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Comparações eventualmente pertinentes
Seria interessante comparar o que a direita lusitana escreveu sobre a cultura política de Santana e Menezes com a sua excitação pela batalha dos ‘common folks’ dos EUA contra as elites liberais arrogantes. Assim torna-se difícil perceber porque é que não atribuem os mesmos direitos a Gaia. Pelos vistos as excentricidades culturais são muito bonitas, mas só quando promovidas por outros. Isto sim é relativismo, e revela uma certa condescendência cultural.
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esta outra e ela mesma
Não é para vos falar de Morangos com Açúcar que sumario a inquietação dos meus últimos 5 minutos e meio passados na pastelaria da minha rua, mas não andarei longe de outros termos novelescos que, longe do formato pericial de Alexandre Andrade, pouco devem à instrução. Todos os dias, ao despontar da noite, a TVI exibe três novelas portuguesas, duas das quais – Feitiço de Amor e a A Outra – repetem a presença da actriz Alexandra Leite (interpreta Carminho Menezes, na primeira; e Beatriz Gama, desaparecida, provavelmente morta, na segunda). Em a A Outra, Beatriz Gama, outrora abandonada pelo marido e pela amante deste na pradaria africana e ali desfigurada pelos leões, não tendo morrido, na realidade, resolve aparecer para se vingar de seus algozes, e aporta sob condição cirúrgico-plástica que lhe devolveu a intumescência de um corpo remodelado entregue à representação de uma outra actriz, Margarida Marinho, que dá ao papel que interpreta a imagem adulterada da destemida e arrojada vingadora Teresa Pimenta, perfeito heteronómico de Beatriz. Coibida pelos desejos fervorosos da vendetta de revelar a sua primeira identidade, Teresa, sem olhar a meios para atingir a sentença definitiva sobre anos de humilhação marital, procura consumar a vingança a qualquer preço; e é com a vida que Teresa Pimenta, em episódio recentemente passado, acaba por pagar o dédalo em que deliberadamente se meteu, aparecendo, em circunstância obscura, corpo morto boiando na piscina da sua vivenda. O povo português (a quem Miguel Gomes subtraiu as novelas, quando estas são, parede em meio com as marchas e os bailaricos, o fastígio do seu agosto), indignado, não compreendeu como é que, de repente, Beatriz (enquanto Teresa) desaparece pela segunda vez, para mais quando de modo terrífico da novela se retira definitivamente de cena uma Beatriz de corporeidade determinada, género de mulher que leva as mãos à cintura e de mamas em viço se dispõe às intenções mais impiedosas. Era esta a Beatriz que os portugueses preferiam, então por qual quê da novela se afasta a boazona da Margarida Marinho? Fará sentido, depois de semelhante golpe desferido no peito dos portugueses, continuar a exibir a A Outra quando, afinal, os portugueses preferem (a A) Esta? Pertinente, Vaz Nande. Sucede que a resposta já está nos escaparates das revistas da pastelaria não só da minha rua, mas de todas as ruas e travessas do nosso país sem avenidas. Beatriz (a outra), afinal, não morreu, ou, diga-se melhor - porque sempre vai larga a diferença entre dizer-se não culpado e inocente - Beatriz (a outra), afinal, está viva. E Beatriz não só está viva como também aparecerá grávida de João. Teresa, por sua vez, era tão-somente uma impostora, alguém que se fazia passar por Beatriz, uma espécie de a-outra, ou, se quiserdes, uma espécie de aoutra, um desvio apátrida face ao epicentro da trama. Certo é que a maquinação de uma identidade empalmada no método ardiloso da simulação por justa causa provocou no espectador a vontade crescente de um pathos de verdade que não passou de uma consequência falsa de uma ilusão de verdade sem contornos. A santa cai do nicho, dá-se a epifania da puta falsária e, com isso, perguntarão os portugueses, esgota-se a epífase ou estamos perante um sintoma superveniente numa doença já declarada, legitimador das ampliações próprias de qualquer novela? Não sabendo o que vai acontecer daqui para diante, sabe-se, apenas, que Beatriz, desde sempre desaparecida, está interpretando o papel de Carminho em Feitiço de Amor, mulher de Francisco Menezes (actor Alexandre de Sousa), enquadrada, também ali, no papel de mulher submissa a quem a paciência de Job tem vindo a dar lugar, lentamente, aos perímetros de uma causa subversiva. Caso para que se pergunte com igual pertinência: uma vez rebelada, Carminho desaparecerá de Feitiço do Amor para dar lugar a Beatriz reaparecida em A Outra, desta feita uma Beatriz Outra Ela Mesma?
Tenho a cachimónia num frenesim, e saí eu à rua durante 5 minutos só para almoçar um folhado misto. Deus me ampare.
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Quem com ferros mata
No dia em que Barack Obama ia ser aclamado como candidato democrata às eleições presidenciais americanas, John McCain fez publicar nas televisões um anúncio — pago do seu bolso — dirigido a Obama e no qual dizia mais ou menos isto: amanhã continuamos a nossa guerra, mas hoje, um dia histórico (duplo sentido para o aniversário do discurso de Martin Luther King), quero felicitá-lo pela sua conquista.
Nos EUA as eleições são renhidas e os truques, trapaças e buscas de escândalos alimentam as candidaturas. McCain ganhou pontos, mas mais que ganhar pontos deu um tom à campanha.
Foi mais que um golpe de publicidade, foi um sinal de respeito.
Retribuído.
Obama recusou o aparente brinde da filha da vice-presidente que é menor, solteira e está grávida. Um rebuçado que tem vindo a ser insistentemente embrulhado pelos media engajados, apesar de ser uma mensagem que nenhum político americano aprove actualmente e não tenha despertado nenhum interesse particular das “audiências”. Na sua resposta veemente e sentida, Obama esteve ao lado de McCain — esta é a verdade a reter do episódio.
Ora. A transposição do exemplo para a política nacional é inevitável.
Nas últimas eleições nos grandes partidos é avaliável o grau de sensatez de cada organização. José Sócrates ganhou o PS em condições de extraordinária competitividade, com 3 candidatos de luxo. No PS as lutas intestinas não foram propriamente poços de virtude, nem isso se espera, mas tiveram o mesmo tipo de tom e correcção que McCain Obama imprimiram à campanha em curso.
Já o PSD… justos céus, o que se passa nas hostes laranjas?
O PSD sempre foi um clima mais agreste (eu podia usar palavras piores) para os seus candidatos a líderes que o seu grande rival.
Mas este século tem-se superado a si próprio.
Desde Durão Barroso, que chegou ao poder em circunstâncias normais (Marcelo Rebelo de Sousa perdeu eleições), a escadaria para o poder tem estado, digamos, particularmente escorregadia.
Durão negou a sucessão a Manuela Ferreira Leite (ele lá sabia porquê).
Depois, Marques Mendes — um homem pacífico, educado e trabalhador, ideal para fazer de Fernando Nogueira II — foi apeado a meio do percurso pelos “índios” populistas que lhe fizeram a vida negra, forçando o partido a uma escolha destempada.
Passe o trocadilho, o poder popular era, como sempre foi e será, uma ilusão. O chefe da tribo vencedora acabou ele próprio vítima de um golpe à bomba que visava estilhaçar o exército popular e “restituir a credibilidade” à nação social-democrata — e, aproveite-se, a Linha à São Caetano. As bombas incendiaram e puniram Luis Filipe Menezes com a mesma justeza com que este apeara o seu antecessor, não fosse o ligeiro detalhe de esse não ter feito mal a ninguém.
Esta semana a líder — que a esta hora já deve lamentar ter-se deixado envolver nisto — ficou sozinha com o bombista arquitecto do atentado a Menezes. Marcelo Rebelo de Sousa retirou o seu cardeal apoio a Manuela Ferreira Leite.
José Pacheco Pereira não o fará. Tal como com Cavaco, take one, se apostou em Manuela, vai com Manuela até ao fim do filme — ainda que possa sair antes do genérico final se houver argumento para nova fita abrilhantada pela estrela do Norte.
Mas Marcelo Rebelo de Sousa deixou-lhe a batuta fervente nas mãos. Muito claramente, na televisão, delegou nele a responsabilidade da estratégia. O que levanta uma curiosa interrogação. Como a água e o azeite, o PSD profundo e Pacheco Pereira não se misturam, não têm nada a ver — nem querem; até que ponto poderá Manuela justificar a presença de um corpúsculo estranho.
Bem, eu tenho uma resposta para isto que passa por Cavaco, de quem Pacheco é uma vez mais homem de mão. Quanto vale o cavaquismo no PSD — é uma pergunta com resposta: 1/3. A questão por responder é: os outros 2/3 fazem o quê?
Marcelo sempre correu a maratona.
Manuela não tem culpa. Os outros peões ainda menos. Alguns deles, dizem-me, são bastante bons. O problema é que no tabuleiro faltam torres, cavalos e bispos.
Vejam a coisa pelo lado positivo. Pela primeira vez, vejo falar-se por aí na criação de um novo partido ao centro e ninguém desata a rir. Até já foram criados dois — mas não é desses que estou a falar. É de um que rasgue de vez o manto podre da social democracia à portuguesa, um termo incaracterístico que já não significa nada nem designa nenhuma corrente.
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OS FLOREADOS DE MARCELO
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Carta africana do meu primo
Por aqui em Luanda tudo jóia!
Nos primeiros dias ainda reparei na enorme sujidade e muita miséria das ruas e musseques circundantes (favelas) mas com o tempo vamo-nos habituando e descobrindo o outro lado de Luanda. Angola é um país em reconstrução e por esta altura com as eleições à porta, cada semana que passa o país muda e isto é rigorosamente assim.
Está a ser uma grande experiência, uma mistura entre dois mundos. Por um lado a difícil adaptação a uma realidade pobre e suja com muita miséria, por outro, parece que estamos em casa, deve ser o sítio no mundo com maior presença portuguesa: Desde a língua, à arquitectura (ou falta dela), à desorganização estatal, a corrupção (levada ao extremo), à quantidade de marcas portuguesas que não encontramos em mais lado nenhum do globo, só aqui!
Aqui bebo Compal, Sagres e Super Bock, o papel higiénico é Renova, o atum é Ramirez, as salsichas são Nobre e a água é do Luso ou Caramulo! Nunca vi tanta camisola do Benfica, Sporting e Porto nas ruas de uma cidade. Também aqui há as zonas de Benfica e Alvalade. A televisão angolana é uma cópia da SIC e os canais satélites portugueses passam a cada esquina. RTPi, Africa, SIC, SIC Noticias e SportTV, vejo todos os jogos, mais incrível, no outro dia entrei numa taberna, que por aí em Portugal já são sujas, imaginem aqui… uma mini-tv a cair de podre, aparafusada ao tecto, transmitindo um canal tuga e lá estava o madié… Rodrigo Menezes! Quem não conhece?! Morangos com Açúcar, etc, etc. Também aqui as novelas e revistas cor-de-rosa começam a tomar conta da populaça, já há até a versão Angolana da revista Caras, igualzinha à portuguesa mas a com as figurinhas locais (a preto e branco – estou na brinca!). Também se vai ao Tamariz beber um copo ou à Portvgália comer um bife. Há frango no churrasco, bacalhau, arroz-doce, bolas de Berlim e pastéis de nata! Estamos em casa! E como dizem por aqui "Mano, Estamos Juntos"
O Angolano adora tudo o que tem a ver com a aparência, anda sempre aperaltado, pode até estar a suar em bica mas sempre com o fatinho bem engomado e gravatas luxuriantes. Nestas ruas entupidas com esgotos a céu aberto, com poeira por todo o lado as senhoras andam de salto alto e o mais que se vê é sapato mocassino sempre impecavelmente engraxado! muito engraçado.
O trânsito é inacreditável, tudo o que eu possa escrever não chega dar uma ideia do caos que isto está, é "tudo ao molho e fé em Deus", uma maravilha! Depois de alguns dias a gente apanha o jeito.
Esta é a experência vincadamente de Luanda, quando se visitam outras províncias a realidade já é diferente, mais natureza, mais organização, menos confusão. Amanhã viajo pela costa, vou para sul, Kwanza Sul, Benguela com destino à provincia de Namibe. Pelo meio vamos dormir no Lobito, 38 anos a ouvir falar desses paraísos, vamos lá ver se é mesmo assim.
É esta um pouco da história do meu último mês em Angola. No proximo fim de semana estou por aí.
Fica o registo.
Beijos e abraços
Lourenço"
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O Trabant que acreditava ser um Ferrari.
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Há gente que não se sente, sinceramente...
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Graciosa precisa de professor/a de PIANO
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Do que eu me fui lembrar
"With eyes firmly on the future, in the spirit of unity, with the goal of victory, with faith in our party and our country"
Lembrei-me de pessoas como Luís Filipe Menezes, José Pedro Aguiar Branco, Manuel Alegre, António Borges e muitos outros. A diferença é abissal.
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Já abriram as inscrições para o Partido Social Federalista?
Quem se iria filiar no PSF? Para além do fundador, e corte da Madeira, nos primeiros a entrar estariam Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, Isaltino Morais, Mendes Bota, Ferreira Torres, Luís Filipe Menezes, Pimenta Machado, Vale e Azevedo, Pinto da Costa e Manuel Monteiro. Certinho.
Quem mais?
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BALANÇO OLÍMPICO. Portugueses, Luís Filipe Menezes esclarece para q
«(...) Eu sei que a Vanessa [Fernandes] é de Gaia, mas palavra de honra que o mérito do seu sucesso não é do presidente da Câmara.»E todos a pensarem que o trabalho tinha sido do ex-líder do PSD. Não se faz.
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PSD “exige” demissão do MAI: como reagiu a blogosfera
Como que acordando estremunhado da hibernação primaveril em que entrou com Manuela Ferreira Leite, ainda sem perceber se é de dia ou de noite, esta semana o PSD veio exigir a demissão do ministro da Administração Interna.
Tal “exigência” é “justificada”, segundo a Lusa, com o aumento da criminalidade e com a ausência de esclarecimentos sobre o aumento do crime violento em Portugal.
Tal como a grande maioria dos bloggers que reagiram, cito a notícia republicada no Público e não outra republicação, muito menos o take original pois a Lusa não quer.
Fica, na continuação deste post, o tratamento dispensado ao caso pela blogosfera, com citações de uma dúzia de blogues dos mais notórios:
O PSD anda pelas ruas da amargura. Não bastava nada dizer para se perceber que qaundo diz algo, diz asneira. Pede-se a demissão dum Ministro pela onda de assaltos. Não tardará muito que, se cair um meteorito em Lisboa ou Porto, … Os partidos começam já a “afiar a língua” em 23 Aug 08 20:18 por Miguel A.Ferreira, [politikae.blogspot.com]
Na linha do que Aguiar Branco já havia criticado, o PSD pede que a cabeça do Ministro da Administração Interna, seja servida como prato principal na rentrée do partido: “O PSD recusa pactuar com a tentativa enganosa do primeiro-ministro … Baralhadinho de todo, eu. Cheira a guerrilha? em 23 Aug 08 13:15 por pintoribeiro, http://suckandsmile.wordpress.com
Vamos lá ver. Afinal, quem disparou sobre o engenheiro no Algarve? Porque raio tanta encenação, com secretas estrangeiras e tudo, a propósito da carrinha da Prosegur num golpe que exigiu meses de preparação? Quem anda a sabotar a linha … [Silly Season daily dose] Sociais-Democratas, tementes a Deus e … em 23 Aug 08 10:52 por Marco Gomes, [remisso.blogspot.com]
To Oskar Panizza (1917/18), George Grosz. «O PSD exigiu hoje a demissão do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, justificando o pedido com o aumento da criminalidade e com a ausência de esclarecimentos sobre o aumento do crime … Da desonestidade política em 22 Aug 08 23:34 por Casca de Carvalho, [sociedadeemcomandita.blogspot.com]
Vejo em rodapé no Telejornal, e por isso sem saber realmente do que se trata, que o PSD pediu a demissão do ministro Rui Pereira. Suponho que tal “exigência” do maior partido da oposição tenha base na última vaga de assaltos. … O Senhor Comunicado da Silva em 22 Aug 08 22:29 por Tiago R Cardoso, [notassoltasideiastontas.blogspot.com]
Tiago R Cardoso - 22.08.2008 Estou a pensar nas próximas eleições ir votar naquele senhor que fala em nome do PSD. Sabe o que diz, explica bem as coisas, ele o porta-voz do PSD, é ele o rosto da oposição. … Demagogia em 22 Aug 08 22:04 por Vital Moreira, [causa-nossa.blogspot.com]
Numa espécie de flato político populista e oportunista, o PSD resolveu sair do seu tumular silêncio político para reclamar a demissão do Ministro da Administração Interna, por causa do recente surto de assaltos. … Quo Vadis PSD? em 22 Aug 08 21:42 por pheleno, http://sociedadeincerta.wordpress.com
A muito esperada reacção por parte do PSD a alguma política sectorial deixou mais interrogações do que esperanças aos militantes. Estes pedidos de demissão de ministros são um estilo populista que não se enquadria naquilo que Manuela … Só nos faltava mais esta. em 22 Aug 08 21:38 por abrasivo, [abrasivo.blogs.sapo.pt]
O PSD, depois de tanto silêncio, resolveu falar. Mas, afinal, quer apenas ocupar o lugar do CDS . á de moura pina. Criminalidade II em 22 Aug 08 21:26 por JoaoMiranda, http://blasfemias.net
PSD exige demissão do ministro da Administração Interna. O PSD tenta explorar a forma irracional com que o eleitorado reage às notícias sobre crimes violentos. Este tipo de exploração política da irracionalidade nunca tornou a sociedade … Não penso, logo existo….falo, logo não penso! em 22 Aug 08 21:01 por Paulo Ferreira, [camaradecomuns.blogs.sapo.pt]
Luis Felipe Menezes remeteu-se ao silêncio mais ruidoso de que há memória, depois das ultimas directas em que Manuela Ferreira Leite ganhou por uma nesga a Pedro Passos Coelho ea Santana Lopes, o presidente da Câmara Municipal de Gaia … Encerrado para férias em 22 Aug 08 11:05 por António de Almeida, [direitodeopiniao.blogs.sapo.pt]
-É o que se pode concluir do artigo de opinião, assinado por Luis Filipe Menezes, hoje no JN. Embora neste momento se represente apenas a si próprio, está longe de ser o único militante do partido a desconfiar duma liderança, …
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LER OS OUTROS
Um livro cada domingo. Em 1968, tinha eu 19 anos, Os Três Seios de Novélia, de Manuel da Silva Ramos (n. 1947), deu um safanão no cânone. Contudo, malgré o Prémio de Novelística Almeida Garrett e os encómios de Óscar Lopes, o Panteão Namora permaneceu incólume. Tempos em que o poder do mandarinato era imune ao novo. Hoje, qualquer estado de alma pós-adolescente mobiliza media & Academia. Passaram 40 anos, o livro voltou aos escaparates, desta vez com uma capa desastrosa. Nesse lapso, Manuel da Silva Ramos construiu uma obra singular. Começou pela trilogia tuga, escrita em parceria com Alface — Os Lusíadas, 1977, As Noites do Papa Negro, 1982, Beijinhos, 1996 —; obras a que se seguiram, entre outras, Viagem com Branco no Bolso (2001), Jesus. The Last Adventure of Franz Kafka (2002), este Jesus é um hermafrodita por quem Kafka se apaixona numa taberna de Praga, Ambulância (2006) e A Ponte Submersa (2007). Lido outra vez ao fim de 40 anos, permanece um mistério o facto de a censura ter deixado passar Os Três Seios de Novélia na malha apertada do seu crivo. Algures entre Houellebecq e Dinis Machado, Silva Ramos está praticamente sozinho na cena literária portuguesa.
Rui Bebiano escreveu sobre um álbum de fotografias de Josef Koudelka, Invasion Prague 68, recentemente editado pela Thames & Hudson, a que chamou «o álbum de fotografia mais triste do mundo». O post deu azo a uma acesa polémica, porque um dos comentadores, assinando M. Gusmão, levou muita gente a supor que era Manuel Gusmão — poeta, ensaísta, crítico, catedrático de literatura da Universidade de Lisboa, antigo deputado e membro do Comité Central do PCP — quem comentava. Desfeito o equívoco, [Rui Bebiano: «que eu próprio, apesar de o não ter referido, também mantive desde o início»] A Terceira Noite fechou as caixas de comentários. E explica porquê. Nisto tudo, espanta-me que Rui Bebiano, um dos pioneitos da Internet em Portugal — quem não se lembra de NON, publicação online de ideias, no tempo em que ainda não havia blogues? —, historiador, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, veja a bloga à luz das boas maneiras de um gentlemen’s club. Infelizmente, a bloga não é esse clube. E não apenas por causa do pessoal que faz terapia de grupo nas caixas de comentários. De resto, elas estão cheias de docentes do superior que não podem assinar em nome próprio certo tipo de catilinária e ataques pessoais. Ambos sabemos que os mais afoitos até fazem blogues para o efeito. Isto dito, a parte boa é que mandei vir o álbum da Amazon.
Nota. Rui Bebiano classifica como “negativo” o comentário supra. Não vejo como. Limitei-me a destacar um assunto que considero relevante. Só não digo que fez bem em fechar a caixa de comentários porque está implícito que concordo em absoluto com a decisão. [16:30h]
Filipe Guerra: «Porque é que José Rodrigues dos Santos, em duas semanas, não deu um saltinho de Gori até Tskhinvali? [...] Em Tskhinvali, capital da Ossétia do Sul, está no entanto muita gente: a organização independente norte-americana Human Rights Watch, que gosta de dar conselhos e para a qual o antes e o depois não contam; jornais e televisões da Rússia e de todo o mundo ocidental. [...] Neste momento, faço aqui uma declaração de princípios: entre a ganância geoestratégica do Ocidente e a da Rússia, quero que ambos SF [...] Eis os factos, tirados daqui e dali na informação ocidental: a 7 de Agosto (data da abertura dos Jogos Olímpicos) a Geórgia invadiu com violência inaudita um território seu, independentista, protegido pela ONU (por forças de paz georgianas, ossetas e russas). Antes da chegada dos reforços das tropas russas, os georgianos tiveram tempo de bombardear Tskhinvali, visando principalmente alvos civis: a universidade, o hospital, um centro comercial, escolas; reduziram a cinzas dois grandes bairros – o judeu e o da gare; bombardearam indiscriminadamente prédios de habitação e casas: basta lá ir, ver e filmar, enquanto os russos não reconstroem o que os georgianos destruíram. Enquanto os russos não chegaram, os militares georgianos impediram a evacuação de feridos e de civis; inundaram muitas caves onde as mulheres, as crianças e os idosos que não podiam pegar em armas se haviam refugiado. Agora falam os media russos, reportando afirmações de populares: os soldados georgianos assumiam-se como de “sangue puro” e “seres superiores”, e afirmavam que iam “limpar a Ossétia” (vamos esquecer ou esperar pelas valas comuns como na Bósnia?). Na Ossétia vivem sobretudo ossetas (uma etnia persa), russos e minorias de georgianos, de judeus e outros. Enfim, além de a esmagadora maioria dos ossetas do Sul não abdicar da sua independência ou da sua integração na Ossétia do Norte, o “projecto americano” que é a actual Geórgia não vingará porque a população (ao contrário do que dizem os media ocidentais) já não está unida em volta do presidente Saakashvili, que aliás foi eleito fraudulentamente [...] Mas José Rodrigues dos Santos (sustentado pelos nossos impostos) mostrou até à saturação, durante muitos minutos, os vidros partidos e as esquinas esfaceladas das casas de Gori, e avançou corajosamente até ao ponto de controlo seguinte. [...]»
Miguel Abrantes: «Não tendo posto os pés na festa do Pontal, a elite “bem pensante” do PSD escolheu um motivo que não lhe é particularmente caro para a rentrée: a segurança. Advogados portuenses que bebem do fino, contabilistas idosas e estalinistas arrependidos, que habitualmente não se preocupam com este tema por o considerarem populista e próprio de desqualificados como Portas ou Menezes, aperceberam-se de que podiam cavalgar a onda mediática da insegurança. É claro que não se lhes conhece uma ideia ou uma proposta sobre o assunto. [...] O tiro de pólvora seca do PSD teve, porém, uma grande virtude. Mostrou-nos a todos que Manuela Ferreira Leite não se distingue, no essencial, dos que a precederam na liderança do PSD: não tem uma ideia para o país, mas ocupa o espírito, integral e obsessivamente, a congeminar estratégias para tomar o poder no partido e no país. Nos últimos dias, António Borges explicou para quê.»
Miguel Marujo: «Alguns bispos, os partidos de direita e a Associação de Famílias Numerosas rejubilam com o veto de Cavaco à lei do divórcio. [...] E mais uma vez esta ideia: a Igreja isto, a Igreja aquilo. Lamento: eu também sou Igreja e não me revejo nestas declarações avulsas e cegas de alguns bispos e de umas famílias numerosas. E não deixa de ser curioso que o ataque seja a uma lei redigida entre outros por... Rosário Carneiro.»
Pedro Mexia: «É justo que a lei trate o casamento apenas como um contrato e que não faça considerações morais. Mas se o casamento é um contrato como outros (embora com efeitos pessoais), então o divórcio não pode estar imune às noções jurídicas de incumprimento e culpa, que existem nos contratos em geral. Ignorar esse facto é fazer entrar a tal moralidade pela porta do cavalo.»
Tiago Barbosa Ribeiro: «O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa considera que o novo regime do divórcio é ofensivo do valor da religião. Desculpem: da religião? O valor da religião — e qual religião? — serve para justificar o veto político de uma lei que regula algo situado no exterior da sua esfera? Em Portugal ou no Afeganistão?»
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O PSD NO PURGATÓRIO
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"¿Por qué (no) te callas?"
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POEMA
As senhoras da sociedade
deram um baile a rigor
para vestir a pobreza
e a pobreza horas a fio
cortou, coseu, enfeitou
os vestidos deslumbrantes
que a caridade exibiu.
Depois das contas bem feitas
bem tiradas as despesas,
arranjou um namorado
a mais nova das Fonsecas;
esteve bem a viscondessa,
veio o nome e o retrato
da comissão nos jornais,
e o Doutor, o Menezes,
e o senhor desembargador,
estiveram muito engraçados,
dançaram o tiro-liro
já meio tombados...
Parece que ainda sobrou
algum dinheiro para a chita
para vestir a pobreza
numa festa comovente
com discursos de homenagem
e uma missa...
a que assistiu toda a gente.
Joaquim Namorado
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Assume the position
Em menos de 6 meses, a SEDES publicou duas Tomadas de Posição. A primeira, em Fevereiro, teve grande sucesso. Apareceu no auge das crises na Saúde e Educação, juntamente com os casos BCP, ASAE, Lei do Tabaco, licenciatura/casas Sócrates, criminalidade no Porto e desastre Menezes. Foi o período de maior patologia colectiva de que há memória na democracia, à excepção do PREC, com tudo o que era cão a ladrar de raiva; e até pilares como António Vitorino vergaram. A Posição de Fevereiro foi, porém, um mero acto de oportunismo, em nada contribuindo para a resolução ou esclarecimento fosse do que fosse. Serviu para simular uma importância que a instituição não tem, justificando mais uns almoços bem servidos, e melhor regados, para aquela rapaziada. A natureza bacoca desta inútil associação foi exibida para lá de qualquer dúvida com a Posição de Julho.
Começa assim:
A aproximação das eleições de 2009 –europeias, legislativas e autárquicas– tem tido consequências claras e visíveis na vida política portuguesa.
O Governo, após três anos de esforços de estabilização orçamental e de várias reformas que exigiram coragem política, dá agora sinais de preocupação com o calendário eleitoral em detrimento da administração do País. São disso exemplos a declaração do fim da crise orçamental, a ênfase nos investimentos públicos de grande dimensão, a cedência à agitação social e as recentes baixas de impostos.
Trata-se da falácia Cum hoc ergo propter hoc, e ilustra a intenção e miséria intelectual do documento.
No maior partido da oposição poder-se-á ter iniciado um ciclo de estabilidade, condição necessária para a afirmação de uma alternativa credível. Por sua vez, os partidos à esquerda do partido do governo, em aparente crescendo, competem pela mobilização dos mais descontentes com a situação actual, sem, contudo, constituirem uma alternativa credível.
Aqui estamos perante uma muito desajeitada declaração de apoio à Manela, e passagem que comprometeu a popularidade da peça junto da trupe Alegre e tal.
A mudança de expectativas e o espectro da recessão aumentaram a conflitualidade social, tornando aparente alguma desorientação por parte do Governo.
Registe-se que a SEDES considera aparente alguma desorientação, desorientação essa que não é identificada no todo ou na parte. Registe-se também que esta frase ocupa toda a extensão de um parágrafo.
A inversão do ciclo de boa-vontade face ao Governo, experimentado na primeira parte do mandato, poderá ser irreversível, a crer nos indicadores disponíveis. Portugal é hoje, segundo os dados mais recentes do Eurobarómetro, um dos países com a opinião pública mais pessimista sobre a evolução da economia e a situação financeira das famílias no próximo ano.
A crer nos indicadores disponíveis, alguma coisa poderá ser irreversível. Ou seja, os indicadores disponíveis estão na intendência do factor crença, condição sem a qual não se poderá colocar uma hipótese. Terrível. E também nos permite concluir não estarem disponíveis para a SEDES os indicadores relativos à popularidade do PS e de Sócrates ao longo da governação. O que permite confirmar, dispensando a crença, a existência de um estado de imbecilidade irreversível já vigente na associação.
Simultaneamente, verifica-se uma desconfiança dos cidadãos em relação aos políticos, aos partidos e até ao funcionamento da democracia representativa. Descrevemos estes fenómenos na nossa anterior tomada de posição. Não sendo novos em Portugal, nem exclusivos do País, também não ajudam à recuperação da confiança dos eleitores, seja no partido de governo, seja naqueles que se apresentam como alternativas.
Pois não, não ajudam. Lá isso é certinho, não ajudam. Aliás, é caso para dizer que não ajudam. Sejamos até ousados na mensagem, correndo o risco de ser mal interpretados: os fenómenos de desconfiança não ajudam à recuperação da confiança!
Salientámos ainda que “O mal-estar e a degradação da confiança” conduziriam “mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever”. O recente bloqueio das estradas por parte de camionistas e empresas de camionagem, e as suas consequências, foi um pequeno exemplo dessa possível crise.
A SEDES, em Fevereiro, avisou a malta de que uma crise social de contornos difíceis de prever vinha a caminho, não tinham era a certeza da hora de chegada. Isto porque a falta de contorno dessa crise impede a rigorosa mensuração da sua velocidade. Ora, que não se comece já a mandar foguetes, pois o recente bloqueio das estradas, e suas consequências, não passam de um pequeno exemplo da tal crise. Pode acontecer que surjam exemplos médios, como um bloqueio das portas dos prédios por parte de trolhas, carteiros e senhores de idade, todos em ceroulas, ou exemplos grandes, como uma greve de jogadores de futebol ou o marisco não estar grande coisa no Tavares. Sejam lá quais forem as catastróficas consequências, é preciso realçar que estaremos ainda a lidar com exemplos. Então, quando a famigerada crise que a SEDES avistou no horizonte, a qual garante vir na nossa direcção, realmente chegar, então… aí… ai, ai… aí… minha amiga e meu amigo… prepara-te para cenas escabrosas, o horror, para o filho a bater no pai, a mãe a cuspir na filha, bolas de fogo a rasgarem o céu e, descalabro final, completo desinteresse pela completamente desinteressante opinião dos senhores da SEDES.
Mas sobretudo, o bloqueio tornou evidentes fragilidades do Estado de que os cidadãos não tinham consciência: a incapacidade para prever, prevenir e reagir perante situações de crise e acções ilegais de alteração da ordem pública.
Marcelo Rebelo de Sousa e Pacheco Pereira, a debocharem sem tino, foram também por aqui. O Governo tinha falhado porque não tinha antecipado que um grupo de pessoas, até então ordeiras, iria ter um comportamento ilegal. A SEDES acrescenta outro dado: os cidadãos não tinham consciência da dificuldade em prever o imprevisível. Estas revelações são chocantes, pois todos crescemos na certeza de poder confiar nas manigâncias da telepatia. Afinal, temos governantes que não adivinham futuras situações de crise nem futuras acções ilegais de alteração da ordem pública. Estamos entregues à bicharada.
Não deixa de ser verdade que exactamente no momento em que o Governo inicia uma aparente suspensão do processo das reformas, a opinião pública parece voltar-se contra ele. Coincidência ou causalidade, nunca saberemos, mas os sacrifícios feitos por todos não podem, nem devem, ser desperdiçados.
É destas verdades que o País precisa para se regenerar e crescer. Repare-se no sucesso do adjectivo aparente ao longo do texto, neste passo tomando conta da nossa relação com a suposta suspensão de reformas. Logo de seguida, o verbo parece é o eleito para registar um dado movimento da opinião pública. Acabamos a compreender perfeitamente, embargados de compaixão, a confissão de ignorância perante o dilema coincidência ou causalidade. A SEDES baralha-se muito com estes dois determinantes lógicos, isso é indiscutível ou assim parece que aparenta. A nota trágica, o nunca saberemos, é que configura uma tomada de posição assim para o obsceno.
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MARCO E A "SAISON" IDIOTA
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Subitamente
As TV’s abrandaram a exaustiva divulgação de lixo sobre o caso Maddie.
Em seu lugar temos, inesperadamente, a não-notícia de Cristiano Ronaldo assistir ao concerto do Julio Iglésias. Vai, não vai? Não foi. Foram a mãe, a mana e o Luís Filipe Menezes.
Viva Portugal!
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a biodiversidade do partido é a sua beleza II
Pedro,
António Capucho é social-democrata. Pedro Passos Coelho é liberal. Luís Filipe Menezes é populista. Santana Lopes é santanista. Mota Amaral é conservador Eu sou sidonista social-marialva. Pacheco Pereira...bem...ninguém sabe muito bem o que é. Um partido onde toda esta gente coexiste é um espécie de Sport Lisboa e Benfica. Está acima desses preconceitos.
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São Tomé: Presidente diz que o seu mandato político tem sido "um fracasso"
O Presidente são-tomense, Fradique de Menezes, indicou à agência noticiosa de São Tomé que o seu mandato político tem sido “um fracasso [...] devido ao sistema de governação do país”, que o impossibilita de realizar acções “em benefício do povo são-tomense”.
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Açores: Presidentes de parlamentos regionais reúnem-se na Horta durante dois dias
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Gaia quer ser a "porta de entrada" do Douro
A Câmara de Gaia anunciou, hoje, as ambições para o desenvolvimento turístico do município no próximo ano. A autarquia quer ser a “porta de entrada” para a região demarcada do Douro e, nesse sentido, o Festival do Vinho Porto é a grande aposta turística e cultural do executivo liderado por Luís Filipe Menezes.
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Luís Filipe Menezes ataca silêncio de Manuela Ferreira Leite
Luís Filipe Menezes, ex-líder do PSD, desfere hoje uma forte crítica contra a direcção de Manuela Ferreira Leite, cuja política de silêncio durante o Verão é considerada errada, entre outras razões porque considera que dá espaço ao primeiro-ministro para marcar a “rentrée”.
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Menezes ataca o "coerente silêncio" de Ferreira Leite
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Menezes critica oposição apagada de Ferreira Leite
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Menezes critica oposição apagada de Ferreira Leite
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«Partidos nomearam meninos que, mal saíam das universidades, iam para juízes de tribunal»
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PS critica Gaia por avançar com proposta de construção de três pontes no rio Douro
O presidente do PS/Gaia criticou hoje a autarquia local, liderada pelo social-democrata Luís Filipe Menezes, por avançar unilateralmente com uma proposta de construção de três novas pontes de ligação ao Porto. "Tememos que a Câmara de Gaia esteja a usar este importante assunto, que deveria ser tratado com responsabilidade, para armar mais uma confusão com o dr. Rui Rio", escreve Eduardo Vítor Rodrigues, em comunicado.
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«Comigo tal lei não teria sido votada», diz Menezes
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«[Estatuto Político Administrativo dos Açores] é quase um pequeno golpe constitucional»
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Gaia recebe dez milhões de euros do QREN para reabilitar Vila D'Este
O presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, anunciou hoje que vão ser aplicados dez milhões de euros na reabilitação da Urbanização Vila D'Este, que começará, o mais tardar, no primeiro trimestre de 2009. O avanço da empreitada deve-se, segundo o autarca, ao facto de ter sido aprovada a candidatura apresentada no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para a requalificação daquela urbanização degradada.
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Oferta de livros escolares é «acto panfletário»
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Menezes avalia Ferreira Leite
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Menezes ataca Ferreira Leite
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Menezes acusa o PSD de priveligiar a "metodologia de ascensão ao poder"
Luís Filipe Menezes acusa o PSD de ser um partido cuja matriz ideológica priveligia a subida ao poder. Num artigo de opinião publicado hoje no "Diário de Notícias", o ex-dirigente do PSD acusa a actual dirigente, Manuela Ferreira Leite, de ter um discurso generalista, com omissões e de um conservadorismo radical.
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Menezes acusa o PSD de privilegiar a "metodologia de ascensão ao poder"
Luís Filipe Menezes acusa o PSD de ser um partido cuja matriz ideológica privilegia a subida ao poder. Num artigo de opinião publicado hoje no "Diário de Notícias", o ex-dirigente do PSD acusa a actual dirigente, Manuela Ferreira Leite, de ter um discurso generalista, com omissões e de um conservadorismo radical.
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Menezes faz balanço negativo de nova liderança social-democrata
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Menezes critica que "não avançar com os grandes investimentos públicos seria irresponsável"
Luís Filipe Menezes afirmou esta noite que "não avançar com os grandes investimentos públicos seria irresponsável" e que o PSD, "partido que subscreveu documentos onde ficou acordada a alta velocidade", devia ter "lucidez".
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Luís Filipe Menezes: "Não avançar com os grandes investimentos públicos seria irresponsável"
Luís Filipe Menezes afirmou esta noite que "não avançar com os grandes investimentos públicos seria irresponsável" e que o PSD, "partido que subscreveu documentos onde ficou acordada a alta velocidade", devia ter "lucidez".
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