Tag Manuela Ferreira Leite
Esquerda volta a subir
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E depois do silêncio?
Acredito que MFL tenha pensado que não valeria a pena gastar a sua artilharia durante a “silly season”, consciente que cada palavra proferida ganha nesse período proporções desmesuradas , mas depressa se volatizam com a nortada.
Os analistas aguardam com expectativa o discurso da “rentrée”, agendado para o dia 7.
Não me parece que haja razão para grandes expectativas, pois embora não acredite na versão menezista do discurso “pífio”, o mais provável é que MFL se perca em banalidades, resumindo os temas quentes deste Verão. Insistir no pedido de demissão de Rui Pereira ( agora na versão Abrupta de Pacheco Pereira ), tecer críticas ao Governo sem apresentar alternativas e desenrolar um leque de lugares comuns, que qualquer cidadão mais atento discute à mesa do café, não será a receita ideal para um discurso mobilizador do eleitorado.
Não acredito que MFL traga algo de novo e ponha o país a pensar… salvo se sob a pacatez do espaço aéreo algarvio interdito, Cavaco Silva tenha tido oportunidade de explicar a MFL a sua estratégia para o ano de eleições que se avizinha e lhe tenha dado algumas dicas que lhe permitam fazer umas flores.
Uma coisa, é certa…nos bastidores da Universidade de Verão, estejam atentos aos telefonemas e SMS que a líder laranja for recebendo, antes de subir à tribuna
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Falta a imagem
As ideias de Manuela Ferreira Leite conheço-as eu. Foi ministra de duas pastas sensíveis, foi deputada vários anos, tem vasta intervenção pública. Se eu dissesse que não sabia o que a líder do PSD pensava estaria a chamar-lhe nomes feios de forma implícita. Não creio que se trate de pessoa de mudar muito aquilo que andou a dizer, a propor e a defender durante anos. É por isso que obviamente não votarei PSD.
Jorge Ferreira, no Tomar Partido
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[0.686/2008]Pasmem!O papel de um líder da oposição é falar. Se é
Pasmem!
O papel de um líder da oposição é falar. Se é oposição não pode governar, dificilmente poderá legislar e raramente poderá fazer qualquer outra coisa pelo seu País que não seja apresentar alternativas às políticas a que se opõe.
Em Portugal existe uma líder da oposição a quem não basta o papel de inutilidade funcional e que ainda se tornou notícia porque um dia destes vai falar na escolinha dos pretendentes a políticos do PPD/PSD.
Há três dias que a notícia é a de que Manuela Ferreira Leite vai quebrar o silêncio, o que cria uma onda de excitação sem par e abre todos os noticiários.
Há coisas fantásticas, não há?
LNTA Barbearia do Senhor Luis Um blog de Luis Novaes Tito
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Castelo de Vide : a banda rock convidada para encerrar o certame universitário (?!)do PSD
Não se lembra deles ? Pudera. Em 1967 Manuela Ferreira Leite, já com 27 anos, ficou fascinada com esta música. No video até se pode ver a jovem Manuela a dançar.
Não gostaram da versão de 1967 ?
Então vejam a dos tempos modernos :
Até nem tenho nada contra gajos de idade provecta em calções mas francamente de camisa interior !!! Ao menos se tivesse calçado uns peúgos ! Espero bem que o velho não apareça assim em Castelo de Vide se não a Nossa Senhora do Silêncio não fala mesmo. O que também não é novidade.
Deixo-vos a letra para perceberem porque é que a Dra. Manuela Ferreira Leite a escolheu para hino da desistência .
Oh, don't it hurt deep inside
To see someone do something to her
Oh, don't it pain to see someone cry
Oh, especially when someone is her
Silence is golden, but my eyes still see
Silence is golden, golden
But my eyes still see
Talking is cheap, people follow like sheep
Even though there is nowhere to go
How could she tell, he deceived her so well
Pity, she'll be the last one to know
Silence is golden, but my eyes still see
Silence is golden, golden
But my eyes still see
How many times will she fall for his line
Should I tell her or should I keep cool?
And if I tried, I know she'd say I lied
Mind your business, don't hurt her, you fool
Silence is golden, but my eyes still see
Silence is golden, golden
But my eyes still see O Dr. Pacheco Pereira disse-lhe em vez de ficar "cool". Mauzinho.
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Quem com ferros mata
No dia em que Barack Obama ia ser aclamado como candidato democrata às eleições presidenciais americanas, John McCain fez publicar nas televisões um anúncio — pago do seu bolso — dirigido a Obama e no qual dizia mais ou menos isto: amanhã continuamos a nossa guerra, mas hoje, um dia histórico (duplo sentido para o aniversário do discurso de Martin Luther King), quero felicitá-lo pela sua conquista.
Nos EUA as eleições são renhidas e os truques, trapaças e buscas de escândalos alimentam as candidaturas. McCain ganhou pontos, mas mais que ganhar pontos deu um tom à campanha.
Foi mais que um golpe de publicidade, foi um sinal de respeito.
Retribuído.
Obama recusou o aparente brinde da filha da vice-presidente que é menor, solteira e está grávida. Um rebuçado que tem vindo a ser insistentemente embrulhado pelos media engajados, apesar de ser uma mensagem que nenhum político americano aprove actualmente e não tenha despertado nenhum interesse particular das “audiências”. Na sua resposta veemente e sentida, Obama esteve ao lado de McCain — esta é a verdade a reter do episódio.
Ora. A transposição do exemplo para a política nacional é inevitável.
Nas últimas eleições nos grandes partidos é avaliável o grau de sensatez de cada organização. José Sócrates ganhou o PS em condições de extraordinária competitividade, com 3 candidatos de luxo. No PS as lutas intestinas não foram propriamente poços de virtude, nem isso se espera, mas tiveram o mesmo tipo de tom e correcção que McCain Obama imprimiram à campanha em curso.
Já o PSD… justos céus, o que se passa nas hostes laranjas?
O PSD sempre foi um clima mais agreste (eu podia usar palavras piores) para os seus candidatos a líderes que o seu grande rival.
Mas este século tem-se superado a si próprio.
Desde Durão Barroso, que chegou ao poder em circunstâncias normais (Marcelo Rebelo de Sousa perdeu eleições), a escadaria para o poder tem estado, digamos, particularmente escorregadia.
Durão negou a sucessão a Manuela Ferreira Leite (ele lá sabia porquê).
Depois, Marques Mendes — um homem pacífico, educado e trabalhador, ideal para fazer de Fernando Nogueira II — foi apeado a meio do percurso pelos “índios” populistas que lhe fizeram a vida negra, forçando o partido a uma escolha destempada.
Passe o trocadilho, o poder popular era, como sempre foi e será, uma ilusão. O chefe da tribo vencedora acabou ele próprio vítima de um golpe à bomba que visava estilhaçar o exército popular e “restituir a credibilidade” à nação social-democrata — e, aproveite-se, a Linha à São Caetano. As bombas incendiaram e puniram Luis Filipe Menezes com a mesma justeza com que este apeara o seu antecessor, não fosse o ligeiro detalhe de esse não ter feito mal a ninguém.
Esta semana a líder — que a esta hora já deve lamentar ter-se deixado envolver nisto — ficou sozinha com o bombista arquitecto do atentado a Menezes. Marcelo Rebelo de Sousa retirou o seu cardeal apoio a Manuela Ferreira Leite.
José Pacheco Pereira não o fará. Tal como com Cavaco, take one, se apostou em Manuela, vai com Manuela até ao fim do filme — ainda que possa sair antes do genérico final se houver argumento para nova fita abrilhantada pela estrela do Norte.
Mas Marcelo Rebelo de Sousa deixou-lhe a batuta fervente nas mãos. Muito claramente, na televisão, delegou nele a responsabilidade da estratégia. O que levanta uma curiosa interrogação. Como a água e o azeite, o PSD profundo e Pacheco Pereira não se misturam, não têm nada a ver — nem querem; até que ponto poderá Manuela justificar a presença de um corpúsculo estranho.
Bem, eu tenho uma resposta para isto que passa por Cavaco, de quem Pacheco é uma vez mais homem de mão. Quanto vale o cavaquismo no PSD — é uma pergunta com resposta: 1/3. A questão por responder é: os outros 2/3 fazem o quê?
Marcelo sempre correu a maratona.
Manuela não tem culpa. Os outros peões ainda menos. Alguns deles, dizem-me, são bastante bons. O problema é que no tabuleiro faltam torres, cavalos e bispos.
Vejam a coisa pelo lado positivo. Pela primeira vez, vejo falar-se por aí na criação de um novo partido ao centro e ninguém desata a rir. Até já foram criados dois — mas não é desses que estou a falar. É de um que rasgue de vez o manto podre da social democracia à portuguesa, um termo incaracterístico que já não significa nada nem designa nenhuma corrente.
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LENDOVENDOOUVINDO ÁTOMOS E BITSde 2 de Setembro de 2008As palavras co
VENDO
OUVINDO
ÁTOMOS E BITS
de 2 de Setembro de 2008
As palavras com que o Primeiro-ministro José Sócrates se dirigiu aos 40000 candidatos à docência que ficaram de fora no concurso dos professores roçam o insulto e a grosseria. É verdade que o Ministério da Educação não deve contratar quem não precisa. É verdade que a maioria dos candidatos não se podem intitular de "professores", embora muitos o sejam, muitos já tenham dado aulas, muitos já andem há anos a tapar os buracos das colocações sem as garantias mínimas em termos de segurança social. Mas é também verdade que eles são parte da nossa mão de obra qualificada, eles são exactamente as pessoas a quem José Sócrates prometeu dar emprego. É insuportável o modo como ele os tratou.
*
O que eu acho inqualificavel, e' que muitos destes professores continuem ano apos ano a tentar um colocacao que e' basicamente impossivel. Ja' ha' muito tempo que alguns desses "professores" deveriam estar a fazer outra coisa mais util com as suas vidas. Talvez tentar outra carreira, mas o problema em Portugal e' que toda a gente quer ser funcionaria publica e ter a comoda almofada do Estado. Se foi recusado 1,2, 3, 4 vezes, porque e' que concorre outra vez? Qual e' o proposito? Masoquismo?
De uma vez por todas: De-se as escolas a total liberdade de contratar e despedir professores. Acabe-se com esta insanidade de colocacoes, listas, etc.
Manuela Ferreira Leite vai ser criticada pela mesma coisa, se e quando for primeira-ministra. Nao e' culpa dos governos, e' culpa de um sistema imbecil.
(Carlos Carvalho)
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Silêncio
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Um partido de silêncio.
E a saga do silêncio continua.
Surgem, agora, algumas pistas que nos permitem antecipar a tal Prova de Vide.
Pelo que se vê, o silêncio será uma estratégia, já justificada e objecto de elaboração doutrinal, por parte do Professor Marcelo Rebelo de Sousa.
Com efeito, o silêncio dos últimos dois meses, afinal e segundo o Professor Marcelo, tem mais vantagens do que inconvenientes. Bem vistas as coisas, até seria perfeito, não fora a teimosia de alguns vice-presidentes do Partido que falaram (estaria a referir-se, também, a Aguiar-Branco?)! Depois do partido com as “paredes de vidro“, o sistema político-partidário português volta a inovar, enriquecendo a simbologia, a ciência e a prática políticas: um partido de silêncio.
É certo que o silêncio tem algumas vantagens tácticas.
Desde logo, e segundo o Professor, este silêncio «evita ruídos, como por exemplo a regionalização», que “é uma questão pesada, que pode dividir o partido, essa questão deve ser morta rapidamente com um Conselho Nacional que defina a posição do partido, para não ser afectada a caminhada para a vitória ruídos, como por exemplo a regionalização, questão a abater rapidamente com um Conselho Nacional que defina a posição do partido” (naturalmente, contra!).
Além disso, ajuda a preparar, ainda segundo a doutrina avisada de Marcelo Rebelo de Sousa, o programa do partido e “metas ambiciosas” (que deverão ser anunciadas no próximo dia 7). No fundo, o silêncio ajuda a preparar o “arranque” de Manuela Ferreira Leite que, ainda segundo o Professor - “pode ser já dia 7 ou em Outubro, no debate do Orçamento de Estado (OE), que é uma matéria que (MFL) domina muito bem”.
Domínios à parte - e, pessoalmente, não julgo que a matéria orçamental, depois da sua prestação como Ministra das Finanças, seja um trunfo para MFL - o certo é que agora, pela voz do Professor (que, note-se a reserva implícita, continua a apoiar MFL…), ficamos a saber uma coisa que já se suspeitava: este silêncio, ou episódica ”oposição epistolar”, como já referiu Mário Bettencourt Resendes, afinal, resulta mesmo do facto de ainda não se ter grande coisa (ou nada!) para dizer!
Na verdade, se, como diz Marcelo Rebelo de Sousa, é preciso “preparar o programa”, “fixar metas”, “reforçar a mensagem” (qual?) e “preservar a imagem”, então, MFL e o PSD conseguiram um feito político raro: eleger um líder, que todos apoiam e continuam a considerar o melhor para ganhar eleições, sem saberem porquê, sem conhecerem, até agora, o que é que ele (o líder) e, consequentemente, o próprio Partido, propõem, defendem, enfim…pensam!
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Uma questão de pontos de vista
-Tenho uma opinião ligeiramente diferente, da expressa pelo professor Marcelo, ele pensa que as intervenções próximas da liderança do PSD terão mais força, pelo expectativa gerada pelo silêncio, eu julgo que terão maior expectativa, aumentando a fasquia do interesse, só que a partir daí, muito dificilmente a resposta estará à altura, ficando muito provavelmente uma sensação de vazio. Claro que estou a antecipar-me, nada como esperar pela universidade de Verão para ouvir as palavras que Manuela Ferreira Leite terá a dizer aos portugueses, dentro de poucos dias.
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E É ISSO QUE CONTA!
Na abertura da peça, resume as futuras actividades partidárias dos outros partidos, faz ponto final e fecha deste modo: «E o PCP mantém a Festa do Avante!» - assim como quem insinua que a realização da Festa não era coisa certa, mas que o PCP, afinal, acabou por se decidir mantê-la...
Dessas duas páginas, mais de uma é utilizada na abordagem do silêncio e do fim do silêncio de Manuela Ferreira Leite - e dos que, tendo sido convidados, aceitaram ou não participar na cerimónia que vai pôr termo ao dito silêncio e que, tudo indica, será a grande notícia do próximo domingo...
No espaço que sobra - menos de uma página - a maior notícia é, naturalmente, sobre um discurso de Louçã num comício no Porto; logo seguida de um comício do PS no Funchal - onde Santos Silva foi prometer a visita do Sócrates à Madeira lá mais para a altura das eleições de 2009; segue-se, depois, uma notícia pequena, informando que «Paulo Portas volta aos comícios»; e, finalmente, a mais pequena de todas as notícias: esta naturalmente, sobre o PCP.
Nada disto surpreende mas, mesmo assim, aqui se regista a sem-surpresa, quanto mais não seja para nunca esquecermos que é isto que acontece todos os dias em todos os jornais portugueses.
Sobre a «rentrée» do PCP, o DN - referindo de passagem que Jerónimo de Sousa, no discurso de encerramento da Festa do Avante!, «vai apertar o cerco comunista ao novo Código do Trabalho» - tranquiliza os seus leitores deste jeito:
«Este ano os três dias de festa no recinto da Quinta da Atalaia não vão ser ensombrados pela presença das FARC. Pelo menos o PCP assim o prometeu aos jornalistas»...
Ou seja: como quem não quer a coisa, mas querendo - lá ficou a primeira ideia que a jornalista queria que ficasse: nos anos anteriores, a Festa foi «ensombrada» pela tal presença das FARC;
e querendo, mas fingindo que não queria, lá ficou, igualmente, a segunda ideia: o PCP prometeu, mas irá cumprir?...
Vejam bem como em meia dúzia de palavras se pode dizer tanto!...
A autora do texto sabe que, escrevendo o que escreveu, está a desinformar.
Mas, de facto, desinformar é a sua tarefa - que ela, aliás, cumpre exemplarmente sempre que escreve sobre o PCP.
Entretanto, no sábado passado, mais de mil construtores da Festa participaram na jornada de trabalho militante na Atalaia, num intervalo da qual ouviram e aplaudiram o discurso ali proferido por Jerónimo de Sousa - também ele participante da jornada de trabalho.
E por muito que custe - e custa - aos que, seguindo por mil escusos caminhos, tudo fazem para acabar com ela, a Festa lá estará, no próximo fim-de-semana, maior e mais bonita do que nunca.
E é isso que conta!
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POLÍCIAS & LADRÕES
Ontem, Paulo Portas foi ao Jornal das 9, da SIC Notícias, fazer o que Manuela Ferreira Leite não faz: oposição. O tema foi a segurança ou, mais concretamente, intendência de polícia. Portas quer mais quatro mil polícias nas ruas, o governo promete metade para o ano. OK. Não são as propostas de Portas que me interessam, embora lhe reconheça o mérito de marcar ponto. Na discussão que vai longa, e azeda, sobre segurança interna (subiu, não subiu; bem vistas as coisas está como estava em 2006: este gráfico de João Miranda é eloquente), ainda não vi ninguém referir o óbvio. Por que carga de água os bancos não contribuem para a segurança dos bens que têm à sua guarda? Em todo o lado, em cidades tão diferentes como Veneza ou o Rio, Nova Iorque e Vigo, Frankfurt e Barcelona, Paris e Atenas, Amesterdão e Madrid, Londres e Medellín, Edimburgo ou Roma, etc., em todo o lado, dizia, sempre que passo à porta de um banco, vejo segurança armada, ostensivamente armada, com ar de poucos amigos. A segurança privada (como a pública) nem sempre evita o pior. Mas dissuade. Se os bancos portugueses tivessem segurança, o indivíduo que assaltou dez bancos com uma arma de plástico — «era de mentirinha», disse a mulher na televisão — tinha sido neutralizado talvez logo no primeiro assalto. Verdade que a segurança não resolve tudo, nem substitui a polícia, e é ao Estado que compete zelar pela segurança dos cidadãos. Contudo, acho estranho que quase toda a gente ache natural os bancos não terem segurança própria. Como também acho estranhíssimo que um tribunal como o de Cascais possa ter o alarme avariado há meses (e segurança das 8 às 24h, mas não fora desse período), e ninguém seja responsabilizado por isso. Os quatro mil polícias de Portas pouco podiam num quadro como este.
[Vemos na imagem, da esquerda para a direita, Gene Hackman, Estelle Parsons, Warren Beatty, Faye Dunaway e Michael Pollard, em Bonnie and Clyde (1967), o clássico de Arthur Penn sobre o mais famoso casal de assaltantes de bancos.]
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Blogosfera Semanal | #2008.01 de 30AGO2008
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Esta série de posts é das mais simples que se pode fazer. Trata-se somente de um copy-paste de excertos de artigos que vou anotando no meu GoogleReader de Domingo a Sexta-feira e que tentarei colocar à vossa disposição todos os Sábados. Visto que a maioria dos artigos que abaixo poderão consultar não sao da minha autoria, este post tem a caixa de comentários fechada. Comentem nos artigos originais, se fizerem o favor. Agora, bom fim de semana! Links para 2008-08-24via Ponto Media de agranado@publico.pt em 24/08/08
Embedding your slide show in WordPress Blogging: desafio 1.0via Do Fundo da Comunicação de jd em 24/08/08
Partindo daqui, tenho um desafio para lançar aos jovens bloggers que escrevem sobre Web 2.0, variantes comunicação digital e Media Sociais. Os que quiserem vão ter a oportunidade de preparar projectos para clientes for real. E implementá-los. Clientes não faltam por aqui. Como já cheguei de férias, recebo-vos a partir desta segunda. Basta enviarem-me um email para acertarmos dia e hora. Queremos dar-vos a oportunidade de atalharem caminho e porem-se à prova.
Condição sine qua non para colaborar: Quem tem pretensão de opinar sobre Web 2.0 tem de saber o que é Comunicação 1.0.
via Do Fundo da Comunicação de jd em 24/08/08
Imaginem que Belmiro de Azevedo assinava textos num blog a partir de amanhã e que no url ao lado temos dez blogs sobre gestão, da autoria de quadros da Sonae. Dúvidas sobre qual o blog mais influente?
Façamos um back to basics à comunicação tradicional. O que interessa num texto de opinião? O conteúdo, quem escreve e onde é publicado. Raciocínio idêntico se aplica aos blogs, daí que quem não tinha reputação fora da Net, não a ganha por se tornar um blogger. A via terá de ser pela qualidade de conteúdos, e isso, além de ser fundamental tê-la, demora o seu tempo a demonstrar.
via Lugares Comuns de lpm em 24/08/08
Quem se destaca na Comunicação Publicitária é o “criativo”. Quem se destaca na Comunicação Institucional é o “influente”. Quem se destaca na Comunicação de Relações Públicas é o “treinador”.
Do criativo ao influente, do influente ao treinadorvia Lugares Comuns de lpm em 24/08/08
Esqueçam o porta-voz, o director de comunicação, o assessor de imprensa. Em cada instituição (empresa, associação, partido, grupo de interesses, território, causa), todos temos de ser porta-vozes, directores de comunicação e assessores de imprensa. Todos temos de partilhar os recursos, os argumentos e os planos de comunicação.
Em consequência, a sobrevivência de uma instituição enquanto fonte pró-activa de informação depende de ideias mais simples, curtas, directas e “visuais”.
Por isso, precisamos de colocar mais marketing na criação das ideias e de colocar menos marketing no transporte (na mediatização) das ideias.
E, sobretudo, precisamos de mais gente do nosso lado envolvida no processo de comunicação (não escrevi “mais técnicos de comunicação”), mais gente (que não apenas técnicos de comunicação) habilitada com preocupações e competências de comunicações.
Are You Trustworthy?via Copyblogger de Sonia Simone em 25/08/08
Business and personal bloggers might seem to be on two ends of a spectrum. On the one side: logic, strategy and profits. On the other: empathy, passion and heart. Never the twain shall meet, right? There’s one point where they do come together, though. Whatever moves you to build an audience for your content, you need to inspire one key response.
More than admiration, money or attention, you need to earn your audience’s trust.
Comunicação Institucional #1 | Dinâmica da Comunicação e da Imagem Corporativavia [ Fractura.Net ] de CJT em 25/08/08
Uma empresa comunica sempre, que a isso se proponha ou não.
Comunicação é sinónimo de conduta e a “não conduta” não é possível, pelo que a “não comunicação” também não é possível.
Uma empresa interage quotidianamente com os seus empregados, com o mercado…, em geral, com a envolvente. É uma fantasia pensar que uma empresa pode “não comunicar”.
Uma empresa pode optar por não contactar com a comunicação social ou não realizar publicidade, mas isso não é “não comunicação”, mas sim “comunicação negativa”.
O “silêncio” pode chegar a ser eficaz como alternativa táctica, conjuntural e ocasional, num momento e ante uma circunstância determinada. Mas nunca o “não há comentários” há de ser considerado um instrumento estratégico recorrente, porque reiteramos que quando cremos estar fazendo “não comunicação”, estamos na verdade a provocar “comunicação negativa”.
via [ Fractura.Net ] de CJT em 25/08/08
De acordo com Raymond Williams, a palavra ‘comunicação’ surgiu na língua inglesa no século XV, derivada do latim communicare – tornar comum, partilhar -, assumindo também o significado de “objecto que é tornado comum”. Com a Revolução Industrial, a palavra vê o seu campo semântico alargado aos meios e vias de comunicação, ficando assim a designar, não só a circulação de informação e ideias, como o transporte de coisas e pessoas. Por fim, já nos anos 20 do passado século XX, esta palavra ‘comunicação’ passa a designar os media, verificando-se então a distinção entre a imprensa ou a rádio e os caminhos-de-ferro ou o navio a vapor.
Mas ainda segundo Williams, esta palavra pode abarcar um sentido duplo enquanto nome de acção: o de transmissão, processo de sentido único; o de partilha, processo comum ou mútuo (Raymond Williams, Keywords, A Vocabulary of Culture and Society, 1988).
A junção das ideias de partilha e comunhão e de transmissão num mesmo campo semântico funda o que será a linguagem dos estudos e teorias da comunicação. Com efeito, James Carey publica um artigo em 1975, no qual distingue duas visões principais da comunicação (James W. Carey, A Cultural Approach to Communication, Mc Quails Reader in Mass Communication Theory, 2002).
Política | O Silêncio dos Inocentesvia [ Fractura.Net ] de CJT em 25/08/08
Manuela Ferreira Leite parece ter lido Saramago em época de Memorial do Convento, e ficar-se pela frase «De que adianta entoar cânticos ou louvar sermões, se talvez só o silêncio seja verdadeiro» - citação de exactidão dúbia, tanto quanto a memória que a traz -, sem se ter apercebido que Bacon já dizia há mais tempo que «O silêncio é a virtude dos tolos».
Manual de Instruções para Discussões na Blogosfera*via cinco dias de Rogério da Costa Pereira em 25/08/08
* da autoria do meu amigo Gibel (quem mais?), publicado num blogue defunto, em Março de um ano defunto.
É fundamental desmontar quais as técnicas de falsa argumentação - vulgo falácias – mais habituais na discussão diária e que medram (e merdam!) na blogosfera nacional. São técnicas clássicas, mas que, reconheço, talvez apanhem alguns jovens mais desprevenidos - o sistema de ensino já conheceu melhores dias e duvido que a malta nova ainda aprenda estas coisas.
Links para 2008-08-25via Ponto Media de agranado@publico.pt em 25/08/08
What Makes for a Good Blog? China’s Brands Imitate to Dominatevia Branding Strategy Insider de Mark Ritson em 25/08/08
From the moment the fireworks exploded over Beijing at the Olympics’ opening ceremony, you knew something fantastic was taking place.
But you’d have been forgiven for underestimating just how truly fantastic those fireworks were, because many of them did not actually occur. They were digitally enhanced video effects superimposed onto the Beijing night sky by a team of special-effects experts headed by Gao Xiaolong. ‘Most of the audience thought the display was filmed live, so that was mission accomplished,’ smiled a clearly delighted Mr Gao after the event.
Meanwhile, equally fantastical events were taking place inside the ‘Bird’s Nest’ stadium, where little Lin Miaoke was belting out a rousing rendition of Ode to the Motherland. It emerged later that Miaoke had been lip-synching and the real singer was another, slightly less photogenic, seven-year-old called Yang Peivi. Chen Qigang, musical director of the opening ceremony, explained to the world’s media that Lin Miaoke was chosen ahead of Yang Peivi because she was nicer looking.
Bloggers: Be Proactive in Educating PR Pros (UPDATED)via PR Squared de Todd Defren em 26/08/08
Not even the most rascally of bloggers or journalists expect or even want the PR industry to die; really they just want better PR. But while they writhe in pain at the volume of misdirected pitches, few bloggers take action beyond whining. If anything, the PR and marketing pros themselves seem to be the only ones engaged in the slow-drip of Blogger Relations education.
If you are a successful blogger, part of the reward for your hard work is that you’re gonna get pitched.
Content Matters: Eight of the Best Posts from the Final Eight PRWeek Blog Competitorsvia Communication Overtones de Kami Huyse em 25/08/08
Guidelines for Evaluating Nonprofit Communications Effortsvia intelligent measurement de Glenn em 25/08/08
For those interested in the area of campaign/advocacy evaluation, here are some very good guidelines on evaluating nonprofit communications efforts (pdf) from the Communications Consortium Media Center. The guidelines focus on “lessons learnt” in the evaluation of campaigns and sets out some key concepts to consider.
The Semantic Webvia PR News Online em 25/08/08
The phenomenon of personalized search is an important step forward toward the semantic web. In its own way, personalized search creates a mini semantic web that is based on the preferences and behavior over time of its users.
O novo mundo da Comunicação: mundos e não temposvia Lugares Comuns de lpm em 26/08/08
Reparem, entretanto, que empreguei sempre a palavra “mundo” e nunca a palavra “tempo”.
Porque a ideia de “mundo” pressupõe uma sobreposição.
Podemos viver, ao mesmo tempo, no mundo da Comunicação Publicitária, no mundo da Comunicação Institucional e no Mundo da Comunicação de Relações Públicas.
É isso que, de facto, ocorre. Os mundos não se excluem – ao contrário do que sucede com os “tempos”.
Pelo contrário, complementam-se.
Por vezes, os habitantes de um dos mundos, em particular se for o mais recente, têm tendência para achar que, no próximo tempo, todos os mundos serão como o seu.
Mas, tal nunca ocorre. Os vários mundos vão transformando-se, adaptando-se e convivendo entre si.
Vision of the semantic webvia Evaluating the media de Michael Blowers em 26/08/08
The semantic web will rely on a sub-level of information providing an additional layer of information (through tags) in tandem with with web page information. In effect this information, or tags, tell the computer what the page ‘means’. Michael Marshall makes the point that who is going to inspect the tags to make sure they are correct. This is very relevant to the measurement of online media.While we should never expect perfect information; the hope is the semantic web will permit more accurate, intelligent searching and data interpretation. In the world of media measurement could this lead to computers undertaking more of the qualitative tasks we currently reserve for humans? This helps illustrate some of the challenges for auto-evaluation, and I hope undermines those who say they currently have an automated process for undertaking qualitative measurement. Também eu sobre o silêncio de Manuela
via Lugares Comuns de lpm em 26/08/08
O que pensa hoje o eleitorado potencial do PSD, incluindo os seus principais activistas, sobre os temas “políticos” das últimas semanas?
Quem lhe deu os argumentos para formar um pensamento coerente e dinâmico?
Que racional é que ele tem para estruturar uma ideia de alternativa às políticas do Governo (que são devidamente comunicadas)?
Muitos pensam na Comunicação Política apenas como uma ferramenta de combate, adversarial. E é neste contexto que muitos avaliam a estratégia de contenção comunicacional de Manuela Ferreira Leite.
Todavia, na maior parte dos casos, a Comunicação Política é essencialmente o “cimento” de uma determinada comunidade.
Mas, aceitando que estamos apenas a começar a compreender o que se passa, atrevo-me a pensar que ninguém está atento aos interesses (ou necessidades) comunicacionais da base eleitoral do PSD.
E que a assumida falta de comunicação, mais do que desenhar um perfil de Marketing de tipo original ou criar um novo paradigma de relacionamento comunicacional entre o Governo e o partido da oposição com ambições governativas, acabe por contribuir apenas para o aumento de confusão no seio do PSD.
A falta de comunicação gera o caos. Lembram-se?
We Magazinevia Ponto Media de agranado@publico.pt em 26/08/08
A REVISTA We Magazine foi lançada ontem e tem todos os textos online.
Acorda América!via Arrastão de Daniel Oliveira em 26/08/08
Dennis Kucinich na Convenção Democrata
Falta de estratégia é o Buraco Negrovia Do Fundo da Comunicação de Rui Calafate em 27/08/08
Concordo com o Luis Paixão Martins (LPM), aqui.
Hoje em dia, por esse país fora, por onde existe a alma PSD, que argumentos utilizarão os mais ferrenhos laranjas nas discussões de cafés?
É que é nestas pequenas centelhas de vida que se alimentam os grandes partidos. Como diz, «a comunicação política é o cimento de uma determinada comunidade».
É do argumentário da direcção, e dos seus rostos mais fortes, que se consolidam as ideias e se vencem as pequenas discussões de bairro. Hoje, não existe argumentário. Adivinho que se fala de “credibilidade”, de “seriedade”da “senhora”, mas, do resto, os sociais-democratas devem estar a optar por falar da nova época de futebol do que do seu partido. Por um motivo: é que neste momento não o compreendem.
Da S. Caetano só vem silêncio…
Também sou dos que não sabem tudo e, por isso, como objectivo pessoal tenho o de todos os dias aprender mais alguma coisa.
Sigo este vácuo no PSD com curiosidade e com os meus “feelings”.
Mas aqui, ao contrário/ou acrescentando ao LPM acho que vivemos algo mais grave.
E se o silêncio é apenas a face visível da ausência de estratégia?
É que «se a falta de comunicação gera o caos», a ausência de estratégia é o Buraco Negro.
via Harold Burson’s Blog: Posts de Elizabeth.Vicenzino em 26/08/08
Anyone who skims the headlines knows that most of the world is challenged by an economy that’s losing its steam. It’s been that way for almost a year and the timing of an upturn is indeterminate, most likely not until well into next year.
The impact on public relations has been interesting – somewhat different from the dozen or so recessions Burson-Marsteller has weathered in its 55-year existence. Invariably, public relations/ communications budgets and cuts in staff were the first manifestation of rough economic goings in times past.
With the exception of the financial services and real estate/development sectors, that hasn’t happened with this recession. Of the several public relations firms with which I have discussed the subject, none has suffered reduced fee income or profits. In fact, at the current rate of activity, 2008 promises to be the best year for agencies since 2001/2002 –when the high tech bubble burst.
There seem to be several reasons for this new paradigm in the economics of public relations – over and above the intangible supposition that CEOs really believe reputation is a company’s most important asset.
“São vários”via Consumering de Consumering em 26/08/08
São vários os problemas que a dispersão impõe aos negócios: desatenção, mediocridade, ineficácia, ineficiência, desperdício, etc. Mas todos são um, o desfoque. Ou seja a incapacidade para se concentrar a fazer uma coisa bem feita para se espalhar por uma quantidade de asneiras mal feitas.
A mente humana é limitada e preguiçosa. Por um lado é limitada porque não tem capacidade para processar ideias confusas. Por outro preguiçosa porque prefere arrumar tudo num simples número. No 1. O número que interessa conhecer, a razão que é preciso ter, o motivo para comprar. São vários não é uma equipa, complementar complementar entre si. Senão seria uma equipa, uma só. Várias equipas não ganham campeonatos, descem de divisão. Tal como os lucros das empresas que apostam em vários benefícios para os seus produtos.
A Cauda Longa | Chris Anderson em Lisboa
via [ Fractura.Net ] de CJT em 27/08/08
«Ò Silva! Diga lá: você precêbe alguma côisa dêssa trêta dos blôgues? É que estive c’o Bernardo - vôcê sabe, o Têlles - na cônferência do Crís - vôcê sabe, o Anderson; o da Cauda Lôôônga hômem! - e decidimos que vamos fazer uma coisa dêssas. Por isso, vêja lá se me apresênta o projêcto o maaais rapidamente possívêl, tá bem? Então vá!»
The first law of mass mediavia Seth’s Blog de Seth Godin em 27/08/08
Organizations will work tirelessly to de-personalize every communication medium they encounter.
Radio ads used to be live, personal and spoken by an individual.
TV ads used to feature actual people, demonstrating something, usually live.
Phone calls involved a live speaker, talking, with permission, to another person.
Email used to be honest interactions between consenting adults.
Facebook pages (and Wikipedia, too) were built by people, not staffs.
Twits came from real people, and so did instant messages.
via Strategic Public Relations de Kevin Dugan em 27/08/08
Pros, Profs, Students – Join PR OpenMic How long will it take my marketing to work? Are you expecting too much from your marketing? Social Media is Organic Ubiquity: descoberta propagada pelo Twitter (ou a febre da novidade)via Certamente! de raul66pereira em 27/08/08
Hoje estalou uma febre mundial no Twitter a que Portugal também não escapou. Já ontem se tinham sentido alguns sinais de que os sintomas iam piorar. Epidémica e cruel, atacou com força e a confusão instalou-se! Até se viu a bonita e algo saudosa “fail whale mai’los seus passarinhos“, a tal que de tanto aparecer já se tornou num objecto de culto a roçar o “hype“! Não sei se também deu a febre na baleia, mas desconfio que até poderá ter sido isso…
Ubiquity by Mozillavia A Source Of Inspiration de Armando Alves em 27/08/08
Following the SOTW (site of the week), a Video Of The Week. Despite all the social media buzz, some people might not be aware of a groundbreaking moment for the web technologies. Meet Ubiquity
Um belo título para começar o diavia Lugares Comuns de lpm em 28/08/08
“Comunicação é o terceiro critério para escolher serviços”, escreve o Diário Económico. A notícia é pequenina, mas o título é muito bom.
bombas da (r)evolução #4via Consumering de Consumering em 28/08/08
Nenhum meio vai superar a televisão na capacidade de reter audiências dóceis e receptivas.
Eleitores Indecisos… Mas Poucovia Dissonância Cognitiva de Bruno Ribeiro em 28/08/08
De acordo com um estudo recentemente realizado em Itália, os chamados Indecisos apenas o estarão a um nível consciente, porque na realidade a sua decisão sobre o sentido do seu voto já estará tomada. O estudo, realizado por Bertram Gawronski, Silvia Galdi e Luciano Arcuri, demonstrou que certas associações automáticas que são processadas pelos eleitores influenciam o seu sentido de voto, mesmo que estes não estejam conscientes da sua existência ou do seu efeito.
A sociedade do medovia Aberratio Ictus de Golfinho em 27/08/08
Um serial killer não sonha ver os crimes que comete na TV e os desenvolvimentos dos mesmos? Sim. Então as tv`s começaram a dar falsas informações sobre o andar dos processos, e a mostrar muito menos tal tipo de crimes. Isto não é censura, é bom-senso, qualquer psicólogo sabe isto, qualquer cidadão consegue perceber que há estas correlações directas. Sabe que, se as tvs mostrarem menos crimes, haverá menor imitação dos mesmos e os prevericadores não tirarão a satisfação de terem praticado tais actos ilícitos e aparecerem, por isso, na tv. Como escrevi relativamente à equidade que deve haver na liberalização da lei penal e na repressão, também aqui, deve haver muita prudência e ponderação em mostrar ou noticiar tais actos. Mas tal cabe, sempre, às redacções, não a imposições governamentais, até porque a passagem de tais cenas pode aumentar as taxas de crime, visto que os cidadãos correm a comprar armas, e se as usam incorrectamente? Equilíbrio e cuidado.
Trends That Will Help Define the Future of PR and Marketing
via Micro Persuasion de Steve Rubel em 28/08/08
The best way to think about new media, I have learned, is to look at the recent past and at the trends that are here now and seemingly have staying power. Apple CEO Steve Jobs once famously said “you can’t connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards.”
À atenção de Moita Flores, Sousa Tavares, Rodrigo e o senhor Martins de Sá que escreve em A Bola
via Certamente! de Paulo Querido em 28/08/08
Vou ser criticado por ainda perder tempo com eles, mas afinal sou jornalista, I spend my life dominating conversations… Fica o recado para Moita Flores, Sousa Tavares, Rodrigo Guedes de Carvalho e o senhor Martins de Sá, o negacionista de A Bola. Se algum dos gentis leitores de C! tiver forma de lhes fazer passar isto, faxavor.
OneWebDay Ambassadorvia Ogilvy PR 360 Digital Influence Blog de John Stauffer em 28/08/08
If you haven’t heard of OneWebDay, think of it as Earth Day, but for the Internet. As OWD describes itself, “an environmental movement for the Internet ecosystem. It’s a platform for people to educate and activate others about issues that are important for the Internet’s future.”
Ruth Marlene
via E s g r a v a t a r de Filinto Melo em 28/08/08
Tinha ontem umas nove janelas abertas, e conversava no messenger ou no gmail com um amigo de férias na Florida portuguesa, enquanto preenchia o formulário da XXXXXX, quando um alt+tab (uma função muito prática para quem não pode tirar os olhos do monitor nem os dedos do teclado e que altera a janela que temos aberta no Windows) me leva, esse alt+tab, a uma página qualquer que tem a entrevista da Ruth Marlene na FHM deste mês. Fiz reset no formulário, para não dizer disparates, e comecei a ler - e acreditem que, no caso, foi mesmo a ler.
Bloggers Unite on Nov. 10th
via Everyone’s Blog Posts - PROpenMic de Evelyn McCormack em 26/08/08
Bloggers — you might want to think about signing up to participate in the Bloggers Unite initiative on Nov. 10. This worldwide initiative will benefit Refugees United, a non-profit organization that helps refugees relocate family and friends through the use of the internet. Refugees United provides refugees with an anonymous forum to reconnect with missing family members. By registering with nicknames, scars, former locations and other markers only identifiable to family and close friends, refugees can remain ‘invisible’ to all but their relatives. The Refugees United search engine is the first of its kind.
Why a LinkedIn group and Facebook page for PROpenMic? Why should you join?
via Everyone’s Blog Posts - PROpenMic de Robert French em 25/08/08
Imprensa étnica - Faz algum sentido?
via The Extraordinary Life Of Steed de noreply@blogger.com (Mr. Steed) em 28/08/0
Não é novidade, noutros países como o Brasil ou os Estados Unidos, a segmentação étnica do mercado também é praticada. Faz algum sentido que assim seja? E a conversa sobre racismo e integração das minorias? Não será contraproducente a separação em revistas para o preto e para o branco? E títulos como “Por que é que os negros preferem as louras?”Quais seriam as consequências de “Por que é que os louros preferem as negras?”
Ou será que isto tudo é irrelevante?
Fome e fartura
via E s g r a v a t a r de Filinto Melo em 27/08/08
Um destes dias queixei-me que O Primeiro de Janeiro saiu sem manchete. Não era bem verdade, porque havia de facto uma manchete, em cima da foto de Desporto. Hoje, para compensar, há três 3 manchetes.
mas o que me faz mais confusão é a metade superior da primeira página. O que é isto?
Twiteando en directo una condena a muertevia Periodismo Ciudadano de Manuel Maqueda em 27/08/08
Dejando al margen el sensacionalismo que ha rodeado a este caso, estamos ante un ejemplo de la adopción, por parte de medios tradicionales, de técnicas de reporte propias del periodismo ciudadano, como es el uso de Twitter a través de dispositivos móviles, para dar cuenta en directo de noticias, eventos y sucesos.
Uma nova geração de activistas
via Notas ao café… de JN em 27/08/08
A vida partidária e os protestos de rua nas Democracias do séc. XXI. Algo difícil de conciliar, e não apenas nos EUA. O mundo dos que decidem - basta ver o que acontece em cimeiras como as do G8, da UE ou NATO - não vive bem com o do activismo e este com aqueles. Uma nova geração de activistas prepara-se para tomar conta das ruas nas convenções do Partido Democrata e Republicano; serão eles capazes de criar democracia a partir do exterior? O «palco de rua» está preparado como se pode ler no artigo de Michael Gould-Wartofsky para a The Nation.
Testes!via Torke 2.0 de Daniel Caeiro em 26/08/08
Estamos em fase de testes! Escolha do layout, ajustar plugins, acertar textos. Tudo o que é necessário para que este seja realmente o nosso espaço. Onde não só nós, mas também quem nos visita se sinta bem.
Obrigado a todos que entretanto já foram dizendo qualquer coisa!
SUS Brasileiro Passa a Comparticipar Transição na Totalidadevia FishSpeakers de Siona em 25/08/08
O ministro da saúde do Brasil, José Gomes Temporão, um luso-brasileiro nascido em Monção, anunciou que a transição vai passar a ser comparticipada pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O anúncio foi feito a 5 de Junho, no Congresso Nacional GLBTT, realizado em Brasília. Anteriormente, as cirurgias eram comparticipadas apenas no caso dos pacientes dos Hospitais Universitários de São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. A restante população transsexual via-se obrigada a recorrer a clínicas privadas, pagando as cirurgias por inteiro.
Bons exemplos de seguir na comunicação digitalvia P i a R de Alexandre Guerra em 25/08/08
A propósito das eleições do próximo dia 28 de Setembro para o governo do Land da Baviera, o PiaR ficou a conhecer, através da Câmara de Comuns, o site dos liberais do FDP reformulado para o efeito e com o objectivo claro de chegar a um tipo de eleitorado mais jovem e urbano.
AllVoices.com lanza un programa de incentivos para periodistas ciudadanosvia Periodismo Ciudadano de Jacinto Lajas em 22/08/08
El medio ciudadano AllVoices.com ha lanzado el programa Excellence in Citizen Media Initiative, con el que pretende incentivar a usuarios de todo el mundo que aporten noticias y artículos de opinión al sitio.
PR como “arma de guerra”via P i a R de Rodrigo Saraiva em 22/08/08
Já temos abordado (aqui e aqui) no PiaR a utilidade das Consultoras de Comunicação como “armas de guerra” ou o apoio que podem dar a instituições militares ou policiais.
Desta feita lemos, através da PR Week US, que é o exército norte americano a querer contratar uma Agência, tendo bastantes necessidades e condições.
As Minhas Tias (6)via Marginante de Scribblers em 15/08/08
“Quem dá o que pode, a mais não é obrigado”. É verdade. Mas você e/ou sua empresa, têm mesmo dado o que podem? Veja lá bem isso. É que a realidade é bem dura - e há pessoas e entidades que dependem do seu donativo para continuar a subsistir e ajudar quem mais precisa. Infelizmente, cada vez mais pessoas.
A chatice dos Factosvia Lugares Comuns de lpm em 29/08/08
Num momento em que tanto se fala no nosso País na falta de “think tanks”, é bom trazer aqui uma referência ao norte-americano The Pew Research Center For The People & The Press.
É que, provavelmente, mais do que “think tanks”, precisamos mesmo é de “fact thanks”.
Quase sempre parece que gostamos mais de propôr do que conhecer. Às vezes, gostamos mesmo de propôr sem conhecer.
Alunos e professores: do conflito de gerações ao conflito informacionalvia Jornalismo & Internet Blog do GJOL de noreply@blogger.com (GJOL) em 29/08/08
Está o Google a tornar-nos estúpidos?
via Marketing de Busca e SEO de António Dias em 29/08/08
O Google cumpre no próximo mês o seu décimo aniversário e um pouco por todo o mundo os media preparam-se para dedicar alguma atenção extra a este jovem gigante californiano.
A edição de amanhã do Expresso dedica duas páginas ao Google, tendo por mote a excelente e provocativa pergunta de Nicholas Carr na The Atlantic de Junho último.
Carr argumenta que o Google, a internet e as novas tecnologias estão a mudar significativamente a forma como interagimos com a informação e que isso poderá ter consequências a prazo na nossa capacidade de adquirir, ler e processar a informação.
Fecho: 29AGO2008 13:00a2a_linkname="Blogosfera Semanal | #2008.01 de 30AGO2008"; a2a_linkurl="http://fractura.net/opiniao/blogosfera-semanal-200801-de-30ago2008/"; a2a_show_title=1;
(recolher)
Blogosfera Semanal | #2008.01 de 30AGO2008
.
Esta série de posts é das mais simples que se pode fazer. Trata-se somente de um copy-paste de excertos de artigos que vou anotando no meu GoogleReader de Domingo a Sexta-feira e que tentarei colocar à vossa disposição todos os Sábados. Visto que a maioria dos artigos que abaixo poderão consultar não sao da minha autoria, este post tem a caixa de comentários fechada. Comentem nos artigos originais, se fizerem o favor. Agora, bom fim de semana! Links para 2008-08-24via Ponto Media de agranado@publico.pt em 24/08/08
Embedding your slide show in WordPress Blogging: desafio 1.0via Do Fundo da Comunicação de jd em 24/08/08
Partindo daqui, tenho um desafio para lançar aos jovens bloggers que escrevem sobre Web 2.0, variantes comunicação digital e Media Sociais. Os que quiserem vão ter a oportunidade de preparar projectos para clientes for real. E implementá-los. Clientes não faltam por aqui. Como já cheguei de férias, recebo-vos a partir desta segunda. Basta enviarem-me um email para acertarmos dia e hora. Queremos dar-vos a oportunidade de atalharem caminho e porem-se à prova.
Condição sine qua non para colaborar: Quem tem pretensão de opinar sobre Web 2.0 tem de saber o que é Comunicação 1.0.
via Do Fundo da Comunicação de jd em 24/08/08
Imaginem que Belmiro de Azevedo assinava textos num blog a partir de amanhã e que no url ao lado temos dez blogs sobre gestão, da autoria de quadros da Sonae. Dúvidas sobre qual o blog mais influente?
Façamos um back to basics à comunicação tradicional. O que interessa num texto de opinião? O conteúdo, quem escreve e onde é publicado. Raciocínio idêntico se aplica aos blogs, daí que quem não tinha reputação fora da Net, não a ganha por se tornar um blogger. A via terá de ser pela qualidade de conteúdos, e isso, além de ser fundamental tê-la, demora o seu tempo a demonstrar.
via Lugares Comuns de lpm em 24/08/08
Quem se destaca na Comunicação Publicitária é o “criativo”. Quem se destaca na Comunicação Institucional é o “influente”. Quem se destaca na Comunicação de Relações Públicas é o “treinador”.
Do criativo ao influente, do influente ao treinadorvia Lugares Comuns de lpm em 24/08/08
Esqueçam o porta-voz, o director de comunicação, o assessor de imprensa. Em cada instituição (empresa, associação, partido, grupo de interesses, território, causa), todos temos de ser porta-vozes, directores de comunicação e assessores de imprensa. Todos temos de partilhar os recursos, os argumentos e os planos de comunicação.
Em consequência, a sobrevivência de uma instituição enquanto fonte pró-activa de informação depende de ideias mais simples, curtas, directas e “visuais”.
Por isso, precisamos de colocar mais marketing na criação das ideias e de colocar menos marketing no transporte (na mediatização) das ideias.
E, sobretudo, precisamos de mais gente do nosso lado envolvida no processo de comunicação (não escrevi “mais técnicos de comunicação”), mais gente (que não apenas técnicos de comunicação) habilitada com preocupações e competências de comunicações.
Are You Trustworthy?via Copyblogger de Sonia Simone em 25/08/08
Business and personal bloggers might seem to be on two ends of a spectrum. On the one side: logic, strategy and profits. On the other: empathy, passion and heart. Never the twain shall meet, right? There’s one point where they do come together, though. Whatever moves you to build an audience for your content, you need to inspire one key response.
More than admiration, money or attention, you need to earn your audience’s trust.
Comunicação Institucional #1 | Dinâmica da Comunicação e da Imagem Corporativavia [ Fractura.Net ] de CJT em 25/08/08
Uma empresa comunica sempre, que a isso se proponha ou não.
Comunicação é sinónimo de conduta e a “não conduta” não é possível, pelo que a “não comunicação” também não é possível.
Uma empresa interage quotidianamente com os seus empregados, com o mercado…, em geral, com a envolvente. É uma fantasia pensar que uma empresa pode “não comunicar”.
Uma empresa pode optar por não contactar com a comunicação social ou não realizar publicidade, mas isso não é “não comunicação”, mas sim “comunicação negativa”.
O “silêncio” pode chegar a ser eficaz como alternativa táctica, conjuntural e ocasional, num momento e ante uma circunstância determinada. Mas nunca o “não há comentários” há de ser considerado um instrumento estratégico recorrente, porque reiteramos que quando cremos estar fazendo “não comunicação”, estamos na verdade a provocar “comunicação negativa”.
via [ Fractura.Net ] de CJT em 25/08/08
De acordo com Raymond Williams, a palavra ‘comunicação’ surgiu na língua inglesa no século XV, derivada do latim communicare – tornar comum, partilhar -, assumindo também o significado de “objecto que é tornado comum”. Com a Revolução Industrial, a palavra vê o seu campo semântico alargado aos meios e vias de comunicação, ficando assim a designar, não só a circulação de informação e ideias, como o transporte de coisas e pessoas. Por fim, já nos anos 20 do passado século XX, esta palavra ‘comunicação’ passa a designar os media, verificando-se então a distinção entre a imprensa ou a rádio e os caminhos-de-ferro ou o navio a vapor.
Mas ainda segundo Williams, esta palavra pode abarcar um sentido duplo enquanto nome de acção: o de transmissão, processo de sentido único; o de partilha, processo comum ou mútuo (Raymond Williams, Keywords, A Vocabulary of Culture and Society, 1988).
A junção das ideias de partilha e comunhão e de transmissão num mesmo campo semântico funda o que será a linguagem dos estudos e teorias da comunicação. Com efeito, James Carey publica um artigo em 1975, no qual distingue duas visões principais da comunicação (James W. Carey, A Cultural Approach to Communication, Mc Quails Reader in Mass Communication Theory, 2002).
Política | O Silêncio dos Inocentesvia [ Fractura.Net ] de CJT em 25/08/08
Manuela Ferreira Leite parece ter lido Saramago em época de Memorial do Convento, e ficar-se pela frase «De que adianta entoar cânticos ou louvar sermões, se talvez só o silêncio seja verdadeiro» - citação de exactidão dúbia, tanto quanto a memória que a traz -, sem se ter apercebido que Bacon já dizia há mais tempo que «O silêncio é a virtude dos tolos».
Manual de Instruções para Discussões na Blogosfera*via cinco dias de Rogério da Costa Pereira em 25/08/08
* da autoria do meu amigo Gibel (quem mais?), publicado num blogue defunto, em Março de um ano defunto.
É fundamental desmontar quais as técnicas de falsa argumentação - vulgo falácias – mais habituais na discussão diária e que medram (e merdam!) na blogosfera nacional. São técnicas clássicas, mas que, reconheço, talvez apanhem alguns jovens mais desprevenidos - o sistema de ensino já conheceu melhores dias e duvido que a malta nova ainda aprenda estas coisas.
Links para 2008-08-25via Ponto Media de agranado@publico.pt em 25/08/08
What Makes for a Good Blog? China’s Brands Imitate to Dominatevia Branding Strategy Insider de Mark Ritson em 25/08/08
From the moment the fireworks exploded over Beijing at the Olympics’ opening ceremony, you knew something fantastic was taking place.
But you’d have been forgiven for underestimating just how truly fantastic those fireworks were, because many of them did not actually occur. They were digitally enhanced video effects superimposed onto the Beijing night sky by a team of special-effects experts headed by Gao Xiaolong. ‘Most of the audience thought the display was filmed live, so that was mission accomplished,’ smiled a clearly delighted Mr Gao after the event.
Meanwhile, equally fantastical events were taking place inside the ‘Bird’s Nest’ stadium, where little Lin Miaoke was belting out a rousing rendition of Ode to the Motherland. It emerged later that Miaoke had been lip-synching and the real singer was another, slightly less photogenic, seven-year-old called Yang Peivi. Chen Qigang, musical director of the opening ceremony, explained to the world’s media that Lin Miaoke was chosen ahead of Yang Peivi because she was nicer looking.
Bloggers: Be Proactive in Educating PR Pros (UPDATED)via PR Squared de Todd Defren em 26/08/08
Not even the most rascally of bloggers or journalists expect or even want the PR industry to die; really they just want better PR. But while they writhe in pain at the volume of misdirected pitches, few bloggers take action beyond whining. If anything, the PR and marketing pros themselves seem to be the only ones engaged in the slow-drip of Blogger Relations education.
If you are a successful blogger, part of the reward for your hard work is that you’re gonna get pitched.
Content Matters: Eight of the Best Posts from the Final Eight PRWeek Blog Competitorsvia Communication Overtones de Kami Huyse em 25/08/08
Guidelines for Evaluating Nonprofit Communications Effortsvia intelligent measurement de Glenn em 25/08/08
For those interested in the area of campaign/advocacy evaluation, here are some very good guidelines on evaluating nonprofit communications efforts (pdf) from the Communications Consortium Media Center. The guidelines focus on “lessons learnt” in the evaluation of campaigns and sets out some key concepts to consider.
The Semantic Webvia PR News Online em 25/08/08
The phenomenon of personalized search is an important step forward toward the semantic web. In its own way, personalized search creates a mini semantic web that is based on the preferences and behavior over time of its users.
O novo mundo da Comunicação: mundos e não temposvia Lugares Comuns de lpm em 26/08/08
Reparem, entretanto, que empreguei sempre a palavra “mundo” e nunca a palavra “tempo”.
Porque a ideia de “mundo” pressupõe uma sobreposição.
Podemos viver, ao mesmo tempo, no mundo da Comunicação Publicitária, no mundo da Comunicação Institucional e no Mundo da Comunicação de Relações Públicas.
É isso que, de facto, ocorre. Os mundos não se excluem – ao contrário do que sucede com os “tempos”.
Pelo contrário, complementam-se.
Por vezes, os habitantes de um dos mundos, em particular se for o mais recente, têm tendência para achar que, no próximo tempo, todos os mundos serão como o seu.
Mas, tal nunca ocorre. Os vários mundos vão transformando-se, adaptando-se e convivendo entre si.
Vision of the semantic webvia Evaluating the media de Michael Blowers em 26/08/08
The semantic web will rely on a sub-level of information providing an additional layer of information (through tags) in tandem with with web page information. In effect this information, or tags, tell the computer what the page ‘means’. Michael Marshall makes the point that who is going to inspect the tags to make sure they are correct. This is very relevant to the measurement of online media.While we should never expect perfect information; the hope is the semantic web will permit more accurate, intelligent searching and data interpretation. In the world of media measurement could this lead to computers undertaking more of the qualitative tasks we currently reserve for humans? This helps illustrate some of the challenges for auto-evaluation, and I hope undermines those who say they currently have an automated process for undertaking qualitative measurement. Também eu sobre o silêncio de Manuela
via Lugares Comuns de lpm em 26/08/08
O que pensa hoje o eleitorado potencial do PSD, incluindo os seus principais activistas, sobre os temas “políticos” das últimas semanas?
Quem lhe deu os argumentos para formar um pensamento coerente e dinâmico?
Que racional é que ele tem para estruturar uma ideia de alternativa às políticas do Governo (que são devidamente comunicadas)?
Muitos pensam na Comunicação Política apenas como uma ferramenta de combate, adversarial. E é neste contexto que muitos avaliam a estratégia de contenção comunicacional de Manuela Ferreira Leite.
Todavia, na maior parte dos casos, a Comunicação Política é essencialmente o “cimento” de uma determinada comunidade.
Mas, aceitando que estamos apenas a começar a compreender o que se passa, atrevo-me a pensar que ninguém está atento aos interesses (ou necessidades) comunicacionais da base eleitoral do PSD.
E que a assumida falta de comunicação, mais do que desenhar um perfil de Marketing de tipo original ou criar um novo paradigma de relacionamento comunicacional entre o Governo e o partido da oposição com ambições governativas, acabe por contribuir apenas para o aumento de confusão no seio do PSD.
A falta de comunicação gera o caos. Lembram-se?
We Magazinevia Ponto Media de agranado@publico.pt em 26/08/08
A REVISTA We Magazine foi lançada ontem e tem todos os textos online.
Acorda América!via Arrastão de Daniel Oliveira em 26/08/08
Dennis Kucinich na Convenção Democrata
Falta de estratégia é o Buraco Negrovia Do Fundo da Comunicação de Rui Calafate em 27/08/08
Concordo com o Luis Paixão Martins (LPM), aqui.
Hoje em dia, por esse país fora, por onde existe a alma PSD, que argumentos utilizarão os mais ferrenhos laranjas nas discussões de cafés?
É que é nestas pequenas centelhas de vida que se alimentam os grandes partidos. Como diz, «a comunicação política é o cimento de uma determinada comunidade».
É do argumentário da direcção, e dos seus rostos mais fortes, que se consolidam as ideias e se vencem as pequenas discussões de bairro. Hoje, não existe argumentário. Adivinho que se fala de “credibilidade”, de “seriedade”da “senhora”, mas, do resto, os sociais-democratas devem estar a optar por falar da nova época de futebol do que do seu partido. Por um motivo: é que neste momento não o compreendem.
Da S. Caetano só vem silêncio…
Também sou dos que não sabem tudo e, por isso, como objectivo pessoal tenho o de todos os dias aprender mais alguma coisa.
Sigo este vácuo no PSD com curiosidade e com os meus “feelings”.
Mas aqui, ao contrário/ou acrescentando ao LPM acho que vivemos algo mais grave.
E se o silêncio é apenas a face visível da ausência de estratégia?
É que «se a falta de comunicação gera o caos», a ausência de estratégia é o Buraco Negro.
via Harold Burson’s Blog: Posts de Elizabeth.Vicenzino em 26/08/08
Anyone who skims the headlines knows that most of the world is challenged by an economy that’s losing its steam. It’s been that way for almost a year and the timing of an upturn is indeterminate, most likely not until well into next year.
The impact on public relations has been interesting – somewhat different from the dozen or so recessions Burson-Marsteller has weathered in its 55-year existence. Invariably, public relations/ communications budgets and cuts in staff were the first manifestation of rough economic goings in times past.
With the exception of the financial services and real estate/development sectors, that hasn’t happened with this recession. Of the several public relations firms with which I have discussed the subject, none has suffered reduced fee income or profits. In fact, at the current rate of activity, 2008 promises to be the best year for agencies since 2001/2002 –when the high tech bubble burst.
There seem to be several reasons for this new paradigm in the economics of public relations – over and above the intangible supposition that CEOs really believe reputation is a company’s most important asset.
“São vários”via Consumering de Consumering em 26/08/08
São vários os problemas que a dispersão impõe aos negócios: desatenção, mediocridade, ineficácia, ineficiência, desperdício, etc. Mas todos são um, o desfoque. Ou seja a incapacidade para se concentrar a fazer uma coisa bem feita para se espalhar por uma quantidade de asneiras mal feitas.
A mente humana é limitada e preguiçosa. Por um lado é limitada porque não tem capacidade para processar ideias confusas. Por outro preguiçosa porque prefere arrumar tudo num simples número. No 1. O número que interessa conhecer, a razão que é preciso ter, o motivo para comprar. São vários não é uma equipa, complementar complementar entre si. Senão seria uma equipa, uma só. Várias equipas não ganham campeonatos, descem de divisão. Tal como os lucros das empresas que apostam em vários benefícios para os seus produtos.
A Cauda Longa | Chris Anderson em Lisboa
via [ Fractura.Net ] de CJT em 27/08/08
«Ò Silva! Diga lá: você precêbe alguma côisa dêssa trêta dos blôgues? É que estive c’o Bernardo - vôcê sabe, o Têlles - na cônferência do Crís - vôcê sabe, o Anderson; o da Cauda Lôôônga hômem! - e decidimos que vamos fazer uma coisa dêssas. Por isso, vêja lá se me apresênta o projêcto o maaais rapidamente possívêl, tá bem? Então vá!»
The first law of mass mediavia Seth’s Blog de Seth Godin em 27/08/08
Organizations will work tirelessly to de-personalize every communication medium they encounter.
Radio ads used to be live, personal and spoken by an individual.
TV ads used to feature actual people, demonstrating something, usually live.
Phone calls involved a live speaker, talking, with permission, to another person.
Email used to be honest interactions between consenting adults.
Facebook pages (and Wikipedia, too) were built by people, not staffs.
Twits came from real people, and so did instant messages.
via Strategic Public Relations de Kevin Dugan em 27/08/08
Pros, Profs, Students – Join PR OpenMic How long will it take my marketing to work? Are you expecting too much from your marketing? Social Media is Organic Ubiquity: descoberta propagada pelo Twitter (ou a febre da novidade)via Certamente! de raul66pereira em 27/08/08
Hoje estalou uma febre mundial no Twitter a que Portugal também não escapou. Já ontem se tinham sentido alguns sinais de que os sintomas iam piorar. Epidémica e cruel, atacou com força e a confusão instalou-se! Até se viu a bonita e algo saudosa “fail whale mai’los seus passarinhos“, a tal que de tanto aparecer já se tornou num objecto de culto a roçar o “hype“! Não sei se também deu a febre na baleia, mas desconfio que até poderá ter sido isso…
Ubiquity by Mozillavia A Source Of Inspiration de Armando Alves em 27/08/08
Following the SOTW (site of the week), a Video Of The Week. Despite all the social media buzz, some people might not be aware of a groundbreaking moment for the web technologies. Meet Ubiquity
Um belo título para começar o diavia Lugares Comuns de lpm em 28/08/08
“Comunicação é o terceiro critério para escolher serviços”, escreve o Diário Económico. A notícia é pequenina, mas o título é muito bom.
bombas da (r)evolução #4via Consumering de Consumering em 28/08/08
Nenhum meio vai superar a televisão na capacidade de reter audiências dóceis e receptivas.
Eleitores Indecisos… Mas Poucovia Dissonância Cognitiva de Bruno Ribeiro em 28/08/08
De acordo com um estudo recentemente realizado em Itália, os chamados Indecisos apenas o estarão a um nível consciente, porque na realidade a sua decisão sobre o sentido do seu voto já estará tomada. O estudo, realizado por Bertram Gawronski, Silvia Galdi e Luciano Arcuri, demonstrou que certas associações automáticas que são processadas pelos eleitores influenciam o seu sentido de voto, mesmo que estes não estejam conscientes da sua existência ou do seu efeito.
A sociedade do medovia Aberratio Ictus de Golfinho em 27/08/08
Um serial killer não sonha ver os crimes que comete na TV e os desenvolvimentos dos mesmos? Sim. Então as tv`s começaram a dar falsas informações sobre o andar dos processos, e a mostrar muito menos tal tipo de crimes. Isto não é censura, é bom-senso, qualquer psicólogo sabe isto, qualquer cidadão consegue perceber que há estas correlações directas. Sabe que, se as tvs mostrarem menos crimes, haverá menor imitação dos mesmos e os prevericadores não tirarão a satisfação de terem praticado tais actos ilícitos e aparecerem, por isso, na tv. Como escrevi relativamente à equidade que deve haver na liberalização da lei penal e na repressão, também aqui, deve haver muita prudência e ponderação em mostrar ou noticiar tais actos. Mas tal cabe, sempre, às redacções, não a imposições governamentais, até porque a passagem de tais cenas pode aumentar as taxas de crime, visto que os cidadãos correm a comprar armas, e se as usam incorrectamente? Equilíbrio e cuidado.
Trends That Will Help Define the Future of PR and Marketing
via Micro Persuasion de Steve Rubel em 28/08/08
The best way to think about new media, I have learned, is to look at the recent past and at the trends that are here now and seemingly have staying power. Apple CEO Steve Jobs once famously said “you can’t connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards.”
À atenção de Moita Flores, Sousa Tavares, Rodrigo e o senhor Martins de Sá que escreve em A Bola
via Certamente! de Paulo Querido em 28/08/08
Vou ser criticado por ainda perder tempo com eles, mas afinal sou jornalista, I spend my life dominating conversations… Fica o recado para Moita Flores, Sousa Tavares, Rodrigo Guedes de Carvalho e o senhor Martins de Sá, o negacionista de A Bola. Se algum dos gentis leitores de C! tiver forma de lhes fazer passar isto, faxavor.
OneWebDay Ambassadorvia Ogilvy PR 360 Digital Influence Blog de John Stauffer em 28/08/08
If you haven’t heard of OneWebDay, think of it as Earth Day, but for the Internet. As OWD describes itself, “an environmental movement for the Internet ecosystem. It’s a platform for people to educate and activate others about issues that are important for the Internet’s future.”
Ruth Marlene
via E s g r a v a t a r de Filinto Melo em 28/08/08
Tinha ontem umas nove janelas abertas, e conversava no messenger ou no gmail com um amigo de férias na Florida portuguesa, enquanto preenchia o formulário da XXXXXX, quando um alt+tab (uma função muito prática para quem não pode tirar os olhos do monitor nem os dedos do teclado e que altera a janela que temos aberta no Windows) me leva, esse alt+tab, a uma página qualquer que tem a entrevista da Ruth Marlene na FHM deste mês. Fiz reset no formulário, para não dizer disparates, e comecei a ler - e acreditem que, no caso, foi mesmo a ler.
Bloggers Unite on Nov. 10th
via Everyone’s Blog Posts - PROpenMic de Evelyn McCormack em 26/08/08
Bloggers — you might want to think about signing up to participate in the Bloggers Unite initiative on Nov. 10. This worldwide initiative will benefit Refugees United, a non-profit organization that helps refugees relocate family and friends through the use of the internet. Refugees United provides refugees with an anonymous forum to reconnect with missing family members. By registering with nicknames, scars, former locations and other markers only identifiable to family and close friends, refugees can remain ‘invisible’ to all but their relatives. The Refugees United search engine is the first of its kind.
Why a LinkedIn group and Facebook page for PROpenMic? Why should you join?
via Everyone’s Blog Posts - PROpenMic de Robert French em 25/08/08
Imprensa étnica - Faz algum sentido?
via The Extraordinary Life Of Steed de noreply@blogger.com (Mr. Steed) em 28/08/0
Não é novidade, noutros países como o Brasil ou os Estados Unidos, a segmentação étnica do mercado também é praticada. Faz algum sentido que assim seja? E a conversa sobre racismo e integração das minorias? Não será contraproducente a separação em revistas para o preto e para o branco? E títulos como “Por que é que os negros preferem as louras?”Quais seriam as consequências de “Por que é que os louros preferem as negras?”
Ou será que isto tudo é irrelevante?
Fome e fartura
via E s g r a v a t a r de Filinto Melo em 27/08/08
Um destes dias queixei-me que O Primeiro de Janeiro saiu sem manchete. Não era bem verdade, porque havia de facto uma manchete, em cima da foto de Desporto. Hoje, para compensar, há três 3 manchetes.
mas o que me faz mais confusão é a metade superior da primeira página. O que é isto?
Twiteando en directo una condena a muertevia Periodismo Ciudadano de Manuel Maqueda em 27/08/08
Dejando al margen el sensacionalismo que ha rodeado a este caso, estamos ante un ejemplo de la adopción, por parte de medios tradicionales, de técnicas de reporte propias del periodismo ciudadano, como es el uso de Twitter a través de dispositivos móviles, para dar cuenta en directo de noticias, eventos y sucesos.
Uma nova geração de activistas
via Notas ao café… de JN em 27/08/08
A vida partidária e os protestos de rua nas Democracias do séc. XXI. Algo difícil de conciliar, e não apenas nos EUA. O mundo dos que decidem - basta ver o que acontece em cimeiras como as do G8, da UE ou NATO - não vive bem com o do activismo e este com aqueles. Uma nova geração de activistas prepara-se para tomar conta das ruas nas convenções do Partido Democrata e Republicano; serão eles capazes de criar democracia a partir do exterior? O «palco de rua» está preparado como se pode ler no artigo de Michael Gould-Wartofsky para a The Nation.
Testes!via Torke 2.0 de Daniel Caeiro em 26/08/08
Estamos em fase de testes! Escolha do layout, ajustar plugins, acertar textos. Tudo o que é necessário para que este seja realmente o nosso espaço. Onde não só nós, mas também quem nos visita se sinta bem.
Obrigado a todos que entretanto já foram dizendo qualquer coisa!
SUS Brasileiro Passa a Comparticipar Transição na Totalidadevia FishSpeakers de Siona em 25/08/08
O ministro da saúde do Brasil, José Gomes Temporão, um luso-brasileiro nascido em Monção, anunciou que a transição vai passar a ser comparticipada pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O anúncio foi feito a 5 de Junho, no Congresso Nacional GLBTT, realizado em Brasília. Anteriormente, as cirurgias eram comparticipadas apenas no caso dos pacientes dos Hospitais Universitários de São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. A restante população transsexual via-se obrigada a recorrer a clínicas privadas, pagando as cirurgias por inteiro.
Bons exemplos de seguir na comunicação digitalvia P i a R de Alexandre Guerra em 25/08/08
A propósito das eleições do próximo dia 28 de Setembro para o governo do Land da Baviera, o PiaR ficou a conhecer, através da Câmara de Comuns, o site dos liberais do FDP reformulado para o efeito e com o objectivo claro de chegar a um tipo de eleitorado mais jovem e urbano.
AllVoices.com lanza un programa de incentivos para periodistas ciudadanosvia Periodismo Ciudadano de Jacinto Lajas em 22/08/08
El medio ciudadano AllVoices.com ha lanzado el programa Excellence in Citizen Media Initiative, con el que pretende incentivar a usuarios de todo el mundo que aporten noticias y artículos de opinión al sitio.
PR como “arma de guerra”via P i a R de Rodrigo Saraiva em 22/08/08
Já temos abordado (aqui e aqui) no PiaR a utilidade das Consultoras de Comunicação como “armas de guerra” ou o apoio que podem dar a instituições militares ou policiais.
Desta feita lemos, através da PR Week US, que é o exército norte americano a querer contratar uma Agência, tendo bastantes necessidades e condições.
As Minhas Tias (6)via Marginante de Scribblers em 15/08/08
“Quem dá o que pode, a mais não é obrigado”. É verdade. Mas você e/ou sua empresa, têm mesmo dado o que podem? Veja lá bem isso. É que a realidade é bem dura - e há pessoas e entidades que dependem do seu donativo para continuar a subsistir e ajudar quem mais precisa. Infelizmente, cada vez mais pessoas.
A chatice dos Factosvia Lugares Comuns de lpm em 29/08/08
Num momento em que tanto se fala no nosso País na falta de “think tanks”, é bom trazer aqui uma referência ao norte-americano The Pew Research Center For The People & The Press.
É que, provavelmente, mais do que “think tanks”, precisamos mesmo é de “fact thanks”.
Quase sempre parece que gostamos mais de propôr do que conhecer. Às vezes, gostamos mesmo de propôr sem conhecer.
Alunos e professores: do conflito de gerações ao conflito informacionalvia Jornalismo & Internet Blog do GJOL de noreply@blogger.com (GJOL) em 29/08/08
Está o Google a tornar-nos estúpidos?
via Marketing de Busca e SEO de António Dias em 29/08/08
O Google cumpre no próximo mês o seu décimo aniversário e um pouco por todo o mundo os media preparam-se para dedicar alguma atenção extra a este jovem gigante californiano.
A edição de amanhã do Expresso dedica duas páginas ao Google, tendo por mote a excelente e provocativa pergunta de Nicholas Carr na The Atlantic de Junho último.
Carr argumenta que o Google, a internet e as novas tecnologias estão a mudar significativamente a forma como interagimos com a informação e que isso poderá ter consequências a prazo na nossa capacidade de adquirir, ler e processar a informação.
Fecho: 29AGO2008 13:00a2a_linkname="Blogosfera Semanal | #2008.01 de 30AGO2008"; a2a_linkurl="http://fractura.net/opiniao/blogosfera-semanal-200801-de-30ago2008/"; a2a_show_title=1;
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O Trabant que acreditava ser um Ferrari.
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¿Por qué te callas?
Li recentemente duas frases sonantes sobre o actual estado (?) do PSD. Uma, nos comentários ao último post (sim!) de Manuela Ferreira Leite (sim! Ela Também Tem Um Blog!), silêncio alarmante:
“O PSD é mais uma imensa nota de rodapé na história e uma triste imagem do que poderia ter sido” (por bentleyman).
A outra está na reacção do Daniel Oliveira ao post de MFL:
“Ferreira Leite está preocupada com o silêncio do primeiro-ministro sobre um assunto. É indiscutível que a líder do PSD é mais consequente: está calada sobre todos os assuntos” (em diz a muda ao calado).
Assim suportámos a estação doida.
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Diz a muda ao calado
No Expresso desta semana, no único espaço onde podemos confirmar que Manuela Ferreira Leite existe (a sua coluna de opinião), a líder do PSD faz uma crítica a José Sócrates: que ele tem estado calado sobre as questões de segurança. Diz, no título, que se trata de um “silêncio alarmante”. Ferreira Leite está preocupada com o silêncio do primeiro-ministro sobre um assunto. É indiscutível que a líder do PSD é mais consequente: está calada sobre todos os assuntos.
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Do Silêncio
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Um partido afónico
Na sexta-feira o PSD pediu a demissão do ministro da Administração Interna, justificando o pedido com o aumento da criminalidade e com a ausência de esclarecimentos do governo. No sábado, num artigo de opinião sobre o "alarmante aumento da criminalidade" e o "inaceitável silêncio" do primeiro-ministro sobre o assunto, em nenhum momento Manuela Ferreira Leite solicita a demissão de Rui Pereira. Está visto, o "novo" PSD fala pouco. Para o país...e uns com os outros.
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Política | O Silêncio dos Inocentes
Manuela Ferreira Leite parece ter lido Saramago em época de Memorial do Convento, e ficar-se pela frase «De que adianta entoar cânticos ou louvar sermões, se talvez só o silêncio seja verdadeiro» - citação de exactidão dúbia, tanto quanto a memória que a traz -, sem se ter apercebido que Bacon já dizia há mais tempo que «O silêncio é a virtude dos tolos».
Mas as citações sobre o silêncio são tantas quantas as cabeças que o não sabem guardar ou, pelo menos, guardar-lhe o devido respeito. É que o silêncio exige uma gestão rigorosa, não sendo tão eficaz como isso a presunção de “tabus” tão caros a ministros, primeiros ou não, actuais ou passados, nem tão pouco a perda da oportunidade de se fazer ouvir no meio da cacofonia, aproveitando o facto de ser voz rara, como o fez agora mesmo a responsável máxima do que deveria ser o principal partido da oposição.
Ao exigir a demissão do ministro responsável das polícias, Manuela Ferreira Leite deixa escapar a janela de oportunidade para a quebra do jejum de palavras, actos e aparições de peso - não, não falo de Fátima nem do Pontal, há coisas mais importantes -, para deixar cair na praça pública algo que deveria ter pensado antes de comunicar.
Manuela Ferreira Leite deveria ter tido em conta que não é a demissão do ministro que irá resolver o actual estado de insegurança de que o país padece. Ferreira Leite deveria também ter-se lembrado das espectaculares superesquadras que o governo de que fez parte resolveu implantar, acabando com o policiamento de proximidade. Devia lembrar-se de muito mais coisas mas, a lembrar-se, parece ter dificuldade em exprimí-las.
Talvez um novo período de silêncio de Manuela Ferreira Leite seja realmente aconselhável. Digamos que até ao próximo congresso daquele que deveria ser o principal partido da oposição. Porque para emitir o mais deprimente vácuo de ideias, projectos e opinião, basto eu, e não sou pago para isso.
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Governo desce nas intenções de voto dos portugueses
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Edite Estrela quer saber posição de Ferreira Leite sobre violência contra mulheres
A líder dos socialistas portugueses no Parlamento Europeu, Edite Estrela, desafiou hoje, em Bruxelas, a presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, a "clarificar a sua posição" sobre o problema da violência sobre as mulheres. "Acho que as mulheres portuguesas gostariam de saber qual a opinião de Manuel Ferreira Leite sobre esta questão muito séria e importante", disse Edite Estrela.
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António Borges defende política de silêncio de Ferreira Leite
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«Silêncio é mau, mas tem mais vantagens que inconvenientes»
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Rebelo de Sousa reafirma apoio a Ferreira Leite
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Manuela Ferreira Leite promete quebrar silêncio
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Manuela Ferreira Leite vai encerrar semana na Universidade de Verão do PSD
Uma centena de jovens reúne-se ao longo da próxima semana na Universidade de Verão do PSD, que será encerrada pela líder do partido, Manuela Ferreira Leite, a 7 de Setembro, que quebrará assim o 'silêncio' das últimas semanas.
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PSD: Universidade Verão de segunda a domingo, termina com discurso da `rentrée` da líder do partido
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Macário Correia critica silêncio da líder do PSD
Macário Correia, o dirigente social-democrata que preside à câmara algarvia de Tavira, criticou hoje o silêncio de Manuela Ferreira Leite e da direcção do PSD, que considera excessivo. Para este autarca, o PSD corre mesmo o risco de ficar “numa situação que será difícil de explicar”, pelo que espera que seja uma fase que se ultrapasse “rapidamente”.
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Augusto Santos Silva devolve críticas sobre silêncio a Ferreira Leite
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Augusto Santos Silva devolve críticas sobre silêncio a Ferreira Leite
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"O Governo está à solta, faz o que quer"
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Luís Filipe Menezes ataca silêncio de Manuela Ferreira Leite
Luís Filipe Menezes, ex-líder do PSD, desfere hoje uma forte crítica contra a direcção de Manuela Ferreira Leite, cuja política de silêncio durante o Verão é considerada errada, entre outras razões porque considera que dá espaço ao primeiro-ministro para marcar a “rentrée”.
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Menezes critica oposição apagada de Ferreira Leite
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Menezes critica oposição apagada de Ferreira Leite
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Pontal: Angelo Correia critica "estratégia do silêncio"
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Festa do Pontal não esqueceu ausência de Ferreira Leite
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Festa do Pontal sem candidatos das últimas eleições do PSD
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Santana Lopes quer Ferreira Leite na festa laranja do Pontal