o ministro da Economia quer na piscina, quer no spa do Hilton Hotel, no Algarve. Que mandou vir para Portugal?
Phelps garantiu que volta. Coitado, quis ser simpático. Quem é que volta a um lugar onde teve de ouvir as barbaridades que normalmente saem da boca do ministro?
Aliás, Phelps só foi à China porque por certo não soube que Manuel Pinho já lá havia estado. Se bem se recordam a vangloriar-se que os trabalhadores portugueses eram mal pagos, que em Portugal pagavam-se baixos salários, portanto muito bom para os negócios.
Ficou tão deprimido que escolheu a discoteca Nikki Lake, de onde saiu por volta da 04.00, para se afogar em champanhe Dom Pérignon. O encontro com Manuel Pinho obrigou-o a gastar cinco mil euros em bebidas.
(recolher)
Carlos Nunes Lopes em
31 da Armada há 12 dias (
ver fonte 
)
ALLPINE - As férias do ministro Pinho (IV)
Enquanto os jornais destacam os 15 mil euros de Phelps gastos em copos com os amigos, Manuel Pinho vai utilizando o orçamento de 6 milhões de euros para animar as férias.
Os jornais informam-nos quanto custa o champagne que Phelps pede, mas ainda não nos revelaram o preço das aulas de natação de Manuel Pinho com o campeão olímpico ou mesmo quanto custa concretizar um sonho, ao jantar com Catherine Deneuve.
(recolher)
Carlos Nunes Lopes em
31 da Armada há 12 dias (
ver fonte 
)
ALLPINE - As férias do ministro Pinho (III)
O Ministro do Turismo, ao contrário do Ministro da Economia, não pára.
Manuel Pinho voltou a ter um encontro inesperado. Desta vez, foi com o piloto Tiago Monteiro, que se encontrava a testar a pista do futuro Autódromo Internacional do Algarve. Não sei exactamente qual o resultado dos testes, já que o piloto acabou por ter que dar boleia ao ministro Pinho. Manuel Pinho ia ver "o andamento das obras", mas aproveitou para sentir outras emoções.
(recolher)
Carlos Nunes Lopes em
31 da Armada há 12 dias (
ver fonte 
)
ALLPINE - As férias do ministro Pinho (II)
O Diário de Notícias publicou hoje uma foto com Phelps e Pinho na piscina do Hotel Hilton, de Vilamoura.
O Ministro do Turismo diz que o encontro foi "fortuito".
Phelps não estava na lista de hóspedes do hotel, tinha pedido para não ser fotografado e aos empregados pediu para não ser tratado pelo nome.
Mas, quando se viu com Manuel Pinho na piscina terá pedido para tirar a foto e mandar afixar o imprevisto encontro no Diário de Notícias, jornal do qual deve, aliás, ser assíduo leitor.
(recolher)
Carlos Nunes Lopes em
31 da Armada há 12 dias (
ver fonte 
)
ALLPINE - As férias do ministro Pinho
O programa "Allgarve 2008" tem 6 milhões de euros para ajudar a região a tornar-se mais "competitiva" e "diversificada".
Logo, Manuel Pinho convidou Catherine Deneuve para jantar.
(recolher)
adfaro2008 em
A Defesa de Faro há 23 dias (
ver fonte 
)
O Ludo e o Pin.
Tuberaria major
Manuel Pinho desconhece candidatura de russos a projecto no Algarve, ler aqui
(recolher)
Gabriel Silva em
BLASFÉMIAS há 30 dias (
ver fonte 
)
É aproveitar enquantos os chefes estão de férias……
«nenhum político sério, em qualquer condição, pode garantir qualquer dado sobre o crescimento, as exportações ou o emprego», Manuel Pinho
«Objectivo: recuperar 150 mil empregos», José Sócrates em cartazes de campanha eleitoral
«Não há razão nenhuma para que o maior banco português pertença ao Estado.», António Borges, vice-presidente do PSD, 5/8/08
«Sugerir a sua venda é não ter [...]
(recolher)
Em
DOTeCOMe...o Blog há 33 dias (
ver fonte 
)
Energias renováveis ?
.
"
Após a sua participação na Conferência Internacional de Energias Renováveis de Washington (WIREC 2008) o ministro Manuel Pinho afirmou que existe «muito investimento e que o segredo é criar os incentivos certos e um quadro regulatório estável». Manuel Pinho declarou, mesmo, que Portugal tem uma «história de sucesso» nas energias renováveis e que esta aposta é para manter.
Segundo ele, Portugal tem para 2020 o quinto objectivo mais ambicioso a nível europeu e talvez mundial em matéria de energias renováveis." Depois do brilharete da redução do défice orçamental o governo apresenta agora o "computador português" em todas as escolas e as energias renováveis.
Estou morto por saber se, nas eleições de 2009, são mesmo renováveis as energias deste governo...
(recolher)
Liliana Fernandes em
Gosto e contra-gosto há 35 dias (
ver fonte 
)
Manuel Pinho a dobrar
Déjà vous… Ontem, li a entrevista do ministro da Economia, Manuel Pinho, à revista Sábado e, apesar de a Visão ter saído também ontem, só hoje lhe dediquei tempo. E deparei-me com mais uma entrevista de Manuel Pinho. Porque terá o ministro concedido estas duas entrevistas a revistas concorrentes e publicadas no mesmo dia? Li a da Sábado e fiquei presa pela forma como começou: “O ministro da Economia não gostou desta entrevista”. Quanto à da Visão…só a chamada de capa me motivou este artigo: “Governo vai oferecer 4,5 milhões de lâmpadas“. Já lá iremos. Antes, dizer que a entrevista da revista Sábado se incidiu sobre a crise que o país está a atravessar, enquanto a da Visão se reporta mais ao tema das energias renováveis.
Apesar de reconhecer a importância do tema para o país, não me consigo alienar da chamada de capa. Mais parece a Santa Casa da Misericórdia: computador a preço de amigo, negócios anunciados com Angola, Líbia e país de Hugo Chávez e lâmpadas de graça! Como disse um colega meu: “o Valentim Loureiro, quando estava em Gondomar, foi criticado por ter dado electrodomésticos às pessoas, com isto já ninguém diz nada!”.
Utilizei este argumento com uma pessoa que me respondeu: “Os electrodomésticos são mais caros do que as lâmpadas”. Também não deixa de ser verdade. Mas esta boa vontade em período que se pode já considerar de pré-eleitoral é passível de desconfiança, não? Tratar-se-á de uma estratégia? Como diz o ditado, “quando a esmola é muita…”.
(recolher)
Carlos Nunes Lopes em
31 da Armada há 36 dias (
ver fonte 
)
Cerebrum (V)
Manuel Pinho é "má onda"
O Rodrigo fez um post com a citação do dia, retirada da entrevista a Manuel Pinho que a Sábado hoje publicou.
É altura de rememorar declarações de Manuel Pinho no dia 4 de Fevereiro de 2005, em que afirmava que o "relançamento de uma economia só se faz criando uma onda positiva que inverta o pessimismo criado pela história da tanga". O hoje Ministro da Economia disse mais: "É um desrespeito aos trabalhadores e empresários".
Depois das declarações de Pinho constantes na Sábado, Sócrates só pode concluir que Pinho, mesmo sem "tanga", é "má onda".
(recolher)
Carlos Nunes Lopes em
31 da Armada há 36 dias (
ver fonte 
)
Cerebrum (IV)
Pinho vs. Sócrates
"Finalmente, há uma estratégia, uma orientação: água e vento como pilares para o prosseguimento dos nossos objectivos em matéria de energias renováveis.(...) No passado, há três anos atrás, o País tinha consciência de que não tinha nem orientação, nem política, nem estratégia, nem objectivos definidos."
José Sócrates, AR, 11 de Abril de 2008.
"O que parecia extravagante em 2004, quando decidimos passar para energias renováveis, parece agora ter sido uma boa decisão".
Manuel Pinho, Courrier Internacional/The Guardian, 27 de Junho de 2008.
Problemas com a memória ou com a matemática?
(recolher)
Rodrigo Moita de Deus em
31 da Armada há 36 dias (
ver fonte 
)
cerebrum
Manuel Pinho diz hoje à revista Sábado que "nenhum político sério pode garantir que o desemprego vai baixar".
(recolher)
João Gonçalves em
portugal dos pequeninos há 40 dias (
ver fonte 
)
NOVAS ERAS
Por cada novo "investimento" que promete ou celebra, Sócrates fala numa "nova era". Teoricamente, ele e o imaginativo Manuel Pinho andam, há quase quatro anos, a inaugurar "novas eras" dia sim, dia não. Pinho, o proto-ministro da cultura, até fala em "direcção comercial de luxo" para se referir ao governo e à sua extraordinária "vocação negocial" com gente tão improvável quanto imprevisível. Em breve, no ano que se segue, haverá ocasião para avaliar as "novas eras", em tese abertas por Sócrates e pelos seus ajudantes "de luxo". Numa delas, lembram-se decerto, garantia-se cento e cinquenta mil novos empregos numa legislatura. O camarada de Sócrates que preside à Câmara de Évora estava muito contente porque a "nova era" que abriram ontem por perto representará mais não sei quantos postos de trabalho e menos desertificação alentejana. A ver vamos. Era bom que os nossos jornalistas, sempre tão atentos, venerandos e obrigados ao poder socialista, começassem a preparar dossiês, preferencialmente isentos, sobre o que deram as "novas eras" sugeridas por Sócrates em quatro anos. Onde estão, o estado em que encontram e os benefícios que trouxeram. Nicolau Santos, por exemplo, podia "coordenar" esse trabalho já que é tão levianamente impressionável por "anúncios". Aguarda-se o balanço.
(recolher)
masson em
Almocreve das Petas há 49 dias (
ver fonte 
)
Semanada medíocreSem alarido que se visse, o caminho para a recessão
Semanada medíocre
Sem alarido que se visse, o caminho para a
recessão económica decorre em normalidade. Pelo descampado do convénio nativo começam a passar as habituais & arqueológicas figuras (o Bettencourt Resendes prevarica), enquanto outras inteligências, as que antes grasnavam oásis de crescimento e desenvolvimento, desapareceram na silly season. O tédio é imenso.
O sr. Sócrates, à beira do palco eleitoral, fala aos pobrezinhos, trazendo pela mão o extraordinário dr. Manuel Pinho. A prevenida sra. Ferreira Leite, olheiras pisadas e com algumas rugas sociais ainda frescas, nada tem a declarar sobre a crise ... a não ser (evidentemente!) o apoio inebriante à construção do novo aeroporto de
Alcochete. Este será portanto a novíssima obra do bloco central dos interesses. Sorte para o dr. Coelho! Com isso, a antiga "sopradora" deixa portanto por realizar a sua grande Obra alquímica e que consistia em transformar recursos financeiros de investimentos de obras públicas em transferências sociais para os indígenas. Maldito enxofre!
Por outro lado, uma prosa pesada sobre a crise veio por intermédio de um relatório (
via B.P.) do inquieto (e pouco estudioso) funcionário público do
BCE, que dá ao nome de Vítor Constâncio. E compreende-se porquê: tantos anos na paróquia a reabilitar sucessivos governos do bloco central, que se cansou sentimentalmente. A dor do funcionário foi tanta que o disparate e a charge política vieram de imediato. Por seu turno, o impante dr. Cavaco Silva anda pelo "país real" pregando à canalha "
a não baixarem os braços". Comovente!
Por fim, os nossos pungidos economistas - com guichet nas Universidades, jornais e TV's - como a sábia Teodora Cardoso, o sr. Daniel Bessa, o abominável César das Neves, o sr. Daniel Amaral, o cénico António Metelo, o Beleza ou o emotivo Silva Lopes, de tanta indigestão económica e entretimento orçamental cultivados estes muitos anos, desapareceram para a posteridade. Não há, por ora, exercícios didácticos sobre a crise. Recordar o que diziam, anos antes, nas suas previsões e análises macroeconómicas sobre
Portugal e o
mundo, olhos pousados na fancaria do sr. Sócrates e no milagre de
Teixeira dos Santos, Trichet & Cia, Lda, é um trabalho bem curioso mas pouco cavalheiresco. Espanta é como persistem, com exaltação, a "vender" aulas sobre assuntos que desconhecem. De facto, o
ensino anda perigoso!
(recolher)
DBH em
31 da Armada há 52 dias (
ver fonte 
)
Pela boca...
As declarações de Manuel Pinho, sobre a "desacelação" da economia portuguesa e o afastamento do cenário de recessão (ver o post do Carlos Nunes Lopes), proferidas hoje são tão temerárias como as de Abril:
Manuel Pinho em Abril -
"A economia portuguesa está no bom caminho para uma retoma sólida, não havendo qualquer indicação de crise”.
Citação retirada do site do cds aqui.
(e digo já cds para que ninguém vá ao engano)
Especialmente se o Senhor Ministro da Economia se lembrar que vão sair esta semana os indicadores de conjuntura do INE (quinta-feira) e do BdP (sexta). E que basta um segundo trimestre - esperemos que não aconteça - consecutivo de queda do PIB para um país entrar em recessão.
(recolher)
Em
AutoSport há 12 dias (
ver fonte 
)
"Estão todos de parabéns, pois está aqui uma obra magnífica"
Da primeira vez que o Ministro da Economia, Dr. Manuel Pinho, tinha visitado o Autódromo Internacional do Algarve, pouco havia para ver, a não ser o terreno onde a obra iria ser erigida.
(recolher)
Em
Diário Económico há 23 dias (
ver fonte 
)
Manuel Pinho desconhece candidatura de russos a projecto no Algarve
O ministro da Economia, Manuel Pinho, desconhece qualquer candidatura de um grupo de empresários russos a um projecto turístico de Potencial Interesse Nacional (PIN) para o Parque Natural da Ria Formosa, no Algarve.
(recolher)
Em
Diário Económico há 38 dias (
ver fonte 
)
Descida do petróleo terá impacto positivo na economia portuguesa
A manter-se a recente tendência de descida dos preços do petróleo, esta terá um efeito positivo na economia nacional e no dia-a-dia dos portugueses. Quem o diz é Manuel Pinho, ministro da Economia, que considerou ainda não existir qualquer motivo para que o crude tenha duplicado o seu valor desde há um ano.
(recolher)
Em
Publico.pt Última Hora há 38 dias (
ver fonte 
)
Economia portuguesa vai beneficiar da descida do petróleo
Ministro da Economia está optimista
O ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, considerou hoje que se a tendência de queda do preço do petróleo se mantiver, terá um impacto extremamente positivo na economia portuguesa.
(recolher)
Em
Publico.pt Última Hora há 56 dias (
ver fonte 
)
ASAE: mais de cem postos não baixaram preço do gás após descida do IVA
Inspecção a pedido do ministro da Economia
Mais de cem dos 250 postos de venda de gás inspeccionados pela ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) não fizeram sentir no preço final a pagar pelo consumidor a descida do IVA de 21 para 20 por cento. A pedido do ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, a ASAE fez um levantamento a nível nacional dos preços praticados na venda das garrafas de gás butano, propano e GPL, para verificar se a redução do IVA estava a ser cumprida.
(recolher)
Em
Diário Económico há 59 dias (
ver fonte 
)
PME vão ter linha de crédito de 750 milhões de euros
O Governo assinou um protocolo com a banca para criar uma linha de crédito de 750 milhões de euros para as Pequenas e Médias Empresas (PME), anunciou o ministro da Economia, Manuel Pinho.
(recolher)
Em
Publico.pt Última Hora há 66 dias (
ver fonte 
)
Louçã acusa ministro da Economia de "embuste" ao anunciar descida de preços
Manuel Pinho visitou hipermercado para assinalar descida do IVA
O Bloco de Esquerda acusou hoje o ministro da Economia de “embuste” por ter ido “muito satisfeito” a um hipermercado anunciar que os preços baixaram com a descida de um ponto percentual na taxa máxima do IVA.
(recolher)
Em
TSF Online há 66 dias (
ver fonte 
)
BE acusa ministro da Economia de «embuste»
O BE acusou, esta terça-feira, Manuel Pinho de «gigantesco embuste» por ter ido a um hipermercado «anunciar» que os preços reduziram com a diminuição do IVA. «Se o ministro apanhasse o autocarro sabia que os preços aumentaram seis por cento», disse Louçã.
(recolher)
Em
TSF Online há 66 dias (
ver fonte 
)
BE acusa ministro da Economia de «embuste»
O BE acusou, esta terça-feira, Manuel Pinho de «gigantesco embuste» por ter ido a um hipermercado «anunciar» que os preços reduziram com a diminuição do IVA. «Se o ministro apanhasse o autocarro sabia que os preços aumentaram seis por cento», disse Louçã.
(recolher)
Em
TSF Online há 66 dias (
ver fonte 
)
BE acusa ministro da Economia de «embuste»
O BE acusou, esta terça-feira, Manuel Pinho de «gigantesco embuste» por ter ido a um hipermercado «anunciar» que os preços reduziram com a diminuição do IVA. «Se o ministro apanhasse o autocarro sabia que os preços aumentaram seis por cento», disse Louçã.
(recolher)
Em
TSF Online há 66 dias (
ver fonte 
)
BE acusa ministro da Economia de «embuste»
O BE acusou, esta terça-feira, Manuel Pinho de «gigantesco embuste» por ter ido a um hipermercado «anunciar» que os preços reduziram com a diminuição do IVA. «Se o ministro apanhasse o autocarro sabia que os preços aumentaram seis por cento», disse Louçã.
(recolher)
Em
PortugalDiário - Última Hora há 66 dias (
ver fonte 
)
IVA: BE acusa ministro de «gigantesco embuste»
Manuel Pinho visitou um hipermercado e disse que os preços caíram com a descida do imposto
(recolher)
Em
Diário Económico há 66 dias (
ver fonte 
)
Manuel Pinho diz que a situação económica mundial é "insustentável"
O ministro da Economia, Manuel Pinho, considerou hoje que a actual conjuntura global é "insustentável", tendo admitido que se nada for feito o mundo caminha para uma ruptura em termos energéticos e ambientais.
(recolher)
Em
Diário Económico há 67 dias (
ver fonte 
)
Estratégia energética do Governo permitir poupar 880 milhões de euros por ano em combustíveis fósseis
O ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou hoje que a estratégia energética do governo, com aposta nas renováveis, vai permitir poupar 880 milhões de euros por ano em combustíveis fósseis, implicando um investimento total de 13 mil milhões de euros.
(recolher)
Em
Diário Económico há 67 dias (
ver fonte 
)
EDP assina contratos de adjudicação para construção da barragem Baixo Sabor e reforço do Alqueva
A EDP assina hoje em Picote, Miranda do Douro, os contratos de adjudicação para a empreitada de construção civil da barragem de Baixo Sabor e para o reforço do Alqueva. A cerimónia vai contar com as presenças do primeiro-ministro José Sócrates e do ministro da Economia Manuel Pinho.
(recolher)
Em
Diário Económico há 77 dias (
ver fonte 
)
Manuel Pinho reconhece que conjuntura económica internacional vai piorar
O ministro da Economia, Manuel Pinho, admitiu hoje que a conjuntura económica mundial vai agravar-se, mas sublinha que ainda assim nos últimos três anos foi possível obter resultados positivos.
(recolher)
Em
Notícias Nacionais RTP há 79 dias (
ver fonte 
)
Energia: CDS desafia Governo a esclarecer se clientes cumpridores vão pagar incobráveis na electricidade
Em conferência de imprensa, Paulo Portas anunciou que a sua bancada chamará em breve ao Parlamento para esclarecer a estratégia para o sector eléctrico o ministro da Economia, Manuel Pinho, assim como...
(recolher)
Em
Diário Económico há 79 dias (
ver fonte 
)
Manuel Pinho diz que empresas portuguesas vão receber 700 milhões de euros de incentivos até ao final do ano
As empresas portuguesas vão receber até ao final do ano 700 milhões de euros de incentivos no âmbito do QREN, mais 40% face a 2004, disse hoje o ministro da Economia, Manuel Pinho.
(recolher)
Em
Publico.pt Última Hora há 80 dias (
ver fonte 
)
Manuel Pinho: proposta de transferir dívidas da electricidade para consumidores "é de muito mau senso"
Proposta da ERSE contestada pelo ministro da Economia
O ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou hoje no Parlamento que a proposta de transferir para todos os consumidores de electricidade as facturas incobráveis "é de muito mau senso".
(recolher)
Em
Diário Económico há 80 dias (
ver fonte 
)
Manuel Pinho afirma que é de "muito mau senso" fazer os consumidores pagar as facturas incobráveis
O ministro da Economia, Manuel Pinho, declarou hoje a proposta de transferir para todos os consumidores de electricidade as facturas incobráveis "é de muito mau senso".
(recolher)