Raul Cordeiro em
A VIDA DAS PALAVRAS há cerca de 5 horas (
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)
MUDA A RIMA, MUDA O POEMA

Muda a linhaMuda o poema
Muda a poesia
Muda o problema
Muda a rima
Muda o plano
Muda a lágrima
Muda o fulano
Muda o significado
Muda o sorriso
Muda o passado
Muda o siso
Muda o futuro
Muda a gente
Muda o seguro
Muda o presente
Muda tudo
Mudamos nós
Muda a corda
Ficam os nós
Foto: To you, my warrior - Yuliana Stankevich (photo.net)
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Em
NOTAS SOLTAS, IDEIAS TONTAS há cerca de 6 horas (
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)
Mérito pela ausência
Tiago R Cardoso - 16.05.2008
Sabem quem é Vitor Bento ?
É o presidente da Sedes, a Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, e da SIBS, sociedade interbancária de Serviços, que há oito anos está com uma licença sem vencimento, funcionário do Banco de Portugal.
Estava a ver a melhor forma de desmanchar a noticia e dar uns toques de ironia, mas cheguei à conclusão que basta apenas reproduzir o que se passa, que todos ficamos esclarecidos.
O Bloco de Esquerda (BE) pediu hoje esclarecimentos do Banco de Portugal sobre os critérios que ditaram a promoção "por mérito" de Vítor Bento, o presidente da Sedes, a Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, e da SIBS, sociedade interbancária de Serviços, que há oito anos está com uma licença sem vencimento.
"Como se pode promover por mérito alguém cujo mérito é não estar no banco", questionou o deputado bloquista Francisco Louçã, em declarações aos jornalistas para justificar o requerimento entregue hoje na Assembleia da República.
A comissão de trabalhadores do Banco de Portugal pergunta, "Como pode haver uma promoção salarial por mérito absoluto se a pessoa não desempenha funções?"
Resumindo, um funcionário não trabalha num banco há oito anos e é promovido por mérito, presume-se que o Banco de Portugal não gosta do Senhor Vitor Bento, pois a promoção só pode ter sido pelo mérito de durante oito anos, ter primado pela ausência.
Quer dizer, de outra forma só em Portugal... Há pois, isto é Portugal.
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guictx em
ENFADO há cerca de 6 horas (
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)
Lisboa portátil

Norberto Lobo, Mudar de Bina
Põem-se os auscultadores, carrega-se no “play” e é como se estivéssemos em Lisboa. No outro dia, em pleno Eixample, até me pareceu que cheirava a Cais do Sodré e tudo.
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Francisco Mendes da Silva em
31 da Armada há cerca de 6 horas (
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)
Sobre o acordo ortográfico
"Of course, not all of these names are pronounced as they are spelled: that would make it too easy. Looking for the town of Leominster? Remember, please, when asking directions to specify “Lemster.” Daventry? Simply say “Daintree.” And, just to make visitors feel even more at home and at their ease, the English themselves—especially the upper-crust ones—have family names that bear no relation to their spelling at all. Marjoribanks, for example, is “Marchbanks.” Featherstonehaugh is “Fanshawe.” Cholmondeley is “Chumley.” And so forth."
Chris Hitchens, England Made Them (VF de Janeiro)
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Eduarda Sousa em
O Absurdo há cerca de 6 horas (
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)
todos contentes e eu nem por isso
O absurdo anda anestesiado: a guerra campal entre a LeYa, a APEL, a UEP e o catano que os leve provoca-lhe bocejos. O remédio é santo: Manuel de Freitas (”Todos contentes e eu também”) e Julio Cortázar (”O jogo do mundo - Rayuela”) prometem acordá-lo ainda esta noite.
[...]
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Em
Viver na Alta de Lisboa há cerca de 6 horas (
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)
Os números da PSP no Alto do Lumiar
Em
Máquina De Lavar há cerca de 6 horas (
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)
I told you to be pacient; I told you to be fine

Uma das razões que me faz procurar música nova é a certeza que mais tarde ou mais cedo encontrarei algo novo e surpreendente, que me demonstrará que valeu a pena. Sem dúvida nenhuma que o primeiro disco de
Justin Vernon é um destes casos.
Vernon usa o nome artístico
Bon Iver e o disco chama-se
For Emma, Forever Ago (
Emma é a ex-namorada de
Vernon e só isso diz algo deste artista) e foi gravado e colocado no mercado de forma independente por
Vernon, mas a
4AD rapidamente assegurou os seus direitos, seguindo a linha que tão bem conhecemos e de que tanto gostamos. A crítica tem sido unânime em considerar este disco dos melhores (até à data) de 2008.
"Wisconsin's Justin Vernon blazes a trail out of the wilderness with one of 2008's landmark records." Mojo (5/5, Album of the Month)"A classic debut album." Uncut (5/5, Album of the Month)"A minimalist masterpiece." The Sunday Times (5/5, CD of the Week)O título deste disco muda, dependendo de quem o ouve, para
Vernon é
Emma, para nós é quem quisermos que seja...Está aí, é só ganhar uns minutos na vida.
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Rui Gamboa em
Máquina De Lavar há cerca de 6 horas (
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)
I told you to be pacient; I told you to be fine

Uma das razões que me faz procurar música nova é a certeza que mais tarde ou mais cedo encontrarei algo novo e surpreendente, que me demonstrará que valeu a pena. Sem dúvida nenhuma que o primeiro disco de
Justin Vernon é um destes casos.
Vernon usa o nome artístico
Bon Iver e o disco chama-se
For Emma, Forever Ago (
Emma é a ex-namorada de
Vernon e só isso diz algo deste artista) e foi gravado e colocado no mercado de forma independente por
Vernon, mas a
4AD rapidamente assegurou os seus direitos, seguindo a linha que tão bem conhecemos e de que tanto gostamos. A crítica tem sido unânime em considerar este disco dos melhores (até à data) de 2008.
"Wisconsin's Justin Vernon blazes a trail out of the wilderness with one of 2008's landmark records." Mojo (5/5, Album of the Month)"A classic debut album." Uncut (5/5, Album of the Month)"A minimalist masterpiece." The Sunday Times (5/5, CD of the Week)O título deste disco muda, dependendo de quem o ouve, para
Vernon é
Emma, para nós é quem quisermos que seja...Está aí, é só ganhar uns minutos na vida.
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Em
Rei dos Leittões há cerca de 6 horas (
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)
Leitão à sexta
antonio boronha em
antonio boronha há cerca de 6 horas (
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)
energia positiva mas cara com'o camandro

a 'galp', como as suas congéneres, gasolineiras, prepara-se para aumentar, uma vez mais, o preço dos combustíveis.
nunca a selecção nacional tinha tido um parceiro tão credenciado: exímio a passar a 'bola' (do 'custo' do petróleo) aos portugueses! para que os astronómicos lucros, suportando os galácticos salários dos seus admnistradores, continuem a cumprir o slogan: 'quanto mais melhor'.
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Em
Cravo de Abril há cerca de 6 horas (
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)
POEMA
TEMPO DE POESIA
Todo o tempo é de poesia.
Desde a névoa da manhã
à névoa do outro dia.
Desde a quentura do ventre
à frigidez da agonia.
Todo o tempo é de poesia.
Entre bombas que deflagram.
Corolas que se desdobram.
Corpos que em sangue soçobram.
Vidas que a amar se consagram.
Sob a cúpula sombria
das mãos que pedem vingança.
Sob o arco da aliança
da celeste alegoria.
Todo o tempo é de poesia.
Desde a arrumação do caos
à confusão da harmonia.
António Gedeão
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Em
Alcides Fonseca BLOG há cerca de 6 horas (
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)
Dreamhost
<p><a href="http://dreamhost.com">Dreamhost</a> is one of the most well-known hosting companies around the world. And it happens to be the one where this website is hosted (along with all <a href="http://alcidesfonseca.com/ideias3">ideias3</a> websites).</p>
<p>When I subscribed for the hosting the plan was a bit different than now. I pay about $120 a year and the storage started at 200GB and is increasing 1GB per week. <a href="https://dreamhost.com/hosting.html">Looks like</a> now for the same price you get 500GB (with weekly increases of 2GB). Pretty neat, hein?</p>
<p>Well, it couldn’t be that good. I must admit the price is really good, but getting an account at Dreamhost is like playing the roulette. Your account can be created in one of <a href="http://www.askapache.com/webmaster/dreamhost-server-ip-address-list.html">their multiple servers</a>. There are a lot of bad reviews and a lot of good ones. Since it’s shared hosted, it all depends on your server neighborhood.</p>
<p>I have had a great experience in Dreamhost. I never worried about the storage limit as I did in other hosts I’ve been client in the past. And there are a few goodies that make me love them:</p>
<ul>
<li>Great Panel Control</li>
<li>Unlimited Databases, Domains, Email accounts, unlimited <span class="caps">EVERYTHING</span>! (but for space and bandwidth)</li>
<li><a href="http://alcidesfonseca.com/svn"><span class="caps">SVN</span></a> server with a really simple of setting up repos!</li>
<li>Jabber server (so I can have a jabber <a href="mailto:me@alcidesfonseca.com">me@alcidesfonseca.com</a>)</li>
<li>One-Click install for most popular opensource applications (Wordpress…)</li>
<li>Supports Ruby on Rails (We have a few RoR projects running) and <a href="http://blog.dreamhost.com/2008/05/13/passenger-for-ruby-on-rails/">now they supports mod_rails!</a></li>
<li>Doesn’t support Django… But simple websites run pretty fine \o/ (like this one!)</li>
<li>Best interface for managing domain registrations I’ve seen so far!</li>
</ul>
<p>To sum up: they’re the perfect hosting if you want to host some <span class="caps">PHP</span> or small RoR/Django websites, your email, your svn repos and do some backups! If you want to have a high up-time and cpu/memory consuming website, you should go for a <span class="caps">VPS</span> (like I did with <a href="http://alcidesfonseca.com/slicehost">Slicehost</a>).</p>

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Em
Aberratio Ictus há cerca de 6 horas (
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)
Jim Reid "In Love"

when she walks towards me
i feel something
crawl beneath my skin
and all the electric stars are shining
beneath my skin and
cherry takes me to the place above
with barbed wire kisses and her love
we're going where the oceans blue
kick the dust and you can come too
in the light of all my darkest mornings
things fall into place
and all the soft orange coloured dawnings
fall into place and
cherry's scratching like a grain of sand
the trigger itch in the killer's hand
me and cherry are so extreme
making love to the sound of a scream
oh cherry honey you got me stuck on a rope
you got me running around
with the fear in my head for you
and i want you
and i'll give you my head
and all the things it said
and i'll give you my thoughts
if those things weren't lost
and i'll give you my soul
to beat it with your pole
i'm going to give you my head
you could kick it dead
and i'll give you my head
come on and kick me dead
come on and push me down
come on and drag me down
oh cherry be bad
come on and kiss my head
Jesus & Mary Chain, Cherry Come Too - MP3
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Rogério da Costa Pereira em
cinco dias há cerca de 6 horas (
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)
Hoje o Vasco apareceu… e o umbigo da Manela quase que também

O título e a imagem praticamente esgotam o assunto.
Pouco mais há a acrescentar - depois do estranho happening da semana passada, Vasco Correia Guedes apareceu.
Arejou meia-dúzia de vulgaridades ["O acordo ortográfico tem duas virtudes: primeiro é inútil e depois é estúpido"; "Nós não queremos aqui um homem destes (...) é bom que ele perceba que aqui em Portugal ele não conta" (em referência ao Alberto João); "Um catálogo de todos os erros políticos que se podem cometer" (em referência à cigarrada do Sócrates)] e, à hora à que escrevo, já deve estar de regresso ao Gambrinus.
De realçar o facto de não ter tecido qualquer comentário à inenarrável fatiota da apresentadora deste autêntico espectáculo de variedades a que se reduz o jornal das sextas da TVI.
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Em
o regabofe há cerca de 6 horas (
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)
plágio
Obrigada, querida Citrina; por essas e outras, não faço tenções de ter filhos. Já me basta saber que Proust copiou sete anos inteirinhos da minha infância. Sim, acabemos com o plágio, aliás, no estado actual igual das coisas todas, ponhamos fim à humanidade; menos a das peixeiras, Fortes e marinheiras
As peixeiras
Mamas no cume e
A voz regateira
Das peixeiras
Libra ao peito
Viúvas
Mãos velhas e
Magoadas
Das peixeiras
E de certeza que
Não se fodem
Por truta-e-meia
[Ainda de salientar, a este respeito, que a woody passa o
blogue a plagiar-me. É uma turina da melhor casta.]
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Em
a bordo há cerca de 6 horas (
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)
H. Blayer em
Zirigunfo há cerca de 6 horas (
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)
Publicidade enganosa
Acabei de ver uma publicidade na televisão (Queijo Terra Nostra) que diz que “Nos Açores há uma lagoa metade azul, metade verde”...
AHAHAH, deve ser gozo. -> http://www.zirigunfo.variavel.com
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H. Blayer em
Zirigunfo há cerca de 7 horas (
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)
A taxa de desemprego aumentou nos Açores
0,9 porcento num ano, 0,7 porcento num só trimestre.
Com dados que dão que pensar - http://www.zirigunfo.variavel.com
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Em
Insónia há cerca de 7 horas (
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)
AÇO E NADA

As crónicas de
Aço e Nada (Brasil, 2007) foram publicadas entre Fevereiro e Março de 2007, no jornal
A Notícia (Joinville, estado de Santa Catarina). Poderiam ter ficado por ali esquecidas e abandonadas, não fosse o zelo do seu autor, Rubens da Cunha (n. 1971), que em boa hora resolveu guardá-las no regaço confortável de um livro. Três conjuntos de textos, aproximados no tom mas diversos na forma, prefaciados por Carlos Sousa de Almeida: «Partindo, amiúde, da insípida banalidade, e a arte é, antes de tudo o mais, isso mesmo, as crónicas de Rubens da Cunha dão sabor de ficção ao real, explorando os canais de emoção do leitor para neles se instalar». Já iremos à insípida banalidade. Para já, cabe lembrar que a crónica é sempre um género ingrato. Exige do autor um olhar vigilante, ao mesmo tempo desnudado, raramente merecedor de uma fixação que a previna da inflexível fogueira do esquecimento.
Continue a ler em Volumen.
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Em
T há cerca de 7 horas (
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)
Laser - Parabéns a você...

Faz hoje anos que o Laser (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation) foi pela primeira vez operado pelo homem. Foi Theodore Maiman que executou a proeza em 1960 no Hughes Research Laboratory na Califórnia. Esta tecnologia é hoje amplamente usada em diversas áreas da investigação científica, industria e medicina.

Ver mais sobre o Lazer aqui
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Miguel Caetano em
Remixtures há cerca de 7 horas (
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)
iSlsk - o Soulseek num iPhone
Desde que os trackers privados de BitTorrent especializados em música que permitem descarregar álbuns completos em poucos minutos surgiram em força que o programa de partilha de ficheiros Soulseek perdeu grande parte da sua popularidade. Com isso, o “pássaro azul” - como é normalmente conhecido devido à imagem do seu logo - conseguiu permanecer despercebido por parte da indústria discográfica. No entanto, a aplicação continua a ter uma base fiel de utilizadores, sobretudo os fãs de música electrónica e outros estilos de nicho.
Ao contrário do que acontece no BitTorrent em que os downloads são realizados a partir de várias fontes anónimas, no Soulseek os descarregamentos são feitos ficheiro a ficheiro directamente a partir de um só utilizador. Se isto coloca mais riscos à nossa segurança, por outro tem a vantagem de podermos explorar as colecções de música dos outros e assim encontrarmos faixas que não conheciamos mas que poderão interessar-nos.
O cliente oficial do Soulseek apenas funciona com o Windows mas quem quiser experimentá-lo em Mac pode usar tanto o open-source SolarSeek como o SoulSeeX. No Linux existe o Nicotine. Mas a partir de agora, os felizes proprietários de um iPhone ou um iPod Touch destrancado (jailbreaked) poderão também pesquisar e descarregar músicas através do Soulseek graças ao iSlsk, um cliente desenvolvido pelo programador Eric Castro AKA Errrick (leiam a entrevista com ele no TorrentFreak). Por enquanto, o programa não permite partilhar os ficheiros descarregados, sendo ainda bastante instável. Mas os mais corajosos poderão tentar a proeza seguindo as instruções deste tutorial.
Se virem o vídeo de cima poderão verificar que o iSlsk importa imediatamente as faixas transferidas para a base de dados músicas do iTunes do seu telemóvel para que possam ser facilmente reproduzidas. O ficheiro ZIP da aplicação com uma tamanho de 224,5 KB está disponível aqui. Agora que já não falta muito para a Vodafone e a Optimus lançarem o iPhone em Portugal, quem estiver a pensar em comprá-lo já tem uma boa razão para fazê-lo
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H. Blayer em
Zirigunfo há cerca de 7 horas (
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)
Dash Q200 opera no Corvo, mas afinal... só depois de obras na pista
A SATA escolheu os DASH (entre eles, o Q200) porque é o avião mais adequado para voar para o Corvo.
No entanto, o Governo vai ter que investir 1,5 milhões de euros naquela pista, para que o avião consiga parar por lá... -> http://www.zirigunfo.variavel.com
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Paulo Querido em
Mas certamente que sim! há cerca de 7 horas (
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)
A petição contra o acordo ortográfico e o costumeiro complexo de Iznogoud
Estive a ler a petição contra o acordo ortográfico, que regista uma boa adesão: mais de 28.000 subscritores no momento em que lá estive. As primeiras 17.300 assinaturas foram entregues em 8/5/2008 a S. Ex.ª o Senhor Presidente da Assembleia da República e calcula-se que nova fornada deverá seguir-se brevemente.
Parabéns pelo sucesso.
Dados os parabéns, recomendo aos leitores de C! a leitura atenta do enunciado das “razões” “contra” o acordo ortográfico. Eu espremi a coisa e conclui que não passa do complexo de Iznogoud: este acordo não presta porque não foi feito pelos signatários e subscritores, que preferiam, evidentemente, um acordo que seguisse os seus próprios princípios para a alteração da língua por decreto. Quero ser califa no lugar do califa, portanto.
Se alguém encontrar lá um argumento concreto e definido que seja, levante a mão.
Texto compridito, eis os subtítulos:
Que delícia: a identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros
a língua muda sozinha
a língua é um instrumento de poder
Sou conservador e desobediente
Querem problemas reais para peticionar? Sugiro a vossa subjugação ao corrector ortográfico
Que delícia: a identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros
E os erros? No ponto 1, o aviltamento inaceitável é o de um número considerável de intelectuais subscrever aquele ponto, e em particular a espantosa frase onde se culpabilizam directamente os meios de comunicação social e o Estado por a língua se ter — na opinião de tão criteriosos signatários — “degradado”. Mas devo dizer que gostei da pompa da tirada sobre a “identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros” — não significa nada para a matéria em causa mas fica bem num documento destes, de e para Sexas e Vexas.
No ponto 2 lá se deixa escapar o óbvio: estamos contra este acordo porque não foi feito “pelos nossos”, que são obviamente melhores — quanto mais não seja por direitos de nascimento acumulados, ou não, com a graça divina — que os “outros”, essas irrelevâncias insignificantes que fizeram a coisa orquestrados pelos obscuros interesses de * (sabe-se lá quem, tanto faz, em teorias da conspiração metade do gozo está no sublime asterisco).
A falsidade deste ponto é transmitir a ideia de que não houve “consulta” e “debate”. Não tem havido outra coisa, se bem tenho lido. Não tenho a certeza que os meus próprios textos sobre o assunto tenham sido lidos por suas excelências, mas eu debati e consultei longamente nos últimos 5 anos, via blogosfera, as “questões” do acordo. Estiveram fora, foi?
No ponto 3 zurzem-se inexplicavelmente nada menos que 2 ministérios 2, tentando envolver “nisto” o Governo — a leitura da lista de proponentes apazigua a desconfiança que logo assoma no ponto 3.
O ponto 4 é um gozo puro. Vi-me grego para entender como é que num parágrafo se classifica de inaceitável a supressão “da” acentuação (tipo, foderam os acentos todos, méne!) e “das” “impropriamente” chamadas consoantes “mudas” e se abre o parágrafo seguinte a dizer que não faz sentido o carácter facultativo que se prevê no texto do acordo.
Depois distendi-me, ri — e tudo voltou ao normal. Efectivamente, não se percebe o carácter facultativo de uma obrigação. E ainda menos a obrigatoriedade do que é facultativo.
a língua muda sozinha
Que me perdoem tão ilustres promotores e seus não menos ilustres signatários, mas penso que não estão a ver bem o filme. A língua muda sozinha e nenhum acordo consegue alterar isso. Nem este. Mas este não tem nenhum objectivo idealista. É um acordo pragmático e realista e segue o fito da questão da universalidade do português no século em que as línguas ibéricas assumirão um protagonismo mundial pela segunda vez na História, depois da hegemonia do século XV.
Eu na verdade fico um bocado sem saber o que pensar destas pessoas que são contra o acordo ortográfico. Quer dizer, percebo as motivações políticas que estão por detrás de uma parte, adivinho a existência das motivações pessoalíssimas de outra parte e há familiares meus que são contra e tenho debatido com eles e acabamos nas nossas posições, o que já não é mau.
Vamos lá ver. Os acordos ortográficos nada têm a ver com a língua em si própria, não se destinam a defender ou atacar versões, não é o Português contra o Brasileiro. Quem pretende fazer acordos ortográficos nunca é a Academia (mesmo que seja chamada depois a defini-los) e muito menos os intelectuais, artistas, escritores, jornalistas, etc etc etc.
Os acordos ortográficos não são oriundos de quem escreve e fala a língua, nem a eles se destinam.
Os acordos ortográficos não são, sequer, caprichos de burocratas (ou pelo menos este não é).
Desculpem os românticos como Manuel Alegre e os apaixonados como Vasco Graça Moura este reality check: os acordos ortográficos são acordos substantivamente políticos, destilados dos aspectos económicos da língua, e este acordo ortográfico contra o qual assinaram é um acordo oportuno e quanto mais depressa melhor — como de resto defende estoutra petição que tem tido muito menos saída, o que faz todo o sentido, nunca um português se mobiliza a favor, era só o que faltava, oressa!
a língua é um instrumento de poder
Em entrevista recente ao Expresso, Simonetta da Luz Afonso, presidente do Instituto Camões, refere que “a língua é um instrumento de poder” (foi título). Recomendo em absoluto a leitura, mas sempre adianto ser fundamental para a questão do acordo isto: “O valor económico da língua decorre do valor estratégico e o nosso é multiplicado por oito porque somos oito países com oito culturas em cinco continentes», declara ainda a presidente do IC. Por outro lado, o facto do Brasil ter optado o espanhol como primeira língua estrangeira e, reciprocamente, outros países da América Latina estarem a fazer do português a primeira língua estrangeira (Argentina, Uruguai, Venezuela) vai criando uma mancha de línguas ibéricas com muita força. «E este mercado não é despiciendo — o mundo de negócios anda à volta disto e a língua é fundamental para a comunicação».
Sou conservador e desobediente
Já há um ano, num texto memorável publicado no Público (A mãi e o pae da ortographia portugueza, cópia no Ciberdúvidas), José Vitor Malheiros esclarecia tudo o que havia para esclarecer. Não resisto a sublinhar aqui as passagens com que mais me identifico: “sou conservador, sem exageros, em termos de língua — o que quer dizer que gosto de escrever hoje como aprendi ontem. Gosto de ortografia e tenho prazer em espreitar a etimologia escondida por baixo, mas não é por escrever água que deixo de saber que vem da mesma aqua de onde vem o esqui aquático.
Haverá no acordo coisas que me enfurecerão e que nunca seguirei, com a mesma desobediência civil que faz aos lisboetas dizer Campo Santana e Largo da Misericórdia em vez de Campo dos Mártires da Pátria ou Largo Trindade Coelho. Outras que me enfurecerão e acabarei por seguir, às vezes com dúvidas semânticas (um afeto sem c parece mais afectado que afectuoso, mas será?) e outras variantes de comportamento.
Uma coisa é certa: sempre que ouço um debate entre acordonistas e contracordistas sinto-me tentado a aderir amanhã ao acordo, de tão ocamente nacionalistas (passe o pleonasmo) me parecem os argumentos dos últimos: o que os choca, em última análise, é que os nossos filhos vão escrever o português de uma forma diferente da nossa. A mim chocar-me-ia mais que escrevessem igual.”
Querem problemas reais para peticionar? Sugiro a vossa subjugação ao corrector ortográfico
Uso ainda o texto de José Vítor Malheiros para a estocada final. Temo bem mais os efeitos nefastos do uso negligente e desatento (ou seja: do uso por 99% das pessoas) do corrector ortográfico a marcar a descomunicação entre lusógrafos do que os acordos, bons (como este me parece ser) ou maus.
“O corrector ortográfico com que escrevo (quando for corretor será «com quem» escrevo?) regista 18 — dezoito — 18 variantes de inglês! Inglês da Austrália, Belize, Canadá, Caraíbas, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irlanda, Jamaica, Malásia, Nova Zelândia, Filipinas, África do Sul, Trinidad e Tobago, Reino Unido, EUA e Zimbabwe. E 16 variantes de árabe, 15 de francês, 20 de espanhol e (espanto) 9 variantes de finlandês. Uma de albanês e basco. De português há duas. As 9 variantes de finlandês são certamente as razões dos problemas de afirmação desta língua e a única variante de basco explica a sua pujante irradiação, mas… como se explicam os outros casos?”
Não se explicam. Nem interessa: vinha estragar tudo.
Vítor Malheiros teve este seu texto “correctado” uma vez mal e à segunda deixou passar. De propósito. Para ilustrar a evolução da língua, umas evoluções aceitamos melhor, outras evoluções aceitamos pior.
E se incontáveis milhões de brasileiros nasceram, viveram, comunicaram e o Brasil é penta-campeão do mundo aprendendo que fato também é facto, os “vindouros” portugueses do tal legado têm células a menos e não serão capazes de viver assim, diminuídos do “c” dos seus pais — que, pobres almas que somos, vivemos mortificados, espoliados que fomos, do “ph” dos nossos próprios pais?
Poupem-me.
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PedroF em
Videosaver há cerca de 7 horas (
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)
Serão musical: Benny Lava & Basshunter, com Buffalax
Versão desaconselhada a menores:
E um extra:
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Em
Cravo de Abril há cerca de 7 horas (
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)
LUTAR, LUTAR SEMPRE
No Distrito de Lisboa, mais de trinta dirigentes sindicais estão atingidos com processos para despedimento e procedimentos judiciais.
A repressão patronal tem vindo a acentuar-se na maioria das empresas: o patronato sente as costas quentes com a política do Governo e, sabendo que pode agir impunemente, intensifica a exploração e leva por diante uma repressão selectiva dirigida aos sindicalistas e a todos os que, no respeito pela Constituição da República Portuguesa, se batem pelos seus direitos e interesses.
De facto, o grande patronato - tal como o Governo seu vassalo - vivem fora da Lei Fundamental do País.
E se é verdade que são cada vez mais as empresas onde a democracia fica à porta, não é menos verdade que essa democracia que fica à porta é, ela própria, cada vez menos democracia...
Assim, a luta dos trabalhadores e das populações - contra a política de direita e por uma política de esquerda - assume uma importância crescente, pelo que intensificá-la e ampliá-la se nos coloca como uma questão essencial na situação presente.
Por isso, vamos fazer da manifestação nacional de 5 de Junho, em Lisboa, uma poderosa demonstração da força organizada dos trabalhadores e da sua firme determinação de não darem tréguas à política anti-democrática, anti-laboral e anti-patriótica do Governo PS/Sócrates.
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